segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Lição 10: Milênio - Um Tempo Glorioso para a Terra



“Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele mil anos” (Ap 20.6).


A tragédia do pecado transtornou toda a ordem que reinava no planeta. O homem, criado à “imagem de Deus”, perdeu a glória que o Criador imprimiu em sua estrutura espiritual, emocional e física. O resultado foi a doença, o envelhecimento e a morte, no aspecto físico (Gn 3.19).
O homem conheceu a morte espiritual, ou seja, a separação de Deus, e se torna morto “em ofensas e pecados” (Ef 2.5; Gn 2.17). E conheceu o mais terrível inimigo, depois de Satanás - a morte física (1 Co 15.26; Rm 5.12). Suas estruturas, seus nervos, suas células, seus tecidos, seu corpo todo e sua mente sofreram o impacto violento de mudanças radicais. Sua energia vital foi reduzida a um nível tão baixo, que, hoje, um vírus ou um micróbio pode levá-lo à morte física. Basta que o cérebro fique privado de oxigênio durante dois ou três minutos para que sobrevenha a morte, ou, no mínimo, lesões irreparáveis. A morte física, conseqüência do pecado, foi um preço alto demais pelo conhecimento do pecado. Doenças, dor, separação, lágrimas, tristezas, angústias, tudo por causa de um gesto, um ato, uma ação de desobediência ao Criador, que avisou ao homem que não comesse da árvore proibida: “Certamente morrerás”.
O planeta Terra, que seria um “paraíso global” para o habitat do homem, sofreu a maldição de Deus. A ecologia foi mudada. As condições ambientais foram transformadas. Antes, a terra só produzia para benefício do homem. Depois passou a germinar cardos e espinhos.

Isso, sem dúvida, refere-se a tudo que, na natureza, prejudica o homem. Este se serve da terra, mas com dor, com sofrimento. Mesmo que use a inteligência e consiga utilizar os instrumentos materiais para o cultivo da terra, isso tem um custo muito alto. E os frutos da produção não são acessíveis a todos.
Mas Deus, em seu amor e misericórdia para com o ser criado, realizou o seu plano de redenção da humanidade, enviando Jesus Cristo para morrer em seu lugar e salvar a todo que nEle crê (Jo 3.16). O plano de salvação é da parte de Deus, mas precisa da aceitação do homem, dotado de livre-arbítrio; e o pecado continua a dominar a mente humana. Deus tem um plano glorioso para o planeta Terra, que inclui a restauração espiritual, moral, social, ecológica, ambiental e institucional. Porém, para que esse plano global de restauração possa ser implementado, as estruturas espirituais e humanas precisam ser transformadas. E essa transformação se dará quando Cristo puser seus pés sobre o Monte das Oliveiras, e destruir todos os poderes espirituais, satânicos e humanos da face da terra. Já vimos que, em sua vinda em glória, Jesus vai prender o Diabo no abismo (Ap 20.1), durante mil anos, e o falso profeta e o Anticristo serão lançados no “lago de fogo e enxofre” (Ao 19.20). Neste estudo, veremos o que a Bíblia nos revela sobre o Milênio, que trará um período sem precedentes na História do homem e do planeta Terra.
1 - O Reino Milenial
1. A Restauração do Planeta
O Milênio será um período literal de mil anos, e não uma utopia, como ensinam certos teólogos revisionistas da Palavra de Deus. No período milenial, Jesus governará a Terra, juntamente com sua Igreja glorificada, preparando-a para ingressar no “perfeito estado eterno”. Nos sete primeiros versículos do capítulo 20 de Apocalipse, aparece a expressão “mil anos” seis vezes. O planeta foi dado por Deus “aos filhos dos homens” (SI 115.16). “E tomou o Senhor Deus o homem e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar” (Gn 2.15). Além de cuidar do planeta, o homem teria o domínio da Terra, com autoridade delegada pelo Criador sobre todos os reinos naturais (Gn 1.28). Mas, usando mal o seu livre-arbítrio, o homem fracassou em cuidar de si mesmo e do planeta.
Era o plano original de Deus que o homem, feito à sua imagem e semelhança, o representasse, cuidando do planeta. Porém, com a entrada do pecado no mundo e a Queda do homem, toda a natureza foi perturbada e atingida pelos nefastos efeitos do rompimento da comunhão do homem com o Criador. Diz Paulo: “Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora” (Rm 8.20-22). A Terra ou a criação aguarda a gloriosa redenção do homem e da própria natureza, quando Cristo assumir o Reino Milenial (Rm 8.23).
2. Jesus Governará a Terra
As profecias asseguram isso. O anjo da anunciação disse a Maria, acerca de Jesus: “Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai, e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu Reino não terá fim (Lc 1.32,33). Para que Jesus possa reinar soberanamente sobre a Terra, todos os governos e reinos terão que se submeter à sua vontade. “Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para te salvar, porquanto darei fim a todas as nações entre as quais te espalhei; a ti, porém, não darei fim, mas castigar-te-ei com medida e, de todo, não te terei por inocente” (Jr 30.11 - grifo nosso). “E o Senhor será rei sobre toda a terra; naquele dia, um será o Senhor, e um será o seu nome” (Zc 14.9; Ap 11.15,16).
Na revelação que Deus deu a Nabucodonosor, ele viu todos os impérios mundiais, um após outro, em sucessão do poder humano e político. No resumo a seguir, do teor da visão de Nabucodonosor, vemos a seqüência histórica dos reinos do mundo, todos entrando em decadência, até serem substituídos pelo Reino que não terá fim, o Reino de Cristo, no Milênio. Cada parte da estátua representava impérios e reinos com domínio sobre o mundo.

1) A cabeça de ouro: Representava o Império Babilônico (Dn 2.32,37,38). Foi o primeiro império mundial (gentio), entre os anos 604-561 a.C; em 586 a.C., foi destruído o Templo de Salomão em Jerusalém;1 O rei era obcecado pelo espírito de grandeza do seu reino: foi um grande administrador; construiu os famosos “jardins suspensos ; Deus lhe falou em sonhos, e mostrou o fim de seu reino.
2) O peito de prata: Representava o Império Medo-Persa (2.32); vê-se a confirmação nos capítulos 7 e 8. A História Geral mostra isso. A Babilônia, no tempo de Hamurábi, construiu um canal que ia até o Golfo Pérsico, paralelo ao Eufrates; no 2º Império, cresceu muito, e corrompeu-se, enfraquecendo-se; os medos e persas, coligados, invadiram de noite; o povo recebeu-os com festas (556 a.C.). Segundo a História, os invasores desviaram o rio por baixo das muralhas.
3) O ventre de bronze: Representa o Império Grego (2.32). Da- rio foi enfrentado pelos gregos, durante meio século (492-449 a.C.). Alexandre da Macedônia foi quem o derrotou em 330 a.C. Dario foi assassinado por um sátrapa, enquanto caía nas mãos dos gregos (História Geral Armando Souto Maior). Alexandre dominou o mundo de então. Estendeu seu império até à índia, Babilônia, Egito. Em Babilônia, foi recebido com festas. No Egito, aceitou o título de “Filho de Amom”. Começou a reinar com 20 anos. Aos 33 anos, morreu embriagado, com febre. Seu império foi esfacelado (Dn 8.21,22), dividido entre seus quatro generais: Lisímaco, Cassandro, Seleuco e Ptolomeu, conforme a História Geral, para cumprir-se a profecia.
4) As pernas de ferro, pés em parte de ferro e em parte de barro. Representam o Império Romano. Nos meados de 300 a.C., Roma dominou a Grécia e dominou o mundo. O Império estendeu-se por toda a parte. Em 395, d.C., dividiu-se em duas partes (as duas pernas): Império Romano do Ocidente e Império Romano do Oriente.
O primeiro, com sede em Constantinopla; o segundo, com sede em Roma. Historicamente, foi o cumprimento perfeito da profecia. Deus vela pela sua Palavra para a cumprir (Jr 1.12). 
5) Dez dedos - barro misturado com ferro (2.41,42). São dez reinos, resultantes do antigo Império Romano, que estarão em evidência nos fins dos tempos (v. 44); correspondem aos 10 chifres do 4° animal de Daniel 7.24 e aos 10 chifres da Besta de Apocalipse 13.1 e 17.3. Refere-se a um poder que “existiu, e que no momento não existe, mas que voltará a existir” (Ap 17.8). Trata-se de uma confederação de nações, que se unirão no território do antigo Império Romano. Hoje, é identificado como a União Européia, que já tem um parlamento, e uma moeda única, o Euro. Corresponde aos tempos atuais, em que as nações, em geral, são governadas por democracias que são, ao mesmo tempo, fortes (ferro) e fracas (barro). Não há verdadeira união. O número 10, na Bíblia, dá ideia de globalização.
Notemos que a Europa, que foi o “berço das missões mundiais , é atualmente o lugar mais avesso ao evangelho de Cristo. Ali, o cenário espiritual está sendo preparado pelo Diabo para dar lugar ao Anticristo. Igrejas estão sendo fechadas aos milhares ao longo dos últimos anos. O movimento islâmico radical está se impondo como força política e religiosa, com o intuito de dominar o mundo. O ódio a Israel é evidenciado de forma clara e aberta, e os governos silenciam. Os judeus estão migrando para sua pátria em grande número, pois a perseguição está se intensificando contra descendentes de Abraão.
6) O Reino que não terá fim-a pedra cortada sem mãos. Diz o livro de Daniel: “Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e esse reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos e será estabelecido para sempre. Da maneira como viste que do monte foi cortada uma pedra, sem mãos, e ela esmiuçou o ferro, o cobre, o barro, a prata e o ouro, o Deus grande fez saber ao rei o que há de ser depois disso; e certo é o sonho, e fiel a sua interpretação” (Dn 2.44,45). Será o Reino de Cristo, implantado no Milênio. (Ver comentário na segunda parte deste estudo.)
Na seqüência acima, vemos que cada reino do mundo, nos tempos dos gentios”, que começaram com Jerusalém sendo pisada pelos babilônios (Lc 21.24), é temporário e inferior ao seu antecessor. Esses “tempos” terminarão quando Cristo destruir todos os impérios gentios do mundo, como descrito na visão da estátua misteriosa. Isso prova que a humanidade não tem evoluído espiritual nem moralmente. Caminha para a destruição de suas estruturas políticas, econômicas, sociais, morais e espirituais. Começa com ouro e termina com barro. (Ver Rm 1.18) A visão é espiritual. A Bíblia mostra o “fim da história”. E revela que a imagem representativa dos reinos do mundo começou grande e terminou em pó! A Pedra, que é Cristo, começou pequena, numa manjedoura, sem parecer nem formosura (Is 53.2), mas cresceu, tornou-se grande, gloriosa e encheu o mundo inteiro!
3. Jerusalém Será a Capital do Mundo
No Reino Milenial, Jerusalém será a capital espiritual e política do mundo. Em julho de 2015, os Estados Unidos deixaram de reconhecer Jerusalém como capital de Israel (um grande erro), para satisfazer os interesses dos inimigos de Israel. No entanto, no Milênio, ela será, de fato, não só a capital de Israel, mas a capital do mundo! 'Visão que teve Isaías, filho de Amoz, a respeito de Judá e de Jerusalém. E acontecerá, nos últimos dias, que se firmará o monte da Casa do Senhor no cume dos montes e se exalçará por cima dos outeiros; e concorrerão a ele todas as nações. E virão muitos povos e dirão: Vinde, subamos ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine o que concerne aos seus caminhos, e andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém, a palavra do Senhor” (Is 2.1-3 - grifo nosso; Is 60.3).
Os Estados Unidos, a Inglaterra, a França, a Alemanha, o Japão, o Brasil e todos os povos, para sobreviverem, terão que dar valor a Jerusalém: E acontecerá que todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém subirão de ano em ano para adorarem o Rei,
o Senhor dos Exércitos, e para celebrarem a Festa das Cabanas. E acontecerá que, se alguma das famílias da terra não subir a Jerusalém, para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, não virá sobre ela a chuva” (Zc 14.16,17 - grifo nosso).

II - Como Será o Governo de Cristo

1. Jesus Governará com seus Servos
No Milênio, o governo de Cristo representará o último reino mundial (e universal). Não será democrático, nem comunista, nem capitalista; será teocrático; virá do céu, implantado sem a mão do homem, que é sempre corruptível. Diz o livro de Daniel: “Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e esse reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos e será estabelecido para sempre. Da maneira como viste que do monte foi cortada uma pedra, sem mãos, e ela esmiuçou o ferro, o cobre, o barro, a prata e o ouro, o Deus grande fez saber ao rei o que há de ser depois disso; e certo é o sonho, e fiel a sua interpretação” (Dn 2.44,45 - grifo nosso).
A “pedra”, cortada “sem mãos”, representa Cristo (At 4.11;1 Co 10.4; 1 Pe 2.4); Jesus, o Rei, nasceu sem intervenção humana (Is 53.3; Dn 8.25). A pedra, que é Cristo, esmiúça a imagem simbólica, batendo nos pés (o que resta dos reinos mundiais); destrói o que resta do “Império Romano”; hoje, o Direito é romano, a filosofia vem dos gregos, a arrogância vem dos babilônios, a riqueza e a energia vêm dos petrodólares. Haverá um juízo repentino e catastrófico sobre toda a humanidade, como vimos no estudo sobre a Grande Tribulação. Tudo o que resta dos impérios, reinos, governos, sistemas políticos, econômicos e sociais será aniquilado e substituído pelo Reino de Cristo. O poder dos gentios começa e termina com uma grande imagem. Em Daniel, começa com a “cabeça de ouro” - Babilônia (Dn 2.31); em Apocalipse, termina com a imagem da Besta, o Anticristo (Ap
13.14,15).
Jesus reinará com poder pleno sobre a Terra. Em sua Carta a Timóteo, Paulo anteviu a glória do reino milenial: Ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus seja honra e glória para todo o sempre. Amém!” (1 Tm 1.17). Como a capital do mundo será Jerusalém, no aspecto político-administrativo, o governo do mundo terá a preeminência do povo de Israel. Não quer dizer que Israel vai dominar o mundo. Mas Cristo, em Jerusalém, dominará o mundo. Os líderes de Israel, no Milênio, seguirão as ordens legais do “Rei dos Reis e Senhor dos Senhores”. O líder universal será Cristo Jesus.
2. A Igreja Reinará com Cristo
Os salvos em Cristo haverão de participar da primeira ressurreição, como parte integrante da sua Igreja. Eles reinarão com Cristo no Milênio: “Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele mil anos (Ap 20.6; 1.6; 5.10 - grifo nosso). No toque da sétima trombeta, na Grande Tribulação, já haverá a proclamação do reinado universal de Cristo: “E tocou o sétimo anjo a trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre. E os vinte e quatro anciãos, que estão assentados em seu trono, diante de Deus, prostraram-se sobre seu rosto e adoraram a Deus” (Ap 11.15,16). Os salvos serão reis e sacerdotes e reinarão com Cristo com poder e autoridade sobre as nações: 11E ao que vencer e guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações, e com vara de ferro as regerá; e serão quebradas como vasos de oleiro; como também recebi de meu Pai, (Ap 2.26,27; 2 Tm 2.12a). Na verdade, além de julgar o mundo, os salvos da Igreja hão de julgar os anjos! (1 Co 6.3).
Daniel viu o reino de Cristo no plano universal “E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão” (Dn 7.27).
3. A Nova Jerusalém
Acima da Jerusalém terrestre, em Israel, haverá a Jerusalém Celeste, ou a nova Jerusalém”. (Ler Ap 21.1-26) Os salvos, em corpos glorificados, não precisarão das estruturas de moradia terrestre, nem dos suprimentos produzidos pelo homem, na agricultura, na indústria e no comércio. Os glorificados terão “metabolismo” espiritual. Seus corpos, semelhantes ao de Jesus ressuscitado (Fp 3.21), poderão deslocar-se no espaço sem auxílio de transportes aéreos, atravessar portas fechadas, como o fez Jesus após ressuscitar 0o 20.26). Por isso, habitarão na nova Jerusalém, que será uma cidade preparada nos céus. Jesus prometeu aos seus discípulos que iria prepara lugar no céu para eles 0o 14.2,3). A nova Jerusalém está nos céus (G14.26), mas, quando Jesus vier com sua Igreja, ela descerá para as regiões siderais e pairará como um satélite sobre o mundo. Pr. Cohen diz que “Essa maravilhosa cidade-noiva ficará pairada sobre a terra, durante todo o Milênio, como uma bela estrela, representando a glória de Deus” (Ap 21.23-27). “E as nações andarão à sua luz, e os reis da terra trarão para ela a sua glória e honra” (Ap 21.24 - grifo nosso). Certamente, os salvos glorificados transitarão entre a nova Jerusalém (nos céus) e a Jerusalém terrestre, num intercâmbio promovido pelos interesses do Reino Milenial.

III - Características Especiais do Milênio

1. Quem Participará do Milênio

Dois grupos de pessoas entrarão no Milênio. Um grupo será constituído dos salvos, com corpos glorificados, que incluem a Igreja, os salvos do Antigo Testamento e os salvos na Grande Tribulação (Ap 7.14) e “o remanescente” dos israelitas, salvos por Cristo, na Batalha do Armagedom (Rm 9.27). O outro grupo será o do restante dos povos, em corpos humanos naturais, que escaparem da Grande Tribulação, em um número bem reduzido, face os que forem exterminados nas catástrofes que desabarão sobre o mundo; e também as pessoas que forem nascendo durante o Milênio. Os povos que escaparem da Grande Tribulação entrarão no Milênio, e se organizarão como nações, alinhadas e adaptadas à Nova Ordem Divina sobre a Terra. Tendo em vista a ausência do Diabo, o mal, como existe hoje, não terá lugar na mente das pessoas, nem na natureza e nas relações entre as nações.
2. Sete Aspectos Relevantes do Milênio
1) Haverá um conhecimento universal de Deus. “Não se fará mal nem dano algum em todo o monte da minha santidade, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Is 11.9 - grifo nosso; Is 54.13) Haverá um derramamento pleno do Espírito Santo (Is 32.15). Nos tempos presentes, a maior parte dos meios de comunicação, de ensino, de pesquisas e informações privilegiam o conhecimento humano, notadamente de origem materialista, humanista e evolucionista. Mas, no Milênio, a mídia e todos os meios de comunicação de massa ou especializado divulgarão os benefícios e as características extraordinárias do Reino Milenial.
A pregação da Palavra de Deus será plenamente livre e os mensageiros de Deus terão acesso a todos os meios de comunicação para divulgarem as leis e os ensinos de Cristo (Mt 24.14). Será um verdadeiro avivamento mundial em busca do conhecimento de Deus. Jerusalém será o centro da evangelização mundial no Milênio: “E irão muitas nações e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à Casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e nós andemos pelas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e a palavra do Senhor, de Jerusalém” (Mq 4.2 - grifo nosso). O pecado, a rebelião e a incredulidade não serão tolerados (SI 2.10-12).
2) Haverá paz perfeita na Terra. Haverá um mundo sem doenças, sem violências e mortes e completa harmonia entre as nações. Por isso, Jesus é “o Desejado de todas as nações [...] diz o Senhor dos Exércitos” (Ag 2.7). Jesus é o “Príncipe da Paz” (Is 9.6). O homem desfrutará da mais completa paz, em todo o planeta. As famílias viverão em completa união. Os filhos terão plena harmonia com os pais (Is 65.23). Não haverá mais guerras ou conflitos bélicos durante os mil anos de paz sobre a Terra. E ele exercerá o seu juízo sobre as nações e repreenderá a muitos povos; e estes converterão as suas espadas em enxadões e as suas lanças, em foices; não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerrear” (Is 2.4). Esse clima de paz perfeita perdurará até o final do Milênio, quando haverá a “última Guerra Mundial”, a batalha de “Gogue e Magogue”, quando Satanás, solto por um pouco de tempo, levantará as nações contra Deus. (Ler os capítulos 38 e 39 de Ezequiel.)
3) A justiça e a verdade serão plenas. “Mas julgará com justiça os pobres, e repreenderá com equidade os mansos da terra, e ferirá a terra com a vara de sua boca, e com o sopro dos seus lábios matará o ímpio. E a justiça será o cinto dos seus lombos, e a verdade, o cinto dos seus rins” (Is 11.4,5). No Milênio, a justiça terá o padrão divino. Não haverá julgamentos injustos ou tendenciosos; não haverá justiça venal, nem venda de sentenças em julgamentos. “Ele mesmo julgará o mundo com justiça; julgará os povos com retidão” (SI 9.8; 50.6; 89.14; 96.13).
4) A natureza animal será mudada. Animais perderão sua ferocidade e medo do ser humano. “E morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará, e o bezerro, e o filho de leão, e a nédia ovelha viverão juntos, e um menino pequeno os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, e seus filhos juntos se deitarão; e o leão comerá palha como o boi. E brincará a criança de peito sobre a toca da áspide, e o já desmamado meterá a mão na cova do basilisco” (Is 11.6-8). Os animais voltarão a ser “vegetarianos”, como no início (Gn 1.30). Para os materialistas e ateus, essas predições sobre o Milênio não passam de utopia e mito. Também os teólogos materialistas, ou “ateólogos”2.

Certamente, responderão perante o autor da Bíblia. Diz ainda a Palavra de Deus: O lobo e o cordeiro se apascentarão juntos, e o leão comerá palha como o boi; e o pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o Senhor” (Is 65.25).
5) O reino vegetal será altamente produtivo. A maldição da terra por causa do pecado desaparecerá (Gn 3.17,18). Não haverá necessidade de agrotóxicos, pois a bênção de Deus estará sobre a produção de alimentos. Não haverá falta de alimentos (Jr 31.12; SI 67.5,6). A produção agrícola será altamente eficaz (Jl 2.24). A oferta de alimentos atenderá à procura e os preços serão equilibrados. “E edificarão casas e as habitarão; plantarão vinhas e comerão o seu fruto” (Is 65.21). “Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que o que lavra alcançará ao que sega, e o que pisa as uvas, ao que lança a semente; e os montes destilarão mosto, e todos os outeiros se derreterão. E removerei o cativeiro do meu povo Israel, e reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão, e plantarão vinhas, e beberão o seu vinho, e farão pomares, e lhes comerão o fruto” (Am 9.13,14; ler Is 30.23,25). Um rio sairá de Jerusalém e fertilizará as terras (Zc 14.8; Ez 47.1,12);
6) Haverá saúde e prosperidade para todos. As condições ambientais serão altamente favoráveis à melhoria da qualidade de vida no planeta. A longevidade surpreenderá a todos pelas excelentes condições de saúde. “Não haverá mais nela criança de poucos dias, nem velho que não cumpra os seus dias [...] E edificarão casas e as habitarão; plantarão vinhas e comerão o seu fruto. [...] não plantarão para que outros comam, porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus eleitos gozarão das obras das suas mãos até à velhice” (Is 65.20-22). Além da saúde, as condições de moradia para todos serão as melhores jamais vistas. Nenhum programa habitacional se compara ao que o Reino de Cristo concederá aos homens.
7) O meio ambiente será restaurado ao seu estado original. O meio ambiente será transformado e altamente saudável. Não haverá secas, enchentes, terremotos ou qualquer catástrofe natural. O deserto e os lugares secos se alegrarão com isso; e o ermo exultará e florescerá como a rosa. Abundantemente florescerá e também regurgitará de
Sagrada. A nosso ver, acabam sendo piores que os incrédulos e ateus, pois estes não conhecem a revelação de Deus para o homem.alegria e exultará; a glória do Líbano se lhe deu, bem como a excelência do Carmelo e de Sarom; eles verão a glória do Senhor, a excelência do nosso Deus. [...] porque águas arrebentarão no deserto, e ribeiros, no ermo. E a terra seca se transformará em tanques, e a terra sedenta, em mananciais de águas; e nas habitações em que jaziam os chacais haverá erva com canas e juncos” (Is 35.1,2,6,7).
Utopia? Para os incrédulos. Para os crentes, esperança para o mundo. Mesmo sendo referências às bênçãos sobre Israel, tais benefícios se estenderão a todo o planeta. Nem os mais fanáticos ecologistas imaginam tamanha harmonia na natureza. Na verdade, esses movimentos buscam lucro para seus integrantes à custa da falsa defesa do meio ambiente. Enquanto defendem os animais “em extinção”, não dão uma palavra contra o crime hediondo do aborto. O meio ambiente e a ecologia serão totalmente restabelecidos, não haverá mais secas, enchentes, furacões, tornados e outras catástrofes naturais. Isso será coisa de um passado distante.

(Jovens) Lição 10: O Jovem e a Consagração


Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: O Jovem e a Consagração.
– Introduzam a aula refletindo com a classe sobre a importância de cuidarmos do nosso corpo que é templo do Espírito Santo. Pergunte se Deus tem interesse que cuidemos de nosso corpo? Diga que tudo em nossa vida é do interesse dEle.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto.
- Para concluir, utilize a dinâmica “Consagração”.



Dinâmica: Consagração

Objetivo:
Mostrar a necessidade do crente em fazer uma entrega completa a Deus.
Material didático:
Quadro
Papel 40 kg
Papel ofício ou A4
Lápis ou caneta
Figura de um jovem
Fita adesiva
Uma lixeira
Atividade didática:
Inicie mostrando que na Bíblia encontramos o povo de Deus consagrando de tudo: pessoas (Ex 22. 31); vestes sacerdotais (Ex 29. 29); campos (Lv 27. 21); ofertas (Dt 12. 26); dinheiro e utensílios (Js 6. 19); animais (Lv 8:22; 2 Cr 29. 33); o dia (Ne 8. 9); lugares (Jr 31. 40); Consagração a uma atividade especial (At 6:4). Isso mostra que devemos consagrar todas as coisas a Deus em um ato de fé e de busca da vontade Dele.

- Cole a figura do jovem na folha de papel 40 kg. Em seguida fixe a folha no quadro.
- Distribua folhas de papel ofício para os alunos.
- Solicite dos alunos que escrevam ações que normalmente as pessoas praticam quando estão se consagrando a Deus e ações que não deveriam ser praticadas no momento da consagração. Informe que não tem problema escrever todas juntas.
- Peça para que os alunos recortem essas ações e fixem os papéis com fita adesiva em cima da figura do jovem.
Em seguida diga que a palavra consagração significa separação e dedicação. Ser consagrado a Deus é ser separado e dedicado exclusivamente para Deus. É um processo aonde vamos nos desligando de tudo que não pertence ao Senhor, e vamos nos envolvendo com tudo que provém dos céus. Consagrar significa separar e dedicar uma pessoa ou algo a Deus. Tudo aquilo que é consagrado é separado e dedicado para o serviço ao Senhor, para honrar Deus, para a santificação de Seu nome. Não é pouca coisa, é algo extremamente sério e profundo.
- Solicite para que os alunos retirem e coloquem na lixeira os papéis contendo atitudes que não condizem com uma vida consagrada a Deus. Antes de colocar na lixeira leia para que todos ouçam que atitudes são essas. Informe que colocar na lixeira significa a retirada, o descarte daquilo que não serve para o cristão que deseja viver uma vida de consagração ao Senhor, simbolizando a limpeza, a pureza, a consagração requerida por Deus para os salvos.

- Agora, fale:
Já que foram retiradas as coisas inadequadas para uma vida de consagração, então vamos agora ler em cima do corpo aquilo que deve permanecer: o que é bom e apropriado para o cristão viver uma vida consagrada ao Senhor. Consagração é, ao mesmo tempo, se separar do mundo e se envolver com Jesus. Como diz o texto de Romanos 12.1: "...apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus...".

SACRIFÍCIO VIVO: fala da nova vida que só pode vir por meio de Jesus! Somente quem nasceu de novo pode se apresentar como sacrifício vivo.

SACRIFÍCIO SANTO: é uma oferta com base na santidade de Deus. Você não pode querer se dedicar a Deus se tem vivido uma prática de pecado ou vivido na mistura e contaminação das coisas desse mundo. Deus só recebe o que é santo. Oferta manchada não serve porque nosso Senhor é Santo!

SACRIFÍCIO AGRADÁVEL: é aquele que tem como base a vontade de Deus e não nossa própria vontade! Isso significa que a satisfação daquilo que queremos não é consagração. A disposição de buscar a vontade de Deus e decidir viver segundo o que Ele quer é um sacrifício agradável!

- Para finalizar, diga:
Quais são os resultados de uma verdadeira Consagração?

* Nós nos tornamos propriedade exclusiva de Deus (I Pe 2:9)
* Descobrimos qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm 12:1-2)
* Tornamo-nos santos, separados para Deus (Lv 27:28)


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

(Juvenis) Lição 10: O cântico de Davi por perdão


Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: O cântico de Davi por perdão.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto.
- inicie a aula utilizando a dinâmica: “O pecado”.




Dinâmica: O pecado

Objetivo:
Reconhecer nossos erros e pedir perdão a Deus
Material didático:
- Um copo (representa o nosso coração);
- Pedras pequenas (representam nossos pecados);
- Água (representa o amor de Deus);
- Uma bacia;
- Uma pinça ou pegador de gelo.
Atividade didática:
Apresentar um copo cheio d´água dentro de uma bacia. Explicar que Deus nos criou no amor e para o amor.
Deus nos fez "cheios" de sua graça, do seu amor de sua bondade, porém quando nos afastamos do amor de Deus o pecado vai entrando em nosso coração (colocar algumas pedras no copo com água) e vai ocupando o espaço do amor de Deus, assim o nosso coração fica duro, brigão, cheio de mágoas, violento, invejoso, mentiroso... tudo isso acontece quando não sentimos o amor de Deus.

E será que depois disso, depois de ter um coração empedrado, Deus nos abandona? Será que Deus deixa de nos amar? NÃO - NUNCA!

Mas como Deus não desiste de nós, nos enviou seu Filho Jesus Cristo com o poder de perdoar nossos pecados e "limpar" o nosso coração do mal. (com o pegador ou a pinça tirar as pedras). Jesus é Deus, Ele quer e pode tirar do nosso coração tudo o que nos impede de sermos felizes. Agora que saíram os pecados (pedras que representam mentira, inveja, etc) o que ficou faltando? (mostrar o copo e esperar que respondam).

Pois é, como Deus nos criou para estarmos sempre cheios de amor, além de tirar os pecados Jesus também quer que sejamos felizes e quer nos encher com o seu amor, seu poder.

Agora, se o nosso coração está em pecado, cheio de pedras, como podemos fazer? Como podemos tirar nossos pecados?

Sabemos que Jesus não veio para nos acusar ou condenar, Ele veio para nos salvar e nos "limpar".

Precisamos confessar nossos pecados ao Senhor Jesus.

Cometemos pecado quando somos egoístas e queremos ser felizes sem Deus e sem os irmãos.

Podemos nos afastar de Deus e dos irmãos fazendo o mal por meio de:

- Pensamentos (quando pensamos mal das pessoas e julgamos)
- Palavras (quando proferimos palavras que não são para o bem, ofensas)
- Ações (quando fazemos o mal de propósito)
- Omissões (quando deixamos de fazer o bem ou falar bem dos outros)

Vamos pedir perdão a Deus porque quando pecamos "jogamos fora" o Seu amor.
Agora cada um vai pensar no que fez e não agradou a Deus, mentiras, brigas, egoísmo, ofensas, preguiça, desrespeito aos pais, aos avós...
Vamos agora agradecer a Deus pelo amor que Jesus tem por cada um de nós e por ser nosso Salvador, vamos nos esforçar para que o nosso coração não seja duro, não seja invejoso, não seja brigão... o pecado é uma falta para com Deus e ao próximo, o pecado ofende muito a Deus, o pecado é uma desobediência aos mandamentos da lei de Deus.

Encerramento:

Cada aluno deverá escrever num papel seu pecado, colocar numa caixa ou saco e depois colocar no lixo sem serem lidos.

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus aluno

(Adolescentes) Lição 10: Ética Cristã


Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: Ética Cristã.
- Inicie a aula perguntando aos alunos o que eles entendem por ética? A partir do que eles falarem, encaminhe a discussão para um conceito de ética.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto. Só assim você saberá adaptar algumas sugestões apresentadas aqui.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “O relacionamento em três dimensões”.



Dinâmica: O relacionamento em três dimensões

Narra-se uma história, verdadeira ou fictícia, e se extai frases, atitudes ou algum tipo de lição de vida coletadas dentro do cenário do caso proposto.
Objetivos:
Levar os alunos a um bom relacionamento com Deus, o próximo e com nós mesmos.
Material didático:
3 cartolinas guache
3 pinceis atômicos
Atividade didática:
Diga que a ética cristã trata do nosso relacionamento com Deus, o próximo e com nós mesmos. Divida a turma em três grupos. Entregue a cada grupo uma cartolina guache e um pincel atômico. Cada grupo ficará responsável para desenvolver tudo o que sabem sobre um assunto: O primeiro o meu relacionamento ético com Deus, o segundo o meu relacionamento ético com o meu próximo e o terceiro o meu relacionamento ético comigo mesmo. Dê a cada grupo sete minutos para desenvolver o assunto e escrever na cartolina. Ao final, cada grupo nomeará um representante para apresentar durante cinco minutos tudo que puderam escrever sobre o assunto.
Encerre mostrando que a vida cristã é uma experiência que se renova a cada dia em nosso relacionamento com Deus, com o nosso próximo e conosco mesmo. Deus espera de cada um de nós um padrão de excelência em nossos relacionamentos. Para isso precisamos nos esforças para melhorarmos a cada dia. Enquanto mais nos aproximarmos de Deus, nossos relacionamentos aqui na terra será melhor.

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

(Pré-Adolescentes) Lição 10: Tenho Certeza da Salvação?


Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: Tenho Certeza da Salvação?
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto. Só assim você saberá adaptar algumas sugestões apresentadas aqui.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “A certeza da salvação”



Dinâmica: A certeza da salvação

Objetivo:
Enfatizar que a certeza da salvação é algo obtido pela fé em Cristo através da Sua Palavra.
Material didático:
Quadro e giz ou pincel para quadro branco
caneta hidrográfica,
tesoura,
papel ofício ou A4,
textos bíblicos.
Atividade didática:
A promessa da salvação é a mais preciosa na vida do crente. Ela feita para todos. Depois de salvo a Bíblia declara que é possível a qualquer pessoa, aqui na terra, alcançar a certeza da sua salvação.
Escreva na parte de cima do quadro o título: A CERTEZA DE SALVAÇÃO NA BÍBLIA. Coloque o quadro em um local de destaque da classe.
- Antes da aula, escreva em folha de papel os seguinte textos:
"Eu sei em quem tenho crido e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia" (2 Tm 1.12).
"O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus" (Rm 8.16).
"Amados, agora somos filhos de Deus" (1 Jo 3.2);
"Nós sabemos que passamos da morte para a vida" (1 Jo 3.14)
"Estas coisas vos escrevi, para que saibais que tendes a vida eterna" (1 Jo 5.13).
"A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele crêem receberão o perdão dos pecados pelo seu nome" (At 10.43)
"Ele nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor" (Cl 1.13)
"Vos escrevi, para que saibais que tendes a vida eterna" (1 Jo 5.13)

Em seguida recorte os versículos, dobre e coloque em uma pequena sacola. No momento da dinâmica, peça para que cada um de seus alunos retire um dos papeis recortados, sem ler naquele momento. Depois que todos os papeis estiverem nas mãos dos alunos, solicite que um a um vá lendo os papeis. A medida que forem lendo peça que eles escrevam no quadro qual o tipo de certeza dado naquele texto bíblico a respeito da salvação. Permita que os alunos que não pegaram o papel também manifeste o seu pensamento sobre o texto lido.

Finalize dizendo que Deus quer que tenhamos a completa certeza de nossa salvação. Não podemos viver nossa vida cristã nos perguntando e nos preocupando a cada dia se realmente somos salvos. Há uma estreita conexão entre a fé em Cristo e a certeza da salvação. Foi o próprio Jesus quem disse: “Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna” (Jo 6.47). Alguns cristãos sinceros pensam que é impossível ter certeza da salvação e vivem inseguros e sem deleite espiritual. A salvação é um presente de Deus, independente de mérito humano, quando cremos no Senhor Jesus e o recebemos pela fé como Salvador pessoal podemos ter certeza da salvação. Essa garantia nos é dada pelo próprio Salvador e a Sua Palavra. Jesus não poderia ter sido mais enfático: “Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna” (Jo 6.47). O verbo “ter” está no presente do indicativo. Quem crê em Jesus não teve nem terá a vida eterna, mas tem a vida eterna. É uma posse imediata e segura.
Estamos plenamente certos pela Palavra de Deus de que estamos salvos, eternamente salvos. Podemos tomar posse da vida eterna e começar a desfrutá-la aqui e agora. Pela fé podemos desfrutar do gozo antecipado da glória. É claro que não estamos falando de fé na religião, fé nos ídolos, fé em nós mesmos. Estamos falando da fé em Cristo Jesus, o Filho de Deus, o Rei da glória, o Verbo encarnado, o nosso Justo Advogado, Redentor da nossa alma, Senhor da nossa vida, nosso bom, grande e supremo Pastor. Nele temos copiosa redenção. Nele temos refúgio eterno. Nele temos certeza da salvação. Por isso, basta apenas permanecer Nele e confiar em Sua Palavra.


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

(Discipulando 1º Ciclo) Lição 10: A Ressurreição de Jesus



Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: A ressurreição de Jesus.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto. Só assim você saberá adaptar algumas sugestões apresentadas aqui.
- Para concluir, utilize a dinâmica “Cristo Ressuscitou!”




Dinâmica: Cristo Ressuscitou!

Objetivo:
Evidenciar a grande importância da ressurreição de Cristo.
Atividade didática:
Antes da aula:
- Copie as sete explicações onde é mostrado o porquê da ressurreição de Jesus ser a base das várias doutrinas importantes. Em seguida imprima e recorte cada uma das sete explicações.
Durante a aula:
- Distribua entre os alunos os vários textos que lembrem das ocasiões em que Jesus fez questão de dizer a Seus discípulos que morreria, mas ressuscitaria ( ver Mt 12.40; 16.21; 17.22,23; Lc 9.22; Jo 2.19-21; 10.17,18). Peça que eles leiam cada um deles. Em seguida pergunte: Por que será que a ressurreição é tão importante para nós? Ouça as respostas atentamente.
- Em seguida reparta com os alunos cada uma das sete explicações descritas logo abaixo onde é mostrado o porquê da ressurreição de Jesus ser a base das várias doutrinas importantes. Solicite do aluno que leu fale o que entendeu do texto lido. Aqueles que não pegaram o papel também pode dará sua opinião sobre o assunto. É importante que a cada explicação o professor feche com uma palavra final.
A ressurreição de Jesus é a base de várias doutrinas importantes.
1. Pela ressurreição Jesus é declarado Filho de Deus em poder, Rm 1.3,4. Deus deu assim a sua confirmação, tanto a Jesus como seu Filho, como para a obra que ele havia realizado.
2. A ressurreição de Jesus prova que a morte de Jesus foi expiatória. Jesus era absolutamente sem pecado, Hb 4.15. Por isto a morte, que veio pelo pecado, jamais poderia vencê-lo. Mas Jesus tomou sobre si os nossos pecados, levando-os para a cruz, 1 Pe 2.24, por isso ele morreu. Quando ele rendeu o seu espírito, já havia feito a expiação pelos pecados, e assim ele entrou na morte, sem nenhum pecado. Desta maneira a morte não tinha nenhuma força para retê-lo, At 2.24, e por isto ressuscitou. Assim Jesus veio a ser a causa da eterna salvação, Hb 5.9.
3. A ressurreição é a base da nossa fé em Jesus Cristo, 1 Pe 1.21. O pecador vivia debaixo do pecado, Ef 2.1,2, sem recursos para se libertar. Deus provou pela ressurreição de Jesus, que ele havia cumprido as suas promessas de salvação, At 13.32,37,38. Quando assim o pecador crê em Deus, que o ressuscitou, recebe a salvação, Rm 10.9, experimenta a regeneração, 1 Pe 1.3, e é justificado, Rm 4.25.
4. A ressurreição de Jesus é também uma fonte de vitória para o crente. Quando ele recebe a salvação, experimenta o poder da morte de Cristo, 2 Co 5.14,15. Ele é liberto, Jo 8.36. Mas ele pode também pela fé participar do poder da ressurreição de Jesus, Fp 3.10, isto é, gozar da realidade, de que Cristo vive nele, G1 2.20; Cl 3.4; 1.27. “Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida”, Rm 5.10. Jesus disse: Eu vivo e vós vivereis, Jo 14.19.
5. A ressurreição é também a garantia de que Jesus continua como o nosso Representante e Sumo Sacerdote diante de Deus. “Quem nos condenará? pois é Cristo que morreu, ou antes ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós”, Rm 8.34.
6. A ressurreição é uma garantia de que Jesus tem poder para curar os doentes. O poder da ressurreição vivificou o corpo de Jesus que estava morto, Rm 8.11. Pela ressurreição Jesus venceu a própria morte, 1 Co 15.54,57. Assim também ele pode vencer a doença, que leva o homem à morte. Graças a Deus, Mt 8.17.
7. A ressurreição de Jesus é também a garantia da nossa própria ressurreição, 2 Co 4.14; 1 Co 15.21,22. Pela ressurreição de Jesus foi quebrado o aguilhão da morte, 1 Co 15.55-57. Se crermos que Jesus morreu e ressuscitou, sabemos que assim também aos que em Cristo dormem, Deus os tornará a trazer com ele, 1 Ts 4.14. Isto acontecerá na segunda vinda de Jesus, quando os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro, e depois os que ficarem vivos, serão arrebatados, 1 Ts 4.16,17.

Encerre dizendo que a grandeza de Cristo foi mais de que uma vida, pois a sua grandeza verdadeiramente vem de poder dar a vida através da ressurreição. Um plano para redimir o homem é construído nestes fatos e devemos nos aproveitar disso enquanto vivemos. O plano é dado em Romanos 6:1-23: Deixamos morrer o velho homem, o sepultando com Cristo, voltando na novidade da vida para vivermos seguindo o Espírito para sermos os servos de Deus.


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!