segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

(Pré-Adolescentes) Lição 10: Tenho Certeza da Salvação?


Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: Tenho Certeza da Salvação?
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto. Só assim você saberá adaptar algumas sugestões apresentadas aqui.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “A certeza da salvação”



Dinâmica: A certeza da salvação

Objetivo:
Enfatizar que a certeza da salvação é algo obtido pela fé em Cristo através da Sua Palavra.
Material didático:
Quadro e giz ou pincel para quadro branco
caneta hidrográfica,
tesoura,
papel ofício ou A4,
textos bíblicos.
Atividade didática:
A promessa da salvação é a mais preciosa na vida do crente. Ela feita para todos. Depois de salvo a Bíblia declara que é possível a qualquer pessoa, aqui na terra, alcançar a certeza da sua salvação.
Escreva na parte de cima do quadro o título: A CERTEZA DE SALVAÇÃO NA BÍBLIA. Coloque o quadro em um local de destaque da classe.
- Antes da aula, escreva em folha de papel os seguinte textos:
"Eu sei em quem tenho crido e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia" (2 Tm 1.12).
"O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus" (Rm 8.16).
"Amados, agora somos filhos de Deus" (1 Jo 3.2);
"Nós sabemos que passamos da morte para a vida" (1 Jo 3.14)
"Estas coisas vos escrevi, para que saibais que tendes a vida eterna" (1 Jo 5.13).
"A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele crêem receberão o perdão dos pecados pelo seu nome" (At 10.43)
"Ele nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor" (Cl 1.13)
"Vos escrevi, para que saibais que tendes a vida eterna" (1 Jo 5.13)

Em seguida recorte os versículos, dobre e coloque em uma pequena sacola. No momento da dinâmica, peça para que cada um de seus alunos retire um dos papeis recortados, sem ler naquele momento. Depois que todos os papeis estiverem nas mãos dos alunos, solicite que um a um vá lendo os papeis. A medida que forem lendo peça que eles escrevam no quadro qual o tipo de certeza dado naquele texto bíblico a respeito da salvação. Permita que os alunos que não pegaram o papel também manifeste o seu pensamento sobre o texto lido.

Finalize dizendo que Deus quer que tenhamos a completa certeza de nossa salvação. Não podemos viver nossa vida cristã nos perguntando e nos preocupando a cada dia se realmente somos salvos. Há uma estreita conexão entre a fé em Cristo e a certeza da salvação. Foi o próprio Jesus quem disse: “Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna” (Jo 6.47). Alguns cristãos sinceros pensam que é impossível ter certeza da salvação e vivem inseguros e sem deleite espiritual. A salvação é um presente de Deus, independente de mérito humano, quando cremos no Senhor Jesus e o recebemos pela fé como Salvador pessoal podemos ter certeza da salvação. Essa garantia nos é dada pelo próprio Salvador e a Sua Palavra. Jesus não poderia ter sido mais enfático: “Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna” (Jo 6.47). O verbo “ter” está no presente do indicativo. Quem crê em Jesus não teve nem terá a vida eterna, mas tem a vida eterna. É uma posse imediata e segura.
Estamos plenamente certos pela Palavra de Deus de que estamos salvos, eternamente salvos. Podemos tomar posse da vida eterna e começar a desfrutá-la aqui e agora. Pela fé podemos desfrutar do gozo antecipado da glória. É claro que não estamos falando de fé na religião, fé nos ídolos, fé em nós mesmos. Estamos falando da fé em Cristo Jesus, o Filho de Deus, o Rei da glória, o Verbo encarnado, o nosso Justo Advogado, Redentor da nossa alma, Senhor da nossa vida, nosso bom, grande e supremo Pastor. Nele temos copiosa redenção. Nele temos refúgio eterno. Nele temos certeza da salvação. Por isso, basta apenas permanecer Nele e confiar em Sua Palavra.


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

(Discipulando 1º Ciclo) Lição 10: A Ressurreição de Jesus



Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: A ressurreição de Jesus.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto. Só assim você saberá adaptar algumas sugestões apresentadas aqui.
- Para concluir, utilize a dinâmica “Cristo Ressuscitou!”




Dinâmica: Cristo Ressuscitou!

Objetivo:
Evidenciar a grande importância da ressurreição de Cristo.
Atividade didática:
Antes da aula:
- Copie as sete explicações onde é mostrado o porquê da ressurreição de Jesus ser a base das várias doutrinas importantes. Em seguida imprima e recorte cada uma das sete explicações.
Durante a aula:
- Distribua entre os alunos os vários textos que lembrem das ocasiões em que Jesus fez questão de dizer a Seus discípulos que morreria, mas ressuscitaria ( ver Mt 12.40; 16.21; 17.22,23; Lc 9.22; Jo 2.19-21; 10.17,18). Peça que eles leiam cada um deles. Em seguida pergunte: Por que será que a ressurreição é tão importante para nós? Ouça as respostas atentamente.
- Em seguida reparta com os alunos cada uma das sete explicações descritas logo abaixo onde é mostrado o porquê da ressurreição de Jesus ser a base das várias doutrinas importantes. Solicite do aluno que leu fale o que entendeu do texto lido. Aqueles que não pegaram o papel também pode dará sua opinião sobre o assunto. É importante que a cada explicação o professor feche com uma palavra final.
A ressurreição de Jesus é a base de várias doutrinas importantes.
1. Pela ressurreição Jesus é declarado Filho de Deus em poder, Rm 1.3,4. Deus deu assim a sua confirmação, tanto a Jesus como seu Filho, como para a obra que ele havia realizado.
2. A ressurreição de Jesus prova que a morte de Jesus foi expiatória. Jesus era absolutamente sem pecado, Hb 4.15. Por isto a morte, que veio pelo pecado, jamais poderia vencê-lo. Mas Jesus tomou sobre si os nossos pecados, levando-os para a cruz, 1 Pe 2.24, por isso ele morreu. Quando ele rendeu o seu espírito, já havia feito a expiação pelos pecados, e assim ele entrou na morte, sem nenhum pecado. Desta maneira a morte não tinha nenhuma força para retê-lo, At 2.24, e por isto ressuscitou. Assim Jesus veio a ser a causa da eterna salvação, Hb 5.9.
3. A ressurreição é a base da nossa fé em Jesus Cristo, 1 Pe 1.21. O pecador vivia debaixo do pecado, Ef 2.1,2, sem recursos para se libertar. Deus provou pela ressurreição de Jesus, que ele havia cumprido as suas promessas de salvação, At 13.32,37,38. Quando assim o pecador crê em Deus, que o ressuscitou, recebe a salvação, Rm 10.9, experimenta a regeneração, 1 Pe 1.3, e é justificado, Rm 4.25.
4. A ressurreição de Jesus é também uma fonte de vitória para o crente. Quando ele recebe a salvação, experimenta o poder da morte de Cristo, 2 Co 5.14,15. Ele é liberto, Jo 8.36. Mas ele pode também pela fé participar do poder da ressurreição de Jesus, Fp 3.10, isto é, gozar da realidade, de que Cristo vive nele, G1 2.20; Cl 3.4; 1.27. “Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida”, Rm 5.10. Jesus disse: Eu vivo e vós vivereis, Jo 14.19.
5. A ressurreição é também a garantia de que Jesus continua como o nosso Representante e Sumo Sacerdote diante de Deus. “Quem nos condenará? pois é Cristo que morreu, ou antes ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós”, Rm 8.34.
6. A ressurreição é uma garantia de que Jesus tem poder para curar os doentes. O poder da ressurreição vivificou o corpo de Jesus que estava morto, Rm 8.11. Pela ressurreição Jesus venceu a própria morte, 1 Co 15.54,57. Assim também ele pode vencer a doença, que leva o homem à morte. Graças a Deus, Mt 8.17.
7. A ressurreição de Jesus é também a garantia da nossa própria ressurreição, 2 Co 4.14; 1 Co 15.21,22. Pela ressurreição de Jesus foi quebrado o aguilhão da morte, 1 Co 15.55-57. Se crermos que Jesus morreu e ressuscitou, sabemos que assim também aos que em Cristo dormem, Deus os tornará a trazer com ele, 1 Ts 4.14. Isto acontecerá na segunda vinda de Jesus, quando os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro, e depois os que ficarem vivos, serão arrebatados, 1 Ts 4.16,17.

Encerre dizendo que a grandeza de Cristo foi mais de que uma vida, pois a sua grandeza verdadeiramente vem de poder dar a vida através da ressurreição. Um plano para redimir o homem é construído nestes fatos e devemos nos aproveitar disso enquanto vivemos. O plano é dado em Romanos 6:1-23: Deixamos morrer o velho homem, o sepultando com Cristo, voltando na novidade da vida para vivermos seguindo o Espírito para sermos os servos de Deus.


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Marcio Mainardes - Lição 9 A VINDA DE JESUS EM GLÓRIA



TEXTO ÁUREO: Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens...  Mt 24.30

´  VERDADE PRÁTICA: A vinda de Jesus para implantar o Milênio porá fim a todas as forças do mal e dará início a um futuro glorioso na Terra.
´  Texto Bíblico: Mt 24.29,30; Ap 19.19,20; 20.1-3

Sua vinda será com os seus:

“Quando Cristo, [que é] a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória.” Cl 3.4
“Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele.” Ap 1.7
Ele vem com as nuvens e não nas nuvens...

Vem com a Shekiná ou nuvem de glória  com uma luz poderosa e ardente!
E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras... Zc 14.4
O Senhor intervirá pessoalmente e lutará contra as nações para evitar o extermínio do remanescente fiel!

A Convocação para a Batalha:

E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso profeta vi sair três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; [os quais] vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso. Ap 16.14,15
Estas  nações irão para o vale do Megido para a grande Batalha!!!

Mas o Senhor prova que está no controle!
´  E vi um anjo que estava no sol, e clamou com grande voz, dizendo a todas as aves que voavam pelo meio do céu: Vinde, e ajuntai-vos à ceia do grande Deus; Para que comais a carne dos reis, e a carne dos tribunos, e a carne dos fortes, e a carne dos cavalos e dos que sobre eles se assentam; e a carne de todos os homens, livres e servos, pequenos e grandes.Ap 19.17,18
´  A maioria dos homens da terra morrerão, poucas mulheres e crianças sobreviverão para adentrar ao Milênio!

O Resultado Final do Armagedom

A Besta e o Falso Profeta, presos e lançados no Inferno!
Serão os primeiros de incontáveis milhões de pessoas não regeneradas e anjos caídos a chegarem a esse terrível lugar!
Ambos aparecem lá, mil anos depois, veja Ap 20.10; isto desmonta a doutrina da aniquilação!
O Dragão que é o Diabo será preso no Abismo (1000 anos).

O Julgamento das Nações

Mt 25.31-46
Não é o Juízo Final ou Trono Branco!
São povos que vivem na terra no tempo da volta de Cristo!
A evidência aceitável de sua fé é a sua atitude em relação a Israel!
As ovelhas tem o direito de adentrarem no Reino, enquanto os bodes irão para o fogo eterno!

Como será o Milênio

´  Na Terra voltará a ter paz, justiça, saúde, amor e tudo mais conforme o Senhor planejou!
´  As Nações da Terra serão guiadas por Cristo!
´  Israel será a nação sacerdotal, como Deus sempre desejou (Ex 19.5,6)
´  A Igreja Glorificada reinará juntamente com Cristo!
´  Mas este ainda não é o Estado Eterno!

Como será o Milênio

´  No Final dos 1000 anos, Satanás será solto; Ap 20.8
´  Por mais incrível que pareça, conseguirá enganar e seduzir a muitas nações!
´  Acontecerá uma última e suicida tentativa do Dragão de guerrear novamente contra Cristo!
´  A Batalha final: Gogue e Magogue
´  Satanás será lançado no Lago de fogo!
´  Tem fim o tempo Cronos!

Conclusão

´  Inicia-se o Estado Eterno. Obs. Vídeo
´  Haverá um novo céu e nova terra!
´  Não HAVERÁ lágrimas, morte, luto, pranto ou dor
´  Os vencedores herdarão todas estas coisas, Ap 21.7

FONTES:
Revista chamada da meia noite
Bíblia de Estudo MacArthur, SBB
Bíblia de Estudo Profética, Hagnos

Bible Chronos, Di Nelson

Lição 9, A Vinda de Jesus em Glória

AUXÍLIO AO ALUNO EBD


A volta de Cristo será um evento grandioso e visto internacionalmente por aqueles que estiverem vivos no final da grande tribulação.

Se em sua primeira vinda Ele manifestou-se como um homem comum, sofrendo todas as implicações físicas dessa condição desde o seu nascimento, no segundo advento Ele aparecerá na sua real condição divina, com grande poder e glória, no comando formado por miríades e miríades de anjos.

No momento de maior tensão política e espiritual da grande tribulação, quando os exércitos reunidos pelo anticristo e seus aliados estiverem prestes a atacar Israel, o Senhor Jesus aparecerá nos céus com os seus anjos, arrebatará a Igreja (Mateus 24-29-31) e, a continuação, derrotará os exércitos do anticristo e instaurará o reino mundial de paz, denominado na Bíblia como Milênio (Apocalipse 20:1-6).

O anticristo será derrotado definitivamente na batalha do Armagedom ou Megido pelos exércitos celestiais de Cristo em sua segunda vinda (Zacarias 14:1-21). O destino final do anticristo e do falso profeta será o lago de fogo (Apocalipse 19:11-21).

Na parábola da figueira, contida em Mateus 24:32-33 e proferida no final do sermão profético, Jesus nos revela em que momento ocorreria a sua vinda gloriosa e qual deveria ser a expectativa dos discípulos em relação a ela.

Após narrar todos os acontecimentos principais dos últimos tempos, Jesus declara: "...Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo às portas". 

A que se referia Jesus quando mencionou "todas estas coisas"? Estava referindo-se à série de acontecimentos preditos por Ele próprio, momentos antes, no sermão profético.

Entre esses acontecimentos, o Senhor descreveu a grande tribulação, que antecederia a sua volta triunfal. Consequentemente, ao determinar que os seus discípulos veriam todas aquelas coisas, inclusive a grande tribulação, e que a sua volta gloriosa estaria próxima ao clímax daqueles eventos, o próprio Mestre relacionou a esperança de seus discípulos pela sua volta à segunda vinda Dele em glória e não a um momento anterior e oculto.

Ao ler as profecias bíblicas e ao estudar a história da Igreja primitiva, fica a clara noção de que nossos irmãos primitivos esperavam uma futura vinda de Jesus sem subdivisões ou etapas.

Sustentar que a segunda vinda do Salvador está subdividida em duas etapas separadas por alguns anos, como defende os modelos pré-tribulacionista (7 anos) e midi-tribulacionista (3 anos e 6 meses) é, entre outras suposições, deduzir que os irmãos em Corinto, Tessalônica, Roma, Filipos, Jerusalém, etc, sabiam perfeitamente que havia essa "subdivisão" implícita nos escritos de Paulo e dos outros apóstolos, já que os termos usados para o que os modelos pré e midi-tribulacionista denominam de "vinda para a Igreja" e "vinda para Israel", são os mesmos!!!

Ou seja, para que o argumento pré e midi-tribulacionista faça sentido no que concerne à "sub-divisão" da vinda de Jesus, os irmãos primitivos deviam estar cientes de algo que não é ensinado textualmente no Novo Testamento e que não consta em nenhum escrito de líderes cristãos até o século XIX... 


UMA VINDA VISÍVEL


Nenhum texto bíblico nos permite afirmar que Jesus virá ocultamente antes da sua vinda em glória logo após a grande tribulação.

Como abordamos no item VIGILÂNCIA EM MEIO À CRISE, a menção à vinda de Jesus como um ladrão, procura descrever um fato que será inesperado pela maior parte da população mundial e repentino.

Os vocábulos gregos utilizados para descrever a vinda de Cristo, até mesmo aqueles inseridos nos versículos citados corriqueiramente pelos que sustentam o pré-tribulacionismo, são palavras que denotam sempre visibilidade e poder.

Isso ocorre tanto com apocalipsys (revelação), epiphaneia (aparecimento) e parousia (vinda). Essas são as palavras usadas no Novo Testamento para descrever a segunda vinda de Jesus e nenhuma delas sugere uma vinda oculta. Pelo contrário, todas descrevem um acontecimento visível para todos.

Os textos que relatam mais detalhadamente a vinda de Cristo no seu momento inicial, ou seja, no momento em que aparecer no céu o sinal visível a nível mundial, sempre o descrevem acompanhado de anjos e exércitos celestiais e não mencionam a Igreja ou Noiva.

Isso deixa claro que Jesus não aparecerá nos céus com uma Igreja arrebatada anos antes e sim aparecerá nos céus com anjos, grande glória e poder para arrebatar a sua Igreja e derrotar o sistema maligno. Isso fica bastante claro em passagens como Mateus 25: 31-32:

"E quando o Filho do homem vier na sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas diante dele; e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas". 

Outro texto que narra o mesmo instante está em Apocalipse 19:14: "E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro". Em II Tessalonicenses 1:7-8 o apóstolo Paulo não deixa dúvidas a respeito da ordem dos acontecimentos finais. Vejamos:

"E a vós, que sois atribulados, descanso conosco, quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu com os anjos do seu poder, como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo".

Essa revelação dada a Paulo nos mostra claramente a ordem dos eventos e o momento em que acontecerão. Em primeiro lugar, Paulo não esperava um arrebatamento pré-tribulacional, pois o mesmo já estava sendo atribulado e aguardava, junto com a Igreja primitiva, o alívio definitivo para suas tribulações.

Quando aconteceria esse alívio? O próprio apóstolo nos responde: "...quando se manifestar o Senhor Jesus desde o céu com os anjos do seu poder, como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo..."

Até mesmo para um leitor menos atento, fica claro que Paulo está referindo-se à vinda de Jesus como Rei e Senhor para derrotar o anticristo e seu sistema. Se é neste momento que Paulo esperava alívio, obviamente esse alívio da tribulação para a Igreja no final dos tempos virá por ocasião da volta de Jesus em glória e não numa volta oculta anterior à tribulação!

Essa é a maravilhosa promessa que a Igreja deve esperar: a volta do Mestre, para arrebatar aqueles que são novas criaturas e mudar completamente o rumo do mundo.

Até o presente momento, o mundo inteiro jaz no maligno (I João 5:19). Nós aguardamos a volta de Cristo para mudar essa situação de uma vez por todas.


O MILÊNIO


Em relação à duração do Milênio, alguns afirmam não tratar-se de um período literal de mil anos, levando em consideração o caráter simbólico de muitas afirmações apocalípticas e também a relação divina com o tempo e o espaço, muito diferente da nossa.

O que podemos determinar, baseados numa interpretação literal da profecia referente ao Milênio, é que certamente haverá um período de paz e harmonia, logo após a volta de Jesus.

Neste momento os servos fiéis ao Altíssimo em todos os tempos receberão seus galardões (Apocalipse 20:4) e serão chamados para reinar juntamente com Cristo. 

Acreditamos que, após a derrota das forças malignas do anticristo, as condições naturais do planeta serão mudadas milagrosamente. Em primeiro lugar, o peso espiritual maligno que assola a Terra, ou seja, as potestades do ar, serão expulsas.

Toda contaminação atmosférica causada pelos eventos catastróficos da tribulação, todo desequilíbrio climático, enfim, tudo o que devastou a Terra e a natureza durante a história do homem decaído será restaurado. 

Os textos bíblicos que mencionam esse período milenar, deixam transparecer que ele terá condições semelhantes às condições existentes no Éden (Isaias 11:1-16).

A própria condição física do homem será privilegiada por essas mudanças, talvez levando os homens a viverem num período de tempo muito maior que o atual, aproximando-se à condição etária dos homens anti-diluvianos, o que talvez explique o termo "Milênio", já que os seres humanos conseguiriam viver aproximadamente esse tempo ou mais. Nesse caso, o Milênio abrangeria somente uma ou duas gerações humanas.

Esse contexto de perfeição existirá devido a dois fatores principais: a) presença física e espiritual do próprio Cristo na Terra, governando o planeta com amor e justiça e b) a saída de cena da trindade maligna, formada pelo anticristo, o falso profeta e Satanás. 

O anticristo e o falso profeta, após a derrota no Armagedom, serão lançados no lago de fogo. Satanás será preso durante esse período e solto no final do Milênio.

Muitos podem se perguntar a razão disso. Por que não lançar definitivamente Satanás no lago de fogo eterno, como acontece com o anticristo e o falso profeta e livrar o ser humano de uma vez por todas desse mal? Por que ainda soltá-lo?

Acreditamos que essa permissão divina esteja inserida em seu plano eterno no sentido de provar definitivamente a fidelidade da humanidade, dentro de um contexto de perfeição.

Ou seja, colocar o ser humano num meio de perfeição, sob um governo que terá a direção do próprio Cristo, numa sociedade perfeita e condições de vida excepcionais.

Não haverá desculpas nem pretextos para quem, no final do Milênio, cair na sedição satânica, que ajuntará muitas pessoas que preferiram as promessas enganosas do diabo ao reino de paz do Eterno (Apocalipse 20:7-9), mesmo vivendo nele e desfrutando de suas bênçãos.

Será a prova de fidelidade derradeira para muitos. Os rebeldes, liderados pelo próprio Satanás, subirão contra Jerusalém, centro do governo de Jesus, e serão definitivamente derrotados (Apocalipse 20:10).

Após esse fato definitivo virá uma ressurreição em massa e o juízo final (Apocalipse 20:11), para os que foram infiéis ao Pai durante toda a história humana e escolheram conscientemente seguir a rebelião começada por Satanás nos primórdios dos tempos.

Os condenados serão jogados junto com ele e seus anjos no lago fogo para todo sempre. Os salvos não participarão dessa última ressurreição em massa, pois mil anos antes já tinham participado da primeira ressurreição, ocorrida durante a volta de Jesus em glória para instaurar o Milênio (Apocalipse 20:4-6).

Após o juízo final, a promessa de novos céus e nova Terra será realizada. Um universo já totalmente livre de toda a raiz do mal e habitado por aqueles que amam verdadeiramente ao Pai. Aqueles que foram provados de todas as maneiras e aprovados.

Nesse momento, a nova Jerusalém descerá dos céus com destino à Terra, já completamente transformada e adquirindo o seu estado definitivo, e servirá como cidade central para o governo divino na nova Terra para toda a eternidade.

A nova Jerusalém, de acordo com os dados apocalípticos, é uma cidade de forma quadrangular, construída com elementos celestes e além de nossa imaginação, com dimensões continentais e possuindo muros de 69,12 metros (Apocalipse 21:16-17). Nela, o próprio Criador fará morada entre os homens.

Esse é o nosso chamado. Para isso fomos escolhidos. Para ter comunhão com o Pai eternamente, seja na Terra, nos céus, no universo e até além dos lugares onde a nossa imaginação limitada não consegue ultrapassar

Lição 9, A Vinda de Jesus em Glória, 2 parte, 1Tr16, Ev Henrique, EBD NA TV