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terça-feira, 15 de maio de 2018

Pré-aula Adolescentes Lição 08 - Ouvindo os pais ou os amigos?

Adolescentes Lição 08: Ouvindo os Pais ou os Amigos?

Revista: Adolescentes 13 e 14 anos

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: Ouvindo os pais ou os amigos?
- Para introduzir o estudo, apliquem a dinâmica “A Pressão”.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.  Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: A Pressão
Objetivo: Refletir sobre a importância do diálogo na família, do ensino de valores cristão no lar e na Igreja, em oposição à pressão dos colegas não crentes.
Material: 10 bexigas
Procedimento:
- Dividam a turma em 02 grupos.
- Para o grupo 01, orientem para fazer um círculo e distribuam 05 bexigas, peçam para que encham e em seguida eles devem escrever nos balões valores que a família ensina para os filhos.
- Para o grupo 02, orientem para fazer um círculo e distribuam 05 bexigas, peçam para que encham e em seguida eles devem escrever nos balões o que os colegas dizem para que eles façam.
- Depois, o grupo 01 deve fazer um círculo que não deixe brecha. Os balões devem ficar dentro do círculo e os componentes vão defender seus valores, não deixando que pessoas do grupo 02 penetrem e/ou coloquem outras bexigas com outros valores.
- O grupo 02 deve fazer um círculo ao redor do grupo 01. Seu objetivo é romper o círculo do grupo 01 e colocar outras bexigas com valores diferentes.
- Depois da realização dessa atividade, perguntem:
O que podemos tirar de lição com esta atividade?
Como foi o ataque e a defesa dos dois grupos?
Quais as dificuldades para defender os valores?
Como o grupo 01 se sentiu pressionado pelo grupo 02?
- Depois, peçam para que eles leiam quais os valores do grupo 01(família) e do grupo 02(amigos).
- Para finalizar, enfatizem a importância do tempo que os pais precisam ter para dialogar com seus filhos, como também a importância do envolvimento do jovem crente com os trabalhos da igreja, específicos para sua faixa etária.
Por Sulamita Macedo

terça-feira, 8 de maio de 2018

Pré-aula Adolescentes Lição 7 - Na separação entre os pais, como agir?

Adolescentes Lição 07: Na Separação entre os Pais, como Agir?

Revista: Adolescentes 13 e 14 anos

2º Trimestre de 2018
OBJETIVOS DA LIÇÃO
Explicar que a verdade de Deus é que o casamento seja indissolúvel;
Mostrar a realidade da separação;
Instruir sobre como agir na situação de separação dos pais.

Olá caro(a) professor(a),
Nesta lição vamos tratar a respeito de um assunto que faz parte da realidade que seus alunos estão vivendo ou pelo menos conhecem alguém que está enfrentando esta dificuldade: o divórcio dos pais. O processo de divórcio é um problema que muitas famílias estão passando e isso afeta diretamente a vida dos filhos em todos os sentidos. Há casais que residem na mesma casa, mas já estão separados há muito tempo. Resistem em abandonar o lar porque sabem que os filhos sofrerão duramente com a quebra do matrimônio. E quando não buscam a solução para o problema não resta outra saída a não ser cada um seguir o seu caminho. Mas Deus deseja reverter o quadro desta triste situação e seus alunos podem ser o canal de Deus para que um milagre aconteça.
A família é um projeto maravilhoso que Deus idealizou a fim de separar um povo seu que o adore com sinceridade e anuncie as virtudes do Reino Celestial em toda a terra (cf Jo 4.24; 1 Pe 2.9). O pastor Jamiel de Oliveira Lopes discorre a respeito do matrimônio em seu livro Psicologia Pastoral (2017, pp. 332, 333)
“A Bíblia ensina que o casamento é uma aliança entre um homem e uma mulher para união indissolúvel. Portanto, é mais do que um contrato civil ou exigência social. Ele foi instituído para que os cônjuges tenham sempre o compromisso de serem fiéis reciprocamente, na saúde, na doença, na felicidade, na adversidade. São propósitos do casamento: comunhão, fraternidade, compartilhar sonhos, fidelidade mútua, fraternidade e reciprocidade.
Com o casamento, o homem ‘deixa’ emocionalmente de ser filho para se tornar marido, e a mulher ‘deixa’ de ser emocionalmente filha para se tornar esposa. Se não houver esse ‘abandono’ emocional, haverá problemas no casamento, especialmente com relação aos sogros. Mas isso não significa que ambos deixarão de ter sentimento pelos pais
[...] O plano original de Deus é que o homem e sua mulher deixem suas famílias e ‘unam-se’ um com o outro ‘até que a morte os separe’. A palavra ‘une’ significa ‘cimentar’ no hebraico. Deus disse que os dois seriam ambos uma carne. Esse é um relato da intimidade do casamento quando um homem e uma mulher casados expressam o seu amor mútuo e desfrutam dele através do ato sexual.
A separação e o divórcio não fazem parte do plano de Deus para o casamento. O relacionamento do casal conforme a Bíblia deve ser para sempre, até que a morte os separe.”
Tendo como base esses princípios bíblicos a respeito do casamento, o adolescente cristão deve estar seguro de que a família é um projeto de Deus. Sendo assim, administrar o conflito e as implicações de uma separação fazem parte do empenho dos filhos pela recuperação da família ou mesmo para minimizar os impactos que o divórcio podem causar. A seguir, algumas medidas que podem ajudar neste processo:

1. Em primeiro lugar é importante compreender que o seu aluno que está enfrentando uma situação muito difícil. Não é fácil saber que os pais a quem tanto amamos estão passando por este tipo de dificuldades e chegaram à conclusão de que não vale à pena continuar sendo uma única família. Entender seu aluno e mostrar apatia é fundamental para que ele saiba que não está sozinho diante desta dificuldade. Ele pode contar com o apoio da igreja e, principalmente, do Espírito Santo para ajudá-lo a superar esta difícil etapa.
2. Outro aspecto importante a ser conversado com os seus alunos é o fato de ter que aceitar a situação. Qualquer resistência a aceitar a nova realidade pode trazer mais sofrimento. Admitir que a situação é difícil não significa que não possa ser revertida. A família é um lindo projeto de Deus e seus alunos não devem desistir dela, mas aprender a lidar e se adaptar a esta nova realidade. Geralmente quando somos acometidos por problemas pessoais ou familiares isso absorve muita energia emocional. Portanto, é preciso cuidar da saúde e manter o controle sobre as emoções para que não sejam tomadas decisões precipitadas ou mesmo avaliações equivocadas sobre a situação.
3. Aprender a lidar com a nova realidade é uma oportunidade de aprendizado. Por isso, seus alunos não precisam se cobrar demasiadamente como se fossem os causadores do problema. Mostre para eles que a decisão da separação foi inteiramente dos pais e isso foge do controle dos filhos.
4. Identificado o problema e aceito o fato, agora é o momento de orar e buscar intensamente a face de Deus. Quando se tem um lar cristão o conhecimento a respeito da vontade de Deus torna-se mais fácil. A firmeza espiritual de seus alunos diante da situação será fundamental para que haja esperança em meio ao caos. Deus é poderoso para reerguer a família, mas é preciso compreender que as decisões e disponibilidade para obedecer a vontade de Deus são dispensadas ao ser humano.
Ajudá-los a administrar o conflito é o seu papel como professor da Escola Dominical. Ao ensinar esta lição, mostre-se compreensível com seus alunos. Esse é um assunto que deve ser tratado com muita cautela. Saiba que Deus deseja usá-lo para curar as feridas da alma de seus alunos. Ore ao Senhor e peça a sabedoria necessária para alcançá-los com uma palavra inspirada e que irá ajudá-los a superar esta dificuldade.
Tenha uma excelente aula!
Thiago Santos
Editor do Setor de Educação Cristã da CPAD
- Para introduzir o estudo, apliquem a dinâmica “Cabo de Guerra”.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.  Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Cabo de Guerra
Objetivo: Refletir sobre a situação dos filhos divididos entre atenção e orientação dos pais separados.
Material:
01 corda
Palavras digitadas: PAI, MÃE, VOCÊ.
Procedimento:
- Falem para os alunos sobre uma brincadeira por nome “cabo de guerra”, que consiste em duas equipes segurar uma corda, cada uma numa extremidade oposta, vencendo aquela que puxar a outra até que ultrapasse a marca traçada no chão, equivalendo a metade da corda.
- Depois, façam uma simulação dessa brincadeira, com algumas modificações:
. Escolham dois alunos para puxar a corda, um de cada lado.
. Coloquem de um lado da corda a palavra “PAI” e do outro lado “MÃE”.
. No meio da corda, coloquem a palavra “VOCÊ”.
- Marquem a metade da corda, com um traço no chão ou utilizem um objeto para esta demarcação.
- Solicitem aos dois alunos para iniciar o jogo e solicitem que os demais observem.
- Depois, perguntem o que estamos vendo? O que isto pode exemplificar?
Aguardem as respostas. Fiquem atentos as falas dos alunos, pois nesse momento, alguns podem se identificar com esta situação.
- Falem apontando para o cabo de guerra: Alguns alunos podem estar passando por uma situação semelhante a um cabo de guerra, pois possuem pais separados. O pai puxa para um lado, a mãe para o outro. E você, no meio dessa guerra. O que fazer?
- Depois, trabalhem com os alunos os pontos levantados na lição, enfatizando que embora os pais estejam separados, precisam apoiar, orientar, amar os filhos.
Ideia original da brincadeira Cabo de guerra: desconhecida
Dinâmica elaborada por Sulamita Macedo.

fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

terça-feira, 1 de maio de 2018

Pré-aula Adolescentes Lição 06 - Meus pais tem religiões diferentes, e agora?

Adolescentes Lição 06: Meus Pais têm Religiões Diferentes, e Agora?

Revista: Adolescentes 13 e 14 anos

2º Trimestre de 2018
ESBOÇO GERAL
A Religião
As religiões dos meus são diferentes, e agora?
Pregação sem palavras

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Explicar o que é a religião;
Conscientizar que Deus deve ser amado sobre todas as coisas;
Propor uma maneira de pregar o Evangelho à família.

EVANGÉLICA, MAS NÃO EVANGELIZADORA
Pr. Claudionor de Andrade
Hoje, durante o almoço, um convidado ilustre e bem falante voltou-se para mim e, dispensando os exórdios de praxe, perguntou-me: “Qual o maior desafio da igreja evangélica brasileira atualmente?” A pergunta não chegou a surpreender-me, porque eu já vinha pensando no assunto. Por isso, não tive dificuldades em responder ao meu vizinho de garfo e de sobremesa: “Nosso maior desafio, hoje, é voltar a ser Igreja”. Como não tinha tempo para costurar outras considerações sobre a nossa cristandade, generalizei umas coisas aqui, especifiquei outras ali. E resolvi calar-me. Não sei se o meu interlocutor deu-se por satisfeito. Mas, naquele momento, era tudo o que eu podia dizer.

Gostaria de haver explicado àquele homem atencioso e culto que, à medida que nos robustecemos como organização, debilitamo-nos como organismo. E o que ganhamos em quantidade, já começamos a perder em qualidade. O futuro? Só Deus sabe. Logo, o que tanto temíamos acabou acontecendo: o nominalismo já é uma epidemia entre nós. Por conseguinte, o diagnóstico que o Senhor Jesus fez de Sardes também serve para a igreja evangélica brasileira: “Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto” (Ap 3.1).
Tornamo-nos ricos, poderosos, influentes. Bastamo-nos a nós mesmos. Hoje, não precisamos mais evangelizar para crescer. O aumento vegetativo é suficiente para nos manter a pujança dos números. Então, por que gerar filhos espirituais, se nossos bebês, apesar de raros, ainda são capazes de inchar os róis de nossas igrejas? E, assim, vamos crescendo para dentro e diminuindo para fora. Afinal, nossas demandas internas são tão urgentes, que já não há tempo para tratarmos de coisas importantes como evangelismo e missões.
Florescemos como império. Murchamos como Reino. Os passos encurtaram e diminuíram, mas os paços alongaram-se e fizeram-se mais suntuosos. E os nossos pés? Dantes tão calejados, porém formosos, agora são mais delicados que os da esposa de Cantares. E, nem por isso, fizeram-se mais limpos.
Antes, éramos arrolados entre os mártires, agora, entre os ricos e famosos. Outrora pobres, enriquecíamos a muitos. No presente, temos ouro e prata, mas já não temos autoridade para declarar: “Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda!” (At 3.6) Sim, de nada temos falta. Mas a nossa pobreza espiritual já não pode ser disfarçada. Como se não bastasse, ainda nos orgulhamos de uma visão administrativa que vê tudo, menos o Reino de Deus na manjedoura.
Ontem, éramos odiados por sermos biblicamente corretos. Hoje, o mundo nos bajula por estarmos entre os política e socialmente corretos. Ganhamos influência junto aos palácios e câmaras. Todavia, já não temos ousadia junto ao trono daquele, cuja soberania não deve ser ignorada.
No início, a igreja era evangelizadora. Agora, meramente evangélica. Se no passado fazíamos história, no presente, nem históricos somos. Já não temos qualquer perspectiva quanto ao futuro. Perdemo-nos no tempo, e já não conseguimos achar o Pai da Eternidade.
Sim, há exceções e não são poucas. Infelizmente, passamos a ser conhecidos não pelas exceções, mas pela regra geral. Se as exceções fazem o cristianismo invisível e militante, a regra geral dá corpo e forma à cristandade visível e já bem conformada com o mundo. Infelizmente, ainda não podemos arrancar o cristianismo da cristandade, mas podemos impedir que ela venha sufocar-nos. E, assim, vai o nome de Cristo sendo vituperado.
Ontem o joio entre o trigo. Hoje, o trigo entre o joio. E, pouco a pouco, vai a erva daninha sufocando a boa semente.
O que aconteceu conosco? John Stott foi buscar três simples palavras para descrever a igreja evangélica de nossos dias: “Crescimento sem profundidade”. O seu diagnóstico foi preciso, porém doloroso. Referia-se não somente à igreja de seu país, mas também à do Brasil. Pois não deixamos de ser um reflexo do que acontece no universo evangélico europeu e, principalmente, norte-americano. Houve um tempo, em que nos supúnhamos imunes à indiferença que levou as igrejas da Europa e dos Estados Unidos a beirar a extinção. Infelizmente, já estamos indiferentes à nossa própria indiferença.
Antes, a espiritualidade da igreja era aferida pela Bíblia. Hoje, pelo IBGE. Regozijamo-nos com estatísticas e gráficos. Aliás, o texto áureo de muitos obreiros hoje é: “Sede numerosos e ricos, porque Eu sou rico e numeroso”. Será que a lição de Davi não serve para nada? O filho de Jessé, mais preocupado com o seu império do que com o Reino de Deus, ordenou que Joabe levantasse o censo de Israel. Mas isso lhe custou muito caro. E, por fim, teve de aprender que o Senhor não precisa de grandes números para estar entre o seu povo. Bastam-lhe três santos, e no meio destes estará para sempre.
Certa vez, João Paulo II reclamou do número de seus fiéis. A quantidade era muita, mas a qualidade pouca. A mesma reclamação faria Billy Graham. Tanto o papa quanto o evangelista estavam certos. Mas nós, por falta de senso, continuamos preocupados com o censo. Entre outras razões, porque os recenseamentos medem não propriamente o nosso cristianismo, mas a nossa cristandade. Eles não mostram o nosso empenho evangelístico, mas o nosso engenho político. É por isso que nos alegramos quando elegemos um deputado, mas não demonstramos a mesma alegria ao enviarmos um missionário ao campo.
Diante de um deserto tão vasto, a pergunta faz-se império neste reino de indiferença: “Como voltar a ser uma igreja verdadeiramente evangélica?” Em primeiro lugar, devemos nos preocupar mais com o cristianismo e menos com a cristandade. Esta sempre estará bem visível e vistosa. Mas aquele, posto que invisível, precisa começar a aparecer com a mesma intensidade, pois esta é a recomendação de nosso Senhor: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” Mt 5.16). Às vezes, damos muita ênfase à fé, e esquecemo-nos das ações de misericórdia e justiça que devem caracterizar o discípulo de Cristo.
Um dos melhores livros que li foi o Cristianismo Básico de John Stott. Embora direcionado ao novo crente, deveria ser lido por todo teólogo velho e calejado. Afinal, todos carecemos das verdades simples, porém indispensáveis, que fazem do pecador um autêntico cristão. Logo no início de sua obra, escreve o irmão Stott: “O que então devemos fazer? Devemos assumir um compromisso pessoal com o Senhor Jesus, de coração e de mente, alma e vontade, entregando nossas vidas a ele, sem reservas. Devemos nos humilhar diante dele. Devemos confiar nele como nosso Salvador e nos submetermos a ele como nosso Senhor; para então assumirmos nossos lugares como membros fiéis da igreja e cidadãos responsáveis dentro da comunidade”.
Diante do exposto, resgatemos urgentemente o termo “evangélico” que, desgastado midiaticamente, é hoje um sinônimo mero e ordinário de riqueza, sucesso e atrevimento. Não me atrevo a apontar culpados. Todos somos responsáveis pelo que vem acontecendo em nossos arraiais. Contudo, jamais haverei de isentar a famigerada Teologia da Prosperidade que, com a sua ação preferencial pelos ricos, transformou a igreja evangélica brasileira num arremedo teológico. Seus proponentes, sempre tão gabarolas e fanfarrões, substituíram a excelência da vida cristã pelo sucesso de uma existência cheia de coisas vazias e mentirosas.
Com a teologia da prosperidade veio uma enxurrada de modismos e asneiras. E, infelizmente, não são muitas as arcas para abrigar os cristãos que ainda teimam em seguir o cristianismo singelo e essencial que Jesus nos deixou.
Não quero a destruição da igreja evangélica, mas espero que ela seja também evangelizadora. E que volte a falar aos pecadores, pois esta é a sua razão de ser. Sim, não desejo a sua destruição. Todavia, anseio que ela seja mais cristianismo que cristandade. Almejo também que ela aumente como Reino e diminua como império. E que, crescendo, não venha a inchar. A igreja não precisa diminuir em quantidade, mas é urgente que venha a crescer em qualidade. Mas, para que isso aconteça, é preciso que eu e você busquemos um avivamento autenticamente bíblico.
Eu gostaria de ter dito tudo isso ao meu interlocutor durante o almoço de hoje. Mas tive pouco tempo. Já em minha sala, agradeci aquele homem gentil e culto pela pergunta. Num momento como este, as perguntas são mais necessárias que as respostas, pois elas levam-nos ao arrependimento e às respostas que somente Deus pode dar-nos.

Marcelo Oliveira de Oliveira
Redator do Setor de Educação Cristã da CPAD
- Para introduzir o estudo, apliquem a dinâmica “Religiões Diferentes”.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.  Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Religiões diferentes
Objetivo: Refletir sobre a convivência familiar quando há religiões diferentes.
Material:
Não é necessário
Procedimento:
- Falem que nesta lição o assunto a ser tratado será sobre família na qual existem pessoas com religiões diferentes.
- Façam um levantamento da situação dos alunos quanto a isto, escrevendo a quantidade de alunos nos seguintes casos:
Pais e filhos evangélicos
Filhos evangélicos e pais com outras religiões
- Perguntem para os alunos do segundo caso, como tem sido a relação entre eles e seus pais.
Aguardem as respostas.
- Em seguida, organizem uma encenação sobre:
Filhos evangélicos que querem impor aos pais sua crença.
Pais não crentes que não aceitam que o filho seja evangélico, reprimindo outra forma de crença na família.
- Depois, solicitem qual o posicionamento dos alunos sobre os dois casos.
- Em seguida, apresentem orientações de como de se portar diante destas situações, de acordo com a Palavra de Deus, observando também as indicações apontadas na lição.
- Para concluir aproveitem a atividade e contextualizem com a situação vivenciada pelos alunos, diante de conflitos enfrentados na família quando seus membros professam religiões diferentes.
Por Sulamita Macedo.

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/
http://www.escoladominical.com.br

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Pré-aula Adolescentes Lição 5 - Como conviver com o diferente

Adolescentes Lição 05: Como Conviver com o Diferente?

Revista: Adolescentes 13 e 14 anos

2º Trimestre de 2018
ESBOÇO GERAL
Sou diferente, e daí?
A diferença como presente
Todos são diferentes e agora?

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Compreender que as pessoas são diferentes uma das outras;
Ensinar que a diversidade é dádiva de Deus;
Mostrar que se relacionar bem com o diferente depende de nós.
PENSE COM A MENTE DE CRISTO
Valmir Nascimento
Ter a mente do Senhor é um aspecto central da fé cristã. O apóstolo Paulo expressou isso da seguinte forma: Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo (1Co 2.16). No original grego, a palavra mente (nous) significa o lugar da consciência reflexiva, compreendendo as faculdades de percepção e entendimento, e do sentimento, julgamento e determinação [1]. 
Ter a mente de Cristo, portanto, implica em pensar como ele e aplicar as verdades bíblicas em tudo o que fazemos. Ter a mente de Cristo envolve refletir, compreender, sentir, julgar e decidir de acordo com a vontade de Deus.

Em síntese, pensar com a mente de Cristo envolve três aspectos básicos: visão, reflexão e decisão nos moldes de Jesus. Todos esses componentes, juntos, formam uma cosmovisão adequada e biblicamente relevante.

Comecemos pela visão.

A visão é um dos cinco sentidos que formam o conjunto da percepção humana. A visão de Jesus envolve a observação crítica sobre a sociedade e as pessoas em geral. Ao chamar os seus primeiros discípulos, ele disse: "Vinde e vede" (Jo 1.38). Em outra oportunidade o Mestre alertou: "Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo" (Mc 13.33). Mas, muito além de aconselhar os seus discípulos sobre a importância da visão, o próprio Mestre colocava essa verdade em prática.

É interessante como a Bíblia enfatiza o olhar de Jesus em diversas oportunidades e situações (Mt 19.26; Mc 14.67; Mc 10.27; Jo 11.41; Jo 17.1), a revelar a sua preocupação em entender o seu próprio tempo e os fatores de influxo da sociedade da época. Ele era espiritual, mas não alienado; tinha uma percepção muito clara sobre o contexto cultural, religioso, econômico e político daquele momento.

As características marcantes da visão do Mestre nos fornecem condições suficientes para fundamentar uma perspectiva cristã sobre todas as coisas, afastando ao mesmo tempo o olhar míope e desvirtuado do mundo em que vivemos. Na medida em que observamos seus ensinamentos, o conteúdo de suas parábolas e a forma como vivia, entendemos o ponto de partida da cosmovisão cristã, consistente na forma adequada de se ler e compreender o mundo à nossa volta.

Mas, como Jesus enxergava?

Os evangelhos deixam transparecer que Jesus via e compreendia toda a realidade a partir de três focos essenciais:Criação, Queda e Redenção. Além de formar a própria lente do Cristianismo esses três elementos ajudam a compreender e refutar as cosmovisões antiteístas e não cristãs, pois toda visão de mundo pode ser analisada pela maneira como responde a três perguntas básicas: De onde viemos e quem somos nós (criação)? O que deu errado com o mundo (queda)? E o que podemos fazer para consertar isso (redenção)?

Seja como for, o que nos importa é assimilar a abrangência da visão de Cristo com fundamento nessa tríade, sem desprezar nenhum de seus aspectos, pois como escreveu Timothy Keller: “Se você deixa de lado alguma destas três perspectivas, você tem uma visão distorcida da realidade” [2] .

Referências:
[1] VINE, W. E., Dicionário Vine. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p. 784.
[2] Disponível em: Disponível em: http://timkelleremportugues.blogspot.com.br/2010/08/criacao-queda-redencao-e-seu-dinheiro.html. Acesso em 10 de abril de 2014.
Texto extraído do site CPADNEWS. Disponível em: <http://www.cpadnews.com.br/blog/valmirnascimento/enfoque-cristao/108/pense-com-a-mente-de-cristo.html>
Marcelo Oliveira de Oliveira
Redator do Setor de Educação Cristã da CPAD

- Para finalizar, utilizem a dinâmica “Convivência em Revisão!”
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Convivência em Revisão!
Objetivo:
Analisar nossas ações no âmbito familiar.
Material:
01 caixa, 01 tesoura, 01 prego, 01 lixa, 01 chave, 01 cotonete.
Procedimento:
- Fale que dentro da caixa há vários objetos, que poderão ou não ser utilizados, dependendo tão somente de nossa iniciativa. Então, comecem a mostrar cada um deles, perguntando para que servem. Por exemplo:
Tesoura: cortar, separar, dividir, retirar excessos.
Prego: Fixar, unir.
Lixa: Retirar as asperezas, os excessos.
Chave: Abrir ou fechar.
Cotonete: Limpar ouvido.
- Agora, perguntem: Como estes objetos, figuradamente, podem ser utilizados para que a convivência familiar seja melhorada?
Exemplos:
Tesoura: Cortar, separando o que deve permanecer daquilo que deve ser rejeitado.
 Prego: Fixar a Palavra de Deus nas nossas mentes, unindo o que lemos com as ações que executamos.
Lixa: Retirar o que está em excesso, deixando limpo sem “asperezas”.
Chave: Abrir espaço para ações benéficas. Fechar espaço para atitudes destrutivas promotoras de desavenças.
Cotonete: Retirar aquilo que nos impede de escutar o outro.
- Para finalizar, façam um breve comentário sobre os benefícios e malefícios causados pelas atitudes dos membros familiares, proporcionando ou não ambiente de boa convivência.
Por Sulamita Macedo.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Pré-aula Adolescentes Lição:04 - Eu devo ser assim?

Adolescentes Lição 04: Eu devo ser Assim?

Revista: Adolescentes 13 e 14 anos

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: Eu devo ser assim?
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.  Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para finalizar, utilizem a dinâmica “Campo de batalha”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Campo de batalha
Objetivos:
Refletir sobre as obras da carne e o fruto do Espírito.
Promover mudança de comportamento.
Material:
01 quadro ou cartolina
Palavras digitadas( 09 partes do fruto do Espírito e as 16 obras da carne)
01 lixeira
01 figura de uma casa e de uma pessoa
01 rolo de fita adesiva
1/4 da folha de papel ofício para cada aluno
Procedimento:
- Leiam Gl 5. 17.
- Falem: De acordo com o texto lido, observamos que há uma batalha constante entre a carne e o espírito.
- Apresentem as 16 obras da carne e as 09 partes do fruto do Espírito.
As palavras devem estar digitadas e separadas umas das outras.
Organizem as palavras em lados contrários, simbolizando oposição.
- Falem: Para o cristão, isto é, para aquele que deseja obedecer e frutificar, há uma solução neste campo de batalha.  Leiam Gl 5.16 “Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne”.
- Falem: Aquele que anda em Espírito, rejeita as obras da carne.
- Então, apresentem uma lixeira e peçam para que 4 alunos retirem do quadro as 16 obras da carne e coloque-as na lixeira.
- Falem: Observem o que permaneceu, apenas as 09 partes do Fruto do Espírito. É isto que devemos buscar diariamente.
- Distribuam ¼ da folha de papel ofício para cada aluno.
- Coloquem em lugar visível as figuras da uma casa e de uma pessoa. A casa vai representar a família e a figura de uma pessoa o aspecto pessoal.
- Peçam para que os alunos escrevam ações que precisam ser retiradas ou melhoradas tanto a nível pessoal e familiar.
- Solicitem para que os alunos coloquem na lixeira os papéis contendo as atitudes negativas apontadas por eles; as ações positivas, simbolizando a limpeza, a pureza, a santidade requeridas para os salvos, devem ser colocadas no quadro.
- Agora leiam Jo 15.1 a 6 e I Pe 1.15.
Por Sulamita Macedo.

fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Pré-aula Adolescentes Lição 03 - Obediência e Adoração

Canal: ADBlu

Adolescentes Lição 03: Obediência e Adoração

Revista: Adolescentes 13 e 14 anos

2º Trimestre de 2018
ESBOÇO GERAL
O que os olhos não vêem, Deus vê
Quem ama obedece e quem obedece adora a Deus
Obedecer aos pais é obedecer a Deus

OBJETIVOS DA LIÇÃO
Propor uma vida transparente, sem aparência;
Analisar a obediência e sua relação com adoração;
Explicar o dever de obediência.
O EXERCÍCIO DA PIEDADE
Pr. Claudionor de Andrade
A melhor lição para se compreender a importância da obediência e sua correlação com a adoração é conhecer a disciplina da Piedade. Sobre isto, explica-nos o pastor Claudionor de Andrade:

“Recentemente ouvi a gravação de uma entrevista com o missionário Daniel Berg, feita nos anos sessenta. Naquela voz já cansada, naquela entonação já bastante amortecida pelo tempo e naquela simplicidade desconcertante, podia-se distinguir claramente um homem que vivia para orar e orava por viver na presença de Cristo. Este era o segredo do apóstolo da Obra Pentecostal no Brasil.
Berg exercitava-se intensamente na oração. Ao ler-lhe a biografia, tive a impressão de vê-lo ininterruptamente de joelhos. E foi justamente de joelhos que  semeou o Evangelho nas vastidões deste país. A colheita foi inesperada!
Temos nos exercitado na oração? Ou já temos nos conformado com uma vida desprovida de vida? Ou com um ministério sem serviço? Ou com uma esperança desesperançada? Ou com uma devoção desapaixonada e fria? 
Não podemos nos enganar: a piedade inexiste sem oração. Os mais piedosos são os que mais tempo passam aos pés do Senhor. Ao discorrer sobre a qualidade da vida cristã, E. M. Bounds é irretorquível: “É a força da oração que faz santos. Os caracteres santos são formados pelo poder da oração verdadeira”
Você tem por hábito orar todos os dias? Não estou perguntando se você tem o dom da oratória ou se as suas palavras no púlpito são convincentes. De joelhos, você ainda é um gigante? Intercedendo, tem eloqüência? Abençoando os que lhe querem o mal, são poderosas suas palavras? Que você leva o auditório às lágrimas eu sei; mas consegue chorar aos pés do Cordeiro até que Ele lhe incline os ouvidos?
Seu gabinete é confortável e acolhedor. Há nele porém o cantinho da oração? E as marcas dos joelhos? E a umidade das lágrimas? Aqui, você concede audiências e dá entrevistas, mas tem santificado um tempo para avistar-se com o Cristo de Deus? Ou está o Senhor do lado de fora a esperar pela hora que não vêm, pela porta que não se abre, pelo convite que não lhe é feito. Ponha-se aos pés de Cristo e, à semelhança de Maria, devote ao Cordeiro todas as suas devoções. Você não foi chamado para ser um mero executivo, mas para executar a vontade de Deus, ainda que adversas sejam as circunstâncias.
Ser bem articulado não é suficiente; o apoio humano falta quando mais dele precisamos. As riquezas não bastam em si mesmas; perdem-se em ações que se desvalorizam, inflacionando depressões e pesares. E as palavras, por mais rebuscadas e vívidas, nem sempre convencem; mas uma súplica contrita, ainda que muda, tem suficiente eloqüência para mover a mão de Deus.
Quanto mais nos exercitarmos em petições e súplicas diante de Deus, melhores ficaremos. Foi o que constatou o evangelista Stanley Jones: “Já descobri que sou melhor ou pior à medida que oro mais ou menos. Quando oro, sou igual a uma lâmpada colocada no lugar adequado; fico pleno de luz e poder”. Se orarmos com amor e perseverança, seremos poderosos em boas obras. E esse é o assunto do nosso próximo e último artigo desta série”
Para finalizar, utilizem a dinâmica “Você Sabe Seguir Instruções?”
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Você Sabe Seguir Instruções?
Objetivos:
Refletir sobre a importância da obediência à Palavra de Deus.
Promover de forma lúdica reflexão sobre a importância de estar atento as regras, não se embaraçando com outros apelos.
Material:
01 cópia para cada aluno da atividade “Você sabe seguir instruções?”(ver abaixo) e caneta.
Procedimento:
- Distribuam 01 cópia da atividade para cada aluno.
- Orientem os alunos para que sigam a instrução da atividade.
- Observem as atitudes dos alunos.
- Conforme orientação inicial do texto, o aluno deveria ler tudo antes de realizar qualquer outra ação. Mas, os apressados não observam esta consigna e realizam as ações solicitadas.
- Durante a execução da atividade, observem se algum aluno observou a orientação inicial do texto e, sem que os demais vejam, solicitem que não falem que os colegas estão errados.
- Depois que todos terminarem, trabalhem com os alunos sobre a importância de observar qual regra era para ser seguida e questionem a razão deles não terem observado a única norma correta, realizando as outras. O que lhes faltou?
Aguardem as respostas.
- Então, falem: Muitas vezes não observamos o que a Bíblia nos ensina e nos adverte e, por consequência, cometemos falhas. Devemos ler a Bíblia diariamente, observar seu ensino e obedecer.
- Leiam:
Sl 119. 97 e 105: “Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia! Lâmpada para os meus pés é tua palavra e luz para o meu caminho”.
Mt 7.24 “Todo aquele que, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha”.
Texto da Atividade: Você sabe seguir instruções?
Leia tudo antes de fazer qualquer coisa, mas trabalhe o mais rapidamente que puder.
01 – Coloque seu nome no alto à direita deste papel.
02 – Passe um círculo em volta da palavra nome.
03- Agora faça um círculo em torno do título deste trabalho.
04 – Escreva o nome da capital do estado que você nasceu:_____________________
05 – Sublinhe toda a frase no. 01 e diga em voz alta: comecei!
06 – Faça três quadrados na margem superior esquerda da folha.
07 – Agora que você chegou até aqui, diga o seu nome completo em voz alta.
08 – Se você acha que acompanhou as instruções até esse ponto, levante o braço direito e diga em voz alta: Acompanhei!
09 – Feche os olhos e levante sua mão esquerda acima da cabeça e levante-se da cadeira por 10 segundos.
10 – Conte em voz alta de 10 a 01.
11 – Escreva nas costas da folha uma atividade preferida.
12 – Agora, levante-se e diga: estou terminando!
13 – Conte quantas pessoas tem na turma e escreva: ___________
14 – Agora que você leu todas as instruções, cuidadosamente, faça somente o que a frase dois solicita. Ignore todas as instruções, mas, por favor, não revele ao seu colega do lado.
Autoria desconhecida
Dinâmica adaptada por Sulamita Macedo.

fontes: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/
http://www.escoladominical.com.br