quarta-feira, 8 de março de 2017

Subsídio da LIÇÃO 11 - VIVENDO DE FORMA MODERADA

O Que é Glutonaria?


Glutonaria é o comportamento que caracteriza o ato de se alimentar em excesso, de forma desregrada, e a pessoa que age dessa forma é chamada de glutão. No entanto, a palavra glutonaria traduz termos antiquíssimos que possuem um significado bem mais amplo.

É por isso que muita gente considera a gula como sendo o pecado do excesso, não apenas de comida e bebida, mas de qualquer outra coisa que revela o desejo insaciável do homem na busca pelo prazer a qualquer custo.

O significado de glutonaria na Bíblia: O que é ser glutão?
Em algumas passagens bíblicas, a palavra glutonaria é utilizada para traduzir termos originais. Assim, o significado de glutonaria na Bíblia poderá ser melhor compreendido com base no contexto em que aparece.

De maneira geral, tanto no Antigo como no Novo Testamento, a glutonaria aparece associada com a embriaguez, como por exemplo, em Deuteronômio 21:20 e Provérbios 23:21; 28:7, onde o termo hebraico zalal é utilizado para fazer referência ao glutão.

Esse mesmo termo hebraico pode ser traduzido também como “libertino”, “dissoluto”, “esbanjador”, “intemperante”, “ser vil”, “devasso” entre outros. Na referência de Deuteronômio 21:20 percebemos que a glutonaria poderia ser um dos vícios dos filhos rebeldes, que, por sua rebeldia e malvadez, poderia ser até condenado a pena capital.

Nosso Senhor foi acusado de forma caluniosa de ser um glutão, isso porque ele tinha contato com pecadores e publicanos, participando de refeições em suas casas (Mt 11:19; Lc 7:34). Em ambos os textos, a palavra glutão traduz o grego phagos que significa “homem voraz”.

A glutonaria citada nas epístolas
Paulo, escrevendo a Tito, citou um poema do poeta cretense do século 6 a.C. Epimênides, para caracterizar o perfil dos falsos mestres que estavam agindo em Creta, onde estes são descritos como “mentirosos, bestas ruins e ventres preguiçosos” (Tt 1:12).

A expressão “ventres preguiçosos” pode ser traduzida também por “glutões preguiçosos”. Essa expressão traduz o termo grego gaster seguido do adjetivo argos.

Receber Estudos da Bíblia
Gaster significa literalmente “barriga”, “ventre” ou “estômago”, também aplicado para se referir a uma pessoa gulosa, no sentido de que tudo que lhe é importante é seu estômago. Argos significa “livre de trabalho”, no sentido de alguém que evita a tarefa que deve realizar.

Assim, podemos entender que a expressão “ventres preguiçosos” descreve pessoas que detestavam o trabalho e que viviam dedicados a glutonaria, onde procuravam satisfazer seus prazeres.

Talvez a passagem que mais chama a atenção pelo emprego da palavra glutonaria encontra-se na Carta aos Gálatas, onde o apóstolo Paulo mencionou uma lista de obras da carne (Gl 5:21).

A palavra glutonaria foi utilizada em algumas versões em português para traduzir o termo grego komos, que pode ser traduzido como “comemoração”, “orgia” ou “farra”. Essa palavra originalmente se referia a um grupo de amigos que acompanhava um vencedor que triunfou em alguma competição desde o local dos jogos até sua casa. Esse grupo o seguia cantando tributos a sua conquista. Nesse caso, o sentido de “comemoração” é o mais correto.

Todavia, esse termo também passou a ser comumente usado para fazer referência às pessoas que, após um banquete noturno, saíam completamente embriagadas pelas ruas com tochas nas mãos e entoando cânticos em honra a Baco, o deus do vinho.

Essas pessoas se dirigiam as casas de amigos com o intuito de promoverem uma verdadeira farra, que se prolongava muitas vezes até o outro dia, com toda a sorte de promiscuidade e luxuria.

A partir desse sentido que o termo komos também passou a significar o comportamento degradante do homem ao promover orgias providas de todo tipo de imoralidade desenfreada.

A tradução desse termo por glutonaria está correta, embora talvez não seja a mais apropriada pelo fato das pessoas costumeiramente associar seu significado estritamente aos excessos na alimentação. É por isso que algumas traduções já estão revisando esse termo, e trocando a palavra glutonaria por “orgia” ou “farra”.

Quando aplicado na lista dos vícios da carne, esse termo possui clara conexão com os demais vícios, como a prostituição, lascívia, todo tipo de imoralidade, idolatria, feitiçaria, as várias formas de rivalidade entre as pessoas e a embriaguez.

É nesse mesmo sentido que a palavra glutonaria também traduz o mesmo termo grego komos em Romanos 13:13, e no ensino do apóstolo Pedro em sua primeira epístola (1Pe 4:3).

Aqui vale dizer também que nas festas praticadas no Império Romano, não era raro que as pessoas comessem sem qualquer moderação, e quando não aguentavam mais se esforçavam para colocar para fora tudo o que tinham consumido, para que assim pudessem voltar a comer ainda mais, e claro, tudo isso regado a muito álcool e licenciosidade.

Existem outras passagens bíblicas onde a palavra glutonaria não aparece, porém seu sentido encontra-se expresso. Na história do rico e Lázaro, por exemplo, podemos perceber que o rico era um homem glutão que se banqueteava enquanto Lázaro se alimentava de sobras.

Também em Judas 1:12, lemos sobre homens ímpios que se dedicavam a distorcer o verdadeiro Evangelho, e aproveitavam as ocasiões de celebração do amor fraternal entre os cristãos para promoverem a glutonaria e a imoralidade.

A glutonaria é um tipo de idolatria
Finalmente em Filipenses 3:19, Paulo alerta sobre pessoas apóstatas, falsos mestres, que andam no meio dos cristãos verdadeiros, mas que na realidade são “inimigos da cruz de Cristo”. O apóstolo afirma que essas pessoas só se preocupam com as coisas terrenas, e que o destino delas é a perdição, e seu deus é o ventre.

Existe uma discussão entre os estudiosos sobre a identidade desse grupo a qual Paulo se refere. Alguns entendem que Paulo está se referindo aos judaizantes que acrescentavam a Lei de Moisés à obra redentora de Cristo no Calvário. Assim, a expressão “o deus deles é o ventre” pode se referir a obediência às regras alimentares do Antigo Testamento.

Já outros entendem que Paulo está se referindo aqui sobre as pessoas libertinas, que partiam do legalismo à libertinagem, e pervertiam a liberdade cristã. Assim, a expressão “o deus deles é o ventre” faz referência à glutonaria praticada por essas pessoas que se envolviam nas grosseiras imoralidades.

A palavra “ventre” traduz aqui o grego koilia, de koilos, que significa literalmente “concavidade”. Essa palavra pode se referir tanto à barriga interira, isto é, toda a concavidade do abdômen, como também ao comportamento de alguém que é dado aos prazeres carnais imediatos, como o paladar, fazendo então um apontamento para a glutonaria.

Particularmente penso que a segunda sugestão está correta, e esse versículo, assim como outras passagens bíblicas já apresentadas acima, estabelece uma ligação direta entre glutonaria e idolatria, de modo que o glutão idolatra o próprio ventre.

Auxílio ao aluno Ebd

Lições Bíblicas CPAD 2º Trimestre de 2017

Materna Lição 11: A História de um amigo

Revista: Maternal 3 e 4 anos



  1) QUEBRANDO O GELO: Para iniciar qualquer atividade, é necessário que antes haja um quebra-gelo entre os participantes. Então, antes de iniciar as atividades, o mestre pedirá que os participantes abracem uns aos outros, inclusive os mestres e organizadores. Gera uma descontração e quebra o gelo totalmente. 


  Leitura Bíblica: Lucas 10.25-37

Objetivo: Levar a criança a praticar o amor ao próximo, tratando as pessoas com bondade e ajudando quem precisa.

Frase do dia: Fazer o bem sem olhar a quem.

Para guardar no coração: "(...) Ama o seu próximo como você ama a você mesmo" (Lucas 10.27)


.




   Para guardar no coração:



   MAIS OPÇÃO Para guardar no coração:




  Lembrancinhas:




   MAIS OPÇÃO DE LEMBRANCINHA:





   Recursos Visuais:




 








  Mais Visuais do bom samaritano:













   
Atividade em classe: Faça as aplicações praticas relacionando os fatos da lição a vida da criança. Mostre o que não é amor: - Brigar com os amiguinhos, não se importar com alguém que está sofrendo, não repartir o seu lanche , não emprestar seus brinquedos, etc....

   Depois distribua folhas de papel sulfite e peça as crianças para desenharem ou escreverem atitudes de ajuda ao próximo. No final peça as crianças para falarem quais atitudes de ajuda ao próximo escreveram ou desenharam, relacione na lousa ou cartolina e peça as crianças escolherem pelo menos uma atitude e praticar durante a semana.

  Outra atividade: Colocar vários objetos em uma caixa: colher, boneca, caneta, foto de família, urso de pelucia, caderno, cartão, figuras de: pessoas abraçando, sorrindo, almoçando em família, brincando, etc.....Cada criança tira um objeto ou gravura e fala como pode ajudar o próximo relacionando o tema ao objeto ou gravura.Exemplo: - Boneca - brincar ou cuidar do irmão menor. Caderno: Ajudar o amigo na lição da escola...


  ATIVIDADE:






Boa aula!!

Lição 11: Vivendo de forma moderada


Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 - Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Apresentem o título da lição: Vivendo de forma moderada.
- Falem que nesta lição vamos estudar mais uma parte do Fruto do Espírito - a temperança(domínio próprio), contrapondo com duas obras da carne: a prostituição e a glutonaria.
- Introduzam o estudo sobre o tema, utilizem a dinâmica “Domínio Próprio”.
- Trabalhem o conteúdo da lição, oportunizando a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa

Observação: Homenagem às mulheres pelo seu dia

Se sua classe for composta por mulheres ou mista, não deixem de fazer uma homenagem às mulheres pelo seu dia - 08 de março.l

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Atenção! Professores da classe dos novos convertidos:
Vocês encontram sugestões para a revista Discipulando do 1o. ao 4o. ciclo, no marcador "Discipulando".
Para a revista 1 e 2 do Discipulado, vocês encontram  no marcador "Subsídio Pedagógico Discipulado 1" e "Subsídio Pedagógico Discipulado 2", do currículo antigo. Façam bom proveito!

Dinâmica: Domínio Próprio
Objetivo: Refletir sobre domínio próprio.
Material:
01 martelo
01 prego
01 pedaço de madeira
01 caixa
Procedimento:
- Leiam ou contem a história do menino relatada no texto “O Garoto, o Martelo e os Pregos”.
O Garoto, o Martelo e os Pregos
                Havia um garotinho que tinha um mau gênio. Seu pai lhe deu um saco cheio de pregos e lhe disse que cada vez que perdesse a paciência, deveria bater um prego na cerca dos fundos da casa.
                No primeiro dia, o garoto havia pregado 37 pregos na cerca. Porém, a cada dia, o número ia decrescendo. O menino descobriu que era mais fácil controlar seu gênio do que pregar pregos na cerca. Finalmente, chegou o dia em que o garoto não mais perdeu o controle sobre o seu gênio.
                Ele contou isso ao seu pai, que lhe sugeriu que tirasse um prego da cerca por dia, para dominar o seu gênio. Os dias foram passando, até que, finalmente, o garoto pôde contar a seu pai que não havia mais pregos a serem retirados. O pai pegou o garoto pela mão e o levou até a cerca, dizendo:
                - Você fez bem, garoto, mas dê uma olhada na cerca. Ela nunca mais será a mesma. Quando você diz coisas irado, elas deixam uma cicatriz como esta. Você pode esfaquear um homem e retirar a faca em seguida, e não importa quantas vezes você diga que sente muito, a ferida continuará ali.
                Uma ferida verbal e tão mal quando uma física. Tenha isso em mente antes de se irar contra alguém.  
Autoria do texto desconhecida.
- Depois da leitura, utilizem o martelo, os pregos e um pedaço de madeira para exemplificar o ensinamento do pai.
- Em seguida, organizem os alunos em círculo e mostrem uma caixa com várias situações sobre domínio próprio, como: o tempo, a fala, desejos, ideias, ações, hábitos etc.
Falem que a caixa vai passar de mão em mão; cada aluno vai retirar uma palavra, mostrar para a turma e falar de uma situação que aconteceu com ele.
- Depois, para concluir, enfatizem a necessidade de controle, disciplina e que isto deve ser um exercício constante.
.

Sugestão para a conclusão do trimestre

Apresento como sugestão 02 dinâmicas, escolha 01 delas para fazer a conclusão do trimestre:

1 - Dinâmica: A Bagagem
Objetivo:
Refletir sobre a importância da frutificação espiritual na vida cristã.
Material:
Texto “A Bagagem”(postado abaixo)
01 mala pequena
01 mala grande
01 malinha bem pequena de plástico, que você encontra nas lojas de aniversário, tipo essa do lado.
Palavras digitadas: Amizade, Amor, Raiva, Incompreensão, Medo, Pessimismo, Desânimo, Sorriso, Outro Sorriso, Mais Outro Sorriso, Felicidade, Tristeza, Paciência, Esperança, coragem, Entusiasmo, Equilíbrio, Responsabilidade, Tolerância, Bom humor, Preocupação.
Também digitem as 09 partes do Fruto do Espírito Santo (Gl 5.22) e as 16 obras da Carne(Gl 5.19 a 21).
Procedimento:
1 - Antes da aula: Coloquem todas estas palavras dentro da mala grande, pregadas com fita adesiva para facilitar a procura das palavras. Com um clips junte as 09 partes do Fruto do Espírito e com outro as 16 obras da carne e coloquem dentro da mala.
2 - Durante a aula: Escolham uma pessoa para ler o texto “A Bagagem” e outra para realizar as ações apontadas no texto. As orientações em negrito e itálico são minhas, não fazem parte do texto original.
Texto de Reflexão “A Bagagem”
            Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina na mão. (neste momento mostre a mala pequena).
À medida em que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando. Porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho, porque pensa que é importante. (Peguem a mala grande)
A um determinado ponto do caminho começa a ficar insuportável carregar tantas coisas. Pesa demais (andar como se mala realmente estivesse pesada).Então você pode escolher:
Ficar sentado à beira do caminho (se possível se sentar), esperando que alguém o ajude, o que é difícil. Pois todos que passarem por ali já terão sua própria bagagem. Você pode ficar a vida inteira esperando, até que seus dias acabem.
Ou você pode aliviar o peso, esvaziando a mala. Mas o que tirar? Você começa tirando tudo para fora, e vendo o que tem dentro… Amizade… Amor… Nossa! Tem bastante! E curioso, não pesa nada!(comecem a tirar as palavras à medida que forem mencionadas).
Mas tem algo pesado. Você faz força para tirar. É a raiva, como ela pesa.
Aí você começa a tirar, tirar e aparecem à incompreensão, o medo, o pessimismo.
Nesse momento, o desânimo quase te leva para dentro da mala. Mas você puxa-o para fora com toda a força, e aparece um sorriso, que estava sufocada no fundo de sua bagagem.
Pula para fora outro sorriso e mais outro sorriso, e ai sai à felicidade.
Você coloca as mãos dentro da mala de novo e tira pra fora a tristeza.
Agora, você vai ter que procurar a paciência dentro da mala, pois você vai precisar bastante…
Então procurem o resto, esperança coragem, entusiasmo, equilíbrio, responsabilidade, tolerância, bom humor. (As 09 partes do Fruto do Espírito, ao retirar leia cada uma).
Tira a preocupação também, e deixa de lado. Depois você pensa o que fazer com ela… ( as 16 obras da carne,  ao retirar leia cada uma).
             Bem, sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo! Mas pensa bem o que você vai colocar lá dentro!
Agora é com você… E não se esqueça de fazer isso mais vezes… Pois o caminho é Muito, muito longo.
Autoria do texto desconhecida.
3 – Agora, sugiram aos alunos para que “arrumem a mala”, colocando as palavras que merecem estar no nosso caminhar na vida cristã, enfatizem a importância das 09 partes do Fruto do Espírito.
4 – Para concluir, entreguem para cada aluno, 01 malinha bem pequena de plástico com o versículo de Mateus 11. 28 a 30.


2 - Dinâmica: Que tipo de vaso és?
Objetivo: Refletir sobre vasos de honra e desonra.
Material:
02 vasos de barro do mesmo tamanho e forma
02 tipos de sementes
Versículos digitados sobre as obras da carne e o fruto do Espírito.
Procedimento:
- Apresentem para os alunos os 02 vasos.
- Falem: Eles são iguais, no tamanho, na forma e no material.
- Perguntem: Mas, o que pode diferenciar estes dois vasos?
- Passem os dois vasos para os alunos observarem qual o conteúdo deles.
Os alunos vão encontrar sementes.
- Falem: O apóstolo Paulo menciona vasos de honra e desonra, numa analogia ao tipo de atitude dos crentes e dos mestres.
- Depois, leiam II Tm 2.20 e 21:
“Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra.
De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra”.
- Falem: Se o vaso representa a vida de uma pessoa, qual o resultado da germinação destas sementes?
- Pequem um vaso, afastem as sementes e aparecerá um pequeno papel contento os versículos de Gl 5. 19 a 21. Leiam os versículos:
“Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, fornicação, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus”.
- Pequem o outro vaso, afastem as sementes e aparecerá um pequeno papel contento os versículos de Gl 5. 22. Leia o versículo:
“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”.
- Observaram a diferença entre um vaso de honra e de desonra. O vaso de sua vida está cheio de qual tipo de sementes?
- Para finalizar, leiam: “Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra”(I Ts 4.4).