segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Subsídios Adultos Lição 2: Uma Salvação grandiosa

Subsídios: Adultos

TEXTO ÁUREO
“Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos, depois, confirmada pelos que a ouviram” (Hb 2.3).

VERDADE PRÁTICA
A salvação não é algo dado ao crente compulsoriamente. O cristão é exortado a ser vigilante e não negligente em relação a essa dádiva recebida.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Jo 10.9
Jesus deu testemunho de uma tão grande salvação

Terça — Hb 2.3
A Igreja Primitiva deu testemunho da salvação

Quarta — Hb 2.7,9
A salvação do homem tornou necessária a humanização do Redentor

Quinta — Hb 2.14
A eficácia da salvação é demonstrada na vitória sobre o Diabo

Sexta — Hb 2.15
A eficácia da salvação é demonstrada no triunfo sobre a morte

Sábado — Hb 2.18
A eficácia da salvação é demonstrada na vitória sobre as tentações

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Hebreus 2.1-18.
1 — Portanto, convém-nos atentar, com mais diligência, para as coisas que já temos ouvido, para que, em tempo algum, nos desviemos delas.
2 — Porque, se a palavra falada pelos anjos permaneceu firme, e toda transgressão e desobediência recebeu a justa retribuição,
3 — como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos, depois, confirmada pelos que a ouviram;
4 — testificando também Deus com eles, por sinais, e milagres, e várias maravilhas, e dons do Espírito Santo, distribuídos por sua vontade?
5 — Porque não foi aos anjos que sujeitou o mundo futuro, de que falamos;
6 — mas, em certo lugar, testificou alguém, dizendo: Que é o homem, para que dele te lembres? Ou o filho do homem, para que o visites?
7 — Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos, de glória e de honra o coroaste e o constituíste sobre as obras de tuas mãos.
8 — Todas as coisas lhe sujeitaste debaixo dos pés. Ora, visto que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou que lhe não esteja sujeito. Mas, agora, ainda não vemos que todas as coisas lhe estejam sujeitas;
9 — vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos.
10 — Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas e mediante quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse, pelas aflições, o Príncipe da salvação deles.
11 — Porque, assim o que santifica como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos,
12 — dizendo: Anunciarei o teu nome a meus irmãos, cantar-te-ei louvores no meio da congregação.
13 — E outra vez: Porei nele a minha confiança. E outra vez: Eis-me aqui a mim e aos filhos que Deus me deu.
14 — E, visto como os filhos participam da carne e do sangue, também ele participou das mesmas coisas, para que, pela morte, aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo,
15 — e livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão.
16 — Porque, na verdade, ele não tomou os anjos, mas tomou a descendência de Abraão.
17 — Pelo que convinha que, em tudo, fosse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote naquilo que é de Deus, para expiar os pecados do povo.
18 — Porque, naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados.

HINOS SUGERIDOS
35, 156 e 542 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL
Explicar que a salvação não é algo dado ao crente compulsoriamente, por isso, ele deve ser vigilante e não negligenciar a graça recebida.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
I. Mostrar a grandiosidade da salvação divina;
II. Discutir a necessidade da salvação;
III. Saber que a salvação pela fé em Cristo é eficaz.


INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado(a) professor(a), estudaremos a exortação do escritor de Hebreus a respeito da grandiosidade da salvação. Salvação essa que recebemos mediante a fé em Jesus Cristo. Ela é resultado da graça divina, mas Cristo pagou um alto preço. Por isso, no capítulo dois, o autor aos Hebreus faz uma séria advertência a respeito dos que negligenciam tão grande salvação. Para redimir a humanidade pecadora, Cristo assumiu a forma humana a fim de se identificar conosco e nos outorgar a salvação. Ele morreu por nós, mas ao terceiro dia ressuscitou coroado de glória e honra. Cristo também nos elevou a uma condição superior, a de filhos(as) de Deus. Jesus é superior aos anjos e a todas as coisas, e a salvação que Ele oferece é o maior bem que o ser humano pode obter, por isso não devemos negligenciar tal graça.
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
O autor dá início à seção de Hebreus 2.1-18 com uma forte exortação. Era necessário, por parte dos crentes maior firmeza em relação às coisas espirituais. O que o autor observava entre eles era certa letargia e negligência diante de um fato de tão grande importância como é a salvação. Nesse aspecto a resposta devia ser dada por meio do retorno às verdades anteriormente ouvidas e que haviam sido esquecidas. Isso era de suma importância porque evitava que algum deles viesse a se desviar. De fato, o vocábulo grego usado pelo autor — pararreo —, traduzido como “desviar”, significa originalmente “perder o rumo”. O termo era usado também em relação a um barco que acidentalmente era desancorado e lançado à deriva em alto mar. No pensamento do autor só havia uma maneira de manter-se no rumo certo: ancorando o barco no porto seguro, Jesus.

PONTO CENTRAL
Precisamos ser vigilantes e não negligenciarmos a salvação divina.

I. UMA SALVAÇÃO GRANDIOSA
1. Testemunhada pelo Senhor. O autor faz um contraste entre as alianças do Sinai e do Calvário. Enquanto a Antiga Aliança foi intermediada por anjos (v.2), a Nova Aliança tinha Jesus, o Filho de Deus, como seu mediador. O autor, então, faz uma analogia entre as duas Alianças para que o contraste entre ambas fique bem definido. Foi Jesus, o Filho de Deus, e não os anjos, que anunciou essa tão grande salvação. Por serem mediadores da Lei, os anjos despertavam grande estima e respeito dos judeus por eles. Se uma Aliança firmada na Lei, mediada por anjos, imperfeita e transitória, requeria obediência por parte dos crentes, muito mais a Nova Aliança que é perfeita e eterna. Se quem não observava os princípios do Antigo Pacto, quebrando os seus preceitos, era punido de forma dura, que castigo merecia quem ultrajava a Nova Aliança, que em tudo era superior?
2. Proclamada pelos que a ouviram. Essa salvação grandiosa foi primeiramente anunciada pelo Senhor e, posteriormente, por “aqueles que a ouviram” (Hb 2.3). Fica evidente nesse texto que o autor não foi uma testemunha ocular dos feitos de Jesus, mas recebera a Palavra por meio dos que a “ouviram”. Mesmo não tendo recebido a Palavra de Deus diretamente do Senhor, o autor não tem dúvida que a mensagem apostólica era essencialmente a mesma Palavra de Deus. Esse fato deveria fazer com que os crentes fossem mais diligentes na observância dos preceitos neotestamentários. De fato, a palavra bebaioô, aqui traduzida como “confirmar”, tem o sentido de algo que transmite segurança e confiança. Em outras palavras, o que o Senhor anunciou e que, posteriormente, foi proclamado por testemunhas oculares, deve servir de fundamento da nossa fé.
3. Confirmada pelo Espírito Santo. A mensagem, que primeiramente fora anunciada pelo Senhor e testemunhada pelos que a ouviram, foi instrumentalizada pelo Espírito Santo. Nesse aspecto, as traduções — “distribuições feitas pelo Espírito Santo” ou “distribuições do Espírito Santo” (Hb 2.4) — expressam bem o que o autor quis dizer. O Espírito Santo é o agente por trás de cada milagre e sinal operados na história do povo de Deus, tanto do passado quanto do presente. O autor quer chamar a atenção de seu público leitor mais uma vez para a importância da mensagem recebida, ou seja, ela fora também testemunhada de uma forma concreta e palpável pelo Espírito Santo por intermédio da distribuição de seus muitos dons.

SÍNTESE DO TÓPICO (I)
Pela fé em Jesus Cristo recebemos uma salvação grandiosa.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO
Hebreus 2.1-4
“Esta é a primeira de sete passagens em Hebreus onde o autor combina uma urgente exortação com uma solene advertência a fim de mover seus leitores a uma confiança renovada, a uma esperança e fé perseverante em Cristo. Estas sete advertências não são divagações, no entanto se relacionam diretamente com o principal propósito do autor. A íntima conexão entre este parágrafo e a interpretação em 1.5-14 demonstra que a exposição bíblica do autor não era propriamente um fim, mas originou-se de sua preocupação por seus leitores e sua perigosa situação.

O rico vocabulário e os dons do autor como orador são novamente evidentes. A construção grega de 2.1-4 consiste em duas sentenças: uma declaração direta (2.1), seguida por uma longa sentença explicativa (2.2-4), que inclui uma pergunta retórica (‘como escaparemos nós?’) com uma condição (‘se atentarmos para [ou negligenciarmos] uma tão grande salvação’, 2.3a).

A expressão ‘Portanto’ (2.1) liga este parágrafo ao esplendor e à incomparável supremacia do Filho no capítulo 1. Pelo fato de o Filho ser superior aos profetas e aos anjos, se o que Deus ‘nos falou pelo Filho’ (1.2) for negligenciado, seremos muito mais culpáveis: ‘Portanto, convém-nos atentar, com mais diligência, para as coisas que já temos ouvido, para que, em tempo algum, nos desviemos delas’” (ARRINGTON, French L.; STRONSTAD, Roger (Ed.). Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. 2ª Edição. RJ: CPAD, 2004, p.1549).

CONHEÇA MAIS
Salvação
“1. Sõteria (σωτηρία) denota ‘libertação, preservação, salvação’. O termo ‘salvação’ é usado no Novo Testamento para se referir a: (a) o livramento material e temporal de perigo e apreensão: (1) nacional (Lc 1.69,71; At 7.25, ‘liberdade’); (2) pessoal, como do mar (At 27.34, ‘saúde’); da prisão (Fp 1.19); do dilúvio (Hb 11.7); (b) o livramento espiritual e eterno concedido imediatamente por Deus aos que aceitam as condições estabelecidas por Ele referentes ao arrependimento e fé no Senhor Jesus, somente em quem será obtido (At 4.12), e sob confissão dEle como Senhor (Rm 10.10); para este propósito o Evangelho é o instrumento de salvação (Rm 1.16; Ef 1.13 [...])”. Para conhecer mais leia Dicionário Vine, CPAD, p.967.
II. UMA SALVAÇÃO NECESSÁRIA
1. Por intermédio da humanização do Redentor. Na seção vv.5-9, o autor toma o Salmo 8 como pano de fundo de seu argumento (Sl 8.4-6). Nesse aspecto, ele segue a Septuaginta que usa o termo “anjo”, em vez do texto massorético, que traz a palavra “Deus”. Na mentalidade judaica, da qual o autor participa, o homem foi feito como coroa da criação e a ele foi confiado todo o domínio. Todavia, devido à queda, esse domínio fora perdido. Na mente do autor dessa Escritura, portanto, o Salmo 8 não pode se aplicar a Adão, nem tampouco a raça pós-queda, mas a Jesus, o Messias, que por meio da cruz, veio restaurar a humanidade caída.
2. Por meio do sofrimento do Redentor. Para um judeu do primeiro século era escandalosa a ideia de um Messias sofredor. Como então assegurar que Jesus era superior aos anjos se Ele morrera em uma cruz? O autor de Hebreus usa o versículo cinco do Salmo 8 para explicar esse aparente paradoxo. Sim, argumenta ele, Jesus de fato foi feito um “pouco” menor do que os anjos por causa da sua humanização. Os intérpretes entendem que as palavras “pouco” e “pouco tempo” (Hb 2.7,9) podem denotar posição ou tempo. Em outras palavras, Jesus se tornou “menor” que os anjos enquanto vivia os limites da condição humana e experimentou o sofrimento advindo desse estado de humilhação. Todavia, foi por meio deste mesmo sofrimento de Cristo que os homens tornaram-se livres.
3. Por intermédio da glorificação do Redentor. Na mente do autor, Cristo não sofreu para ser glorificado, mas Ele foi glorificado porque sofreu. Foi por intermédio do sofrimento que Ele foi “coroado de glória e de honra, [...] para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos” (Hb 2.9). Para os crentes que viam no sofrimento algo incompatível com o viver cristão, e que, devido a isso estavam desanimados, essas palavras serviam de ânimo e consolo.

SÍNTESE DO TÓPICO (II)
Depois da Queda a salvação tornou-se necessária, por isso, por meio da cruz, Jesus veio restaurar a humanidade.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Jesus, superior aos anjos em sua missão redentora (Hb 2.5-18)
Esta seção dá continuidade ao pensamento iniciado em 1.5-14 a respeito da superioridade do Filho em relação aos anjos, porém sob uma perspectiva diferente. No capítulo 1 a ênfase estava na divindade da natureza do Filho; aqui o enfoque está em sua humanidade e no sofrimento como componentes necessários de sua missão redentora. Os anjos, por um lado, são servos; sua missão para o homem como ‘espíritos ministradores’ é ‘servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação’ (1.14). O Filho, por outro lado, é o Salvador; sua missão para o homem como ‘o Príncipe da salvação deles’ (2.10) é ‘salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus’ (7.25). Entretanto, como Salvador, a missão redentora do Filho envolvia tanto a humilhação como a glória.

Como o homem perfeito, Jesus se tornou o verdadeiro representante da raça humana e o cumprimento absoluto do Salmos 8. Somente Ele poderia cumprir ‘o propósito declarado do Criador quando trouxe a raça humana à existência’. Mas, assim fazendo, Ele teve de se identificar plenamente com a condição humana, incluindo o sofrimento humano (cf. Hb 4.15,16; 5.6), a fim de ‘abrir o caminho da salvação para a humanidade e agir eficazmente como o Sumo Sacerdote de seu povo na presença de Deus’. Isto significa que Ele não é apenas aquEle em quem se cumpre a soberania destinada à humanidade, mas também aquEle que, por causa do pecado humano, deve concretizar esta soberania por meio do sofrimento e da morte. Portanto, o Filho, que já foi apresentado como superior aos anjos, teve de ser feito ‘um pouco menor do que os anjos’ (2.7a) antes de poder ser ‘coroado de glória e de honra’ (2.7b) como Senhor sobre todas as coisas” (ARRINGTON, French L.; STRONSTAD, Roger (Ed.). Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. 2 Edição. RJ: CPAD, 2004, pp.1551,52).

III. UMA SALVAÇÃO EFICAZ
1. Vitória sobre o Diabo. Na conclusão de seu argumento o autor mostra os métodos e os resultados dessa grandiosa salvação. Para que a salvação se efetivasse o Salvador precisava sofrer e morrer pelos homens. Somente por meio da morte na cruz, o Diabo, arqui-inimigo dos homens, seria derrotado (Hb 2.14). O autor usa o verbo grego catargeo para se referir à derrota de Satanás. Esse verbo tem o sentido de “destronar” ou “tornar inoperante”. Por intermédio da cruz, Cristo destronou e desarmou Satanás das armas que este possuía. Foi na cruz que Ele despojou os principados e as potestades e nos garantiu a vitória (Cl 2.15).
2. Vitória sobre a morte. Com a entrada do pecado no mundo a morte passou a ser um inimigo temido. Essa arma poderosa era usada por Satanás para manter os homens debaixo do jugo do medo (Hb 2.15). Todavia, ao morrer na cruz por todos os homens, Jesus venceu a morte. Os homens continuam a morrer, mas os que o recebem como Salvador tem a vida eterna, pois a morte não tem mais domínio sobre eles.
3. Vitória sobre a tentação. Pela primeira vez na epístola o autor usa a denominação “sumo sacerdote” em relação a Jesus (Hb 2.17). O tema do sacerdócio de Cristo será explorado pelo autor com maior profundidade em passagens posteriores (Hb 3.1; 4.14-16; 5.1-10; 6.20; 7.14-19,26-28; 8.1-6; 9.11-28; 10.1-39). Todavia, aqui o seu uso é justificado no contexto da identificação de Jesus com seus “irmãos”, os salvos. Esse sumo sacerdote é misericordioso e fiel. Por ter assumido a natureza humana, e se identificado com os homens nos seus limites, Ele sabe o que é ser tentado e por essa razão está pronto a ajudá-los.
SÍNTESE DO TÓPICO (III)
O sacrifício de Cristo foi único, eficaz e nos garante a vitória sobre o Diabo, a morte e a tentação.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO
“[...] Pela graça de Deus, Jesus provou a morte por todos os homens (Hb 2.9). Três verdades importantes estão sucintamente incorporadas aqui:

1. A morte de Jesus na cruz, para realizar a salvação, foi um ato da graça de Deus.
2. Sua morte foi em favor de (byper) cada pecador; um claro ensino de Hebreus é que sua morte foi uma expiação substitutiva pelo nosso pecado (cf. 5.1; 7.27).
Sua morte não foi uma ‘expiação limitada’ — isto é, para algumas pessoas seletas, como alguns reivindicam — mas Ele provou temporariamente a morte por todos os homens. Sua morte é de proveito para todo aquele que por fé se submete a Ele como Senhor e Cristo.
Para os judeus daqueles dias, a ideia de um Messias em sofrimento era detestável e a reivindicação cristã de que isto convinha, deveria ser vista contra este panorama. Qualquer que seja a razão para a cruz, não há dúvida alguma de que tais fatos revelam a natureza de Deus. É neste sentido que ‘convinha’ que as coisas ocorressem como de fato ocorreram” (ARRINGTON, French L.; STRONSTAD, Roger (Ed.). Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. 2ª Edição. RJ: CPAD, 2004, p.1553).
CONCLUSÃO
Por meio da sua humanização e humilhação Jesus se tornou o legítimo Sumo Sacerdote representante da humanidade. Os anjos de fato são seres especiais a serviço de Deus, entretanto, Jesus não veio socorrê-los, mas buscar a descendência de Abraão, os crentes. Por intermédio de seu sofrimento e morte, Ele pode dar vida aos que estão mortos.

PARA REFLETIR

A respeito de Uma Salvação Grandiosa, responda:

Segundo o autor aos Hebreus, qual a única maneira de manter-se no rumo certo?

No pensamento do autor só havia uma maneira de manter-se no rumo certo: ancorando o barco no porto seguro, Jesus.

Enquanto a Antiga Aliança foi intermediada por anjos, a Nova Aliança foi mediada por quem?

Enquanto a Antiga Aliança foi intermediada por anjos, a Nova Aliança tinha Jesus, o Filho de Deus, como seu mediador.

Como os homens tornaram-se livres?

Por meio do sofrimento de Cristo.

O que foi preciso ser feito para que a salvação se efetivasse?

Para que a salvação se efetivasse o Salvador precisava sofrer e morrer pelos homens.

Por que Jesus Cristo, o verdadeiro Sumo Sacerdote, sabe o que é ser tentado e, por isso, está pronto a nos ajudar nas fraquezas?

Por ter assumido a natureza humana, e se identificado com os homens nos seus limites, Ele sabe o que é ser tentado e por essa razão está pronto a ajudá-los.

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
Uma Salvação Grandiosa
Caro professor, prezada professora, com base no esboço acima, leve em consideração o objetivos geral e específicos da lição. Você deve explicar que a salvação não é algo dado ao crente compulsoriamente, por isso, ele deve ser vigilante e não negligenciar essa graça recebida (Objetivo Geral).
Seu aluno deve chegar a esse objetivo, por meio do recurso selecionado por você, a fim de fazê-lo (1) perceber a grandiosidade da salvação divina, (2) discutir a necessidade da salvação e (3) mostrá-los que a salvação pela fé em Cristo é eficaz.

Um ponto importante sobre o Tópico I
É importante ressaltar que Hebreus 2.1-4 é uma advertência em relação às coisas que a igreja havia ouvido “PARA QUE, EM TEMPO ALGUM, NOS DESVIEMOS DELAS” (v.1). Por isso é preciso — preste atenção as nestas expressões! - “atentar com diligência”, “como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação” (v.3). Esses quatro primeiros versículos do escritor aos Hebreus afirmam pelos menos duas verdades: [1] É possível o crente salvo e remido negligenciar, descuidar e faltar com interesse a respeito da verdade do ensino do Evangelho, o que seria desastroso demais; [2] todo cristão é tentado a tornar-se e a permanecer indiferente para com a Palavra de Deus. É notória a preocupação do escritor aos Hebreus acerca da possibilidade, de aos poucos, e paulatinamente, o crente salvo se distanciar do Filho de Deus, mergulhando na mais terrível apostasia. Essa preocupação, o autor de Hebreus desdobrará melhor nos próximos capítulos. Por isso, é importante você ressaltar esse ponto nesse primeiro tópico.

Sugestão Pedagógica

Ao final da aula, retome o ponto central da presente lição, conforme consta na sua revista de professor: “Precisamos ser vigilantes e não negligenciar a salvação divina”. Leia com a classe e, em seguida, ore com os alunos, rogando ao Pai por vigilância e perseverança em Cristo.

Discipulando 1º Ciclo Lição 02 – O fracasso de Israel em representar o Reino de Deus

Revista: Discipulando 

Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
6 – Agora, iniciem o estudo da lição 02: “O fracasso de Israel em representar o reino de Deus.”
- Nesta lição procure apresentar a transitoriedade da Lei para a dispensação da graça comparando uma com a outra.
7– Para o desenvolvimento desta lição sugerimos a dinâmica “Fracasso e Sofrimento”.




Dinâmica: Fracasso e Sofrimento

Todo cristão está sujeito a fracasso em sua vida cristã e em consequência disso passar por algum tipo de sofrimento. Às vezes, o sofrimento foi a forma encontrada por Deus para corrigir algumas imperfeições em nossas vidas. Em outras ocasiões não entendemos os objetivos Dele mediante aquela situação sofrível que estamos passando. Mas tenhamos uma certeza que tudo tem um propósito.
Israel, por ter escolhido não representar bem o Reino de Deus teve que passar centenas de anos como escravos.
Objetivo:
Saber que alguns dos sofrimentos são consequências de nossos fracassos.
Material:
Caixa ou sacola de tecido, tiras de papel ofício ou A4 e caneta hidrográfica.
Procedimento:
Escreva nas tiras de papel os fracassos de Israel em representar o Reino de Deus: Quebra da aliança, apego a cosas amaldiçoadas, afastamento de Deus, idolatria, falta de amor para com o próximo, prostituição. Dobre as tiras e coloque dentro da caixa ou sacola.
No final do terceiro tópico, coloque sua classe em círculo e diga-lhes que os fracassos de Israel os levou a uma vida de sofrimento. Mas que aquele sofrimento não foi em vão pois a nação aprendeu até os dias de hoje uma grande lição com Deus: Até hoje eles abominam a idolatria.
Entregue a caixa ou sacola ao aluno(a) que estiver na ponta do círculo, ele deverá ler um dos fracassos de Israel, e em seguida traga uma palavra de reflexão sobre o assunto, logo após a caixa será passada para o segundo aluno, para o terceiro, e assim prossegue,  e, como foi feito com o primeiro aluno deverá ser feito com todos até a retirada do último papel. Você poderá acrescentar ainda algum outro tipo de fracasso israelita que possa ser mencionado nesta dinâmica.


Diga-lhes que Deus não nos abandona no momento em que fracassamos, mas se permanecermos no erro Ele permite que passemos por situações indesejadas para que possamos aprender a viver uma vida de fé verdadeira Nele.

Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.


Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

domingo, 7 de janeiro de 2018

Juniores Lição 02: Os amigos que fizeram um pedido arriscado

Revista: Juniores 9-10 anos

1º Trimestre de 2018 
Prezado(a) professor(a),

Na aula desta semana seus alunos conhecerão personagens importantes que foram escolhidos para andar lado a lado com Jesus. Durante o período de seu ministério terreno, Jesus chamou pessoas específicas para aprenderem com Ele as verdades de Deus para salvação dos homens. A este grupo seleto, nosso Senhor chamou de discípulos.

Apesar da convivência diária com o Mestre, os discípulos levaram um tempo para amadurecer e compreender como funciona o Reino de Deus. Tiago e João eram meros pescadores quando foram chamados para o grande empreendimento de pregar o evangelho às nações. Mas o Senhor conhecia o coração deles e sabia que eles possuíam qualidades importantes que seriam aproveitadas para a glória de Deus.

Certa vez, eles foram até Jesus e fizeram um pedido muito audacioso: pediram ao Mestre que, em sua glória, permitisse que eles se assentassem ao seu lado, um à sua direita e outro à sua esquerda. Quando os outros discípulos souberam da ousadia de Tiago e João, ficaram indignados. Afinal de contas, quem eles pensavam que eram para pedirem tamanha honra ao Senhor? Jesus, conhecendo a imaturidade do pedido, explicou cuidadosamente como funciona a dinâmica do Reino Celestial.

Em primeiro lugar, Jesus mostrou aos discípulos que pertencer àquele grupo seleto condicionaria os discípulos a sofrerem o mesmo destino que o seu Mestre sofreria pelas mãos dos homens. A princípio, a resposta dos discípulos era firme: — Sim! Podemos arcar com as consequencias! O que, na verdade, não foi ignorado por Jesus, pois posteriormente foi justamente isso que aconteceu com os seus discípulos.

Em segundo lugar, Jesus mostrou aos discípulos que assumir aquela posição de honra não era uma decisão específica dele, mas exclusiva do Pai que realiza todas as coisas. Com essa afirmativa, Jesus ensinou aos discípulos umas das maiores verdades contidas no evangelho: “Como vocês sabem, os governadores dos povos pagãos têm autoridade sobre eles e mandam neles. Mas entre vocês não pode ser assim. Pelo contrário, quem quiser ser importante, que sirva os outros, e quem quiser ser o primeiro, que seja o escravo de todos” (Mc 10.42,43). É natural que o ser humano prefira ser servido a servir, mas a verdade ensinada por Jesus não deixa dúvidas de que todos quantos querem fazer parte do Reino Celestial devem submeter suas vidas a promover o bem estar e prestígio do próximo e não precisamente os seus. Esta é uma verdade que dificilmente é ensinada, porém revela a verdadeira natureza do Reino de Deus.

Em seguida, o Mestre deixa claro que Ele mesmo não veio para ser servido, mas para servir e entregar a própria vida em resgate de muitos (cf. Mc 10.45). Viver um estilo de vida que demonstre serviço não é algo bem visto na sociedade dos dias atuais, tendo em vista que tanto o seio familiar quanto os outros espaços de relacionamento estão contaminados pelo egoísmo e pelo bem estar próprio. Mas o evangelho de Jesus Cristo veio para plantar em nós e por intermédio de nós um estilo de vida que agrade a Deus e trabalhe pela salvação das pessoas.

Aproveite o assunto e ensine essas verdades para os seus alunos. Distribua uma folha de papel A4 e lápis para a classe. Peça que escrevam na folha tudo o que desejam para suas vidas no ano que se inicia. Explique que não é preciso assinar a folha. Em seguida, peça que dobrem a folha em formato de carta e entregue para você. Misture as cartas e peça para cada aluno por vez tirar uma carta para si. Caso tire a própria carta o aluno deverá devolver e escolher outra até que todos tenham em mãos cartas diferentes. Os alunos deverão ler a carta para si mesmo e guardar. Ao final, diga que tudo de bom que desejamos para nossas vidas, assim também devemos desejar para as pessoas a nossa volta.
Thiago Santos
Educação Cristã - Publicações CPAD





Revista do aluno:

Título da Lição:



Memória em ação:

Lembrancinhas:
 
Ótima semana!
fontes:http://pequeninos-de-jesus.blogspot.com.br/
http://www.escoladominical.com.br

Primários Lição 2 - Deus fala com José, o Noivo de Maria

Revista: Primários 7 - 8 anos

1° Trimestre de 2018

OBJETIVO: Que o aluno compreenda que Deus fala conosco.
PONTO CENTRAL: Deus fala conosco de diferentes maneiras.
MEMÓRIA EM AÇÃO: “[...] Se obedecermos ao Senhor, tudo correrá bem para nós” (Jr 42.6).
     Querido (a) professor (a), esta será a primeira aula do ano e vamos falar sobre ouvir a voz de Deus. Tem algum tema melhor para abrir 2018 com chave de ouro?! Que este Deus maravilhoso e Todo-Poderoso abençoe você e sua turma neste novo calendário que se inicia.

      Por uma série de questões socioculturais, geralmente no final e início de cada ano a maioria das pessoas tende a ficar frustrada pelo que ainda não aconteceu, ansiosas pelo que deseja que aconteça ou angustiada pelo que temem acontecer. Mas lembre-se que esta marcação de tempo linear, apesar de útil, é uma mera invenção humana. O tempo do Senhor é diferente, ele não segue a nossa agenda, lógica ou ritmo. Trata-se do “kairós”, em grego: καιρός, isto é, "o momento oportuno", "certo" ou "supremo". A palavra “supremo” por sua vez no dicionário da língua portuguesa refere-se ao que está acima de qualquer coisa; ao que pertence a Deus, portanto, o tempo divino. Como bem diz as Escrituras: “Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia” (2 Pe 3.8).

      Você confia no tempo do Senhor? Confia que a hora dEle é perfeita e Ele não se atrasa? Crê que Ele não volta atrás em suas promessas, ainda que algumas vezes as julguemos demoradas?! Lance sobre o Senhor toda a sua frustração, angustia e ansiedade, porque Ele certamente tem cuidado de você (1 Pe 5.7).
      Sugerimos que antes da lição e prática do conteúdo sugerido em sua revista, você bata um papo com seus primários sobre as expectativas e pedidos de oração deles para este novo ano. Momentos como esse são muito importantes não apenas espiritualmente, mas também para que você conheça a vida de seus alunos e estreite seus laços com eles.
      Em seguida, ore por todas as questões apresentadas, pedindo que o Senhor cuide de cada uma, e dê a todos a paz que excede todo o entendimento, cientes de que o Deus Todo-Poderoso é quem os abençoará e proverá todas as suas necessidades. Enfatize que basta que ouçamos a sua voz e o obedeçamos que tudo correrá bem para nós (Jr 42.6). Aproveite para trabalhar o “Memória em Ação”.
      Antes de introduzir a história pergunte a eles: Como nós podemos ouvir a Deus? Deixe que se expressem e esteja atento ao que disserem para esclarecer o que julgar necessário. Explique que o Senhor fala conosco de muitas maneiras: usando o pastor durante a pregação, o professor ao contar a história bíblica, ao lermos a Bíblia, que é a Palavra de Deus, ou mesmo através abraço do colega, uma palavra amiga, através de sonhos, ou de um corinho, etc.
      Escreva em tiras de papel algumas frases e versículos que estejam alinhados com o objetivo e ponto central proposto para esta aula – Deus fala conosco de muitas maneiras! Após a história, sugerimos a brincadeira de “Telefone sem fio”. Oriente que uma criança por vez inicie a brincadeira, pegando uma tira de papel sortida aleatoriamente, sem deixar que os demais leiam. O mais baixo possível, essa criança falará apenas ao ouvido do colega ao lado, da mesma forma o que recebeu a mensagem e assim sucessivamente, até a última criança da ponta, que falará em voz alta a frase como chegou aos seus ouvidos. Para dinamizar, é importante que ninguém repita, passe adiante apenas uma vez a parte que entendeu. Ao final, compare com a mensagem original e veja as prováveis diferenças. Enfatize o quanto é importante que os nossos ouvidos espirituais estejam bem aguçados e atentos para entender perfeitamente a voz e mensagem do Senhor para nós. Ore com eles por isso. De maneira lúdica, seus alunos estarão absorvendo e fixando melhor o objetivo proposto para esta aula.
O Senhor lhe abençoe e capacite! Boa aula! 
Paula Renata Santos
Editora Responsável pela Revista Primários da CPAD
Revista do Mestre:



 Revista do aluno:


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Jardim de infância Lição 2 - Filhos, Presentes do meu Amigo

Revista: Jardim de infância 5-6 anos

 1º trimestre de 2018
OBJETIVO: Os alunos deverão acreditar que o Papai do Céu ouve a oração de seus filhos; e saber que o Papai do Céu realiza o impossível.
É HORA DO VERSÍCULO: “[...] [Deus] me escuta quando peço ajuda e atende as minhas orações” (Sl 6.9).
Nesta lição, as crianças estudarão sobre a história de Ana que orou muito pedindo um filho a Deus. Ana orava em silêncio e o sacerdote Eli pensou que ela estava bêbada. Mas Ana não estava e o Papai do Céu ouviu a sua oração. Samuel foi o presente que Ana recebeu do Senhor para ela amar e cuidar, assim como as crianças hoje também são presentes para o papai e a mamãe. Sabemos que presente só traz alegria. Será que tem alguma criança que não dá alegria à mamãe e ao papai? Faz bagunça e responde mal? Criança que faz isso não está sendo um bom presente para os seus pais.

Após realizar todas as atividades propostas no manual do professor e caso haja tempo, imprima a folha abaixo e distribua para as crianças colorirem a cena em que Ana está orando pedindo um filho a Deus e o sacerdote está dizendo para ela ir embora que Deus ia ouvir a oração dela. Reforce que o Papai do Céu ouve a oração de seus filhos e realiza o impossível.
licao2.jardim.1t18 
Deus abençoe a sua aula e os seus alunos!
Verônica Araujo
Editora da Revista Jardim de Infância




Revista do aluno:

 ÓTIMA SEMANA!

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Maternal Lição 2 - O nascimento de Jesus

Revista: Maternal 3-4 anos

1° Trimestre de 2018
Objetivo da Lição: Mostrar às crianças como foi o nascimento de Jesus.

Para guardar no coração: “[...] Deus nos mandou um menino que será o nosso rei [...]” (Is 9.6).
Seja bem-vindo
“Professora, na aula de hoje você ensinará seus alunos acerca do nascimento de Jesus, história que costuma ser contada no Natal, quando celebramos tal acontecimento.  Por isso, é importante relacionar a aula à data comemorativa. Após a oração inicial, cante com a turma alguns louvores que façam alusão ao nascimento de Jesus e ao amor de Deus. Você pode iniciar o momento da história dizendo aos alunos que hoje eles conhecerão a verdadeira história do Natal, embora ainda estejamos no início do ano. Coloque sobre a mesa duas ou três caixas de presente bem embaladas e explique que são seus presentes de Natal. Abra as embalagens e mostre os presentes, que devem ser objetos especiais. Em seguida, conte-lhes que o melhor presente de Natal não veio embrulhado em um papel colorido ou em uma bonita caixa, mas em algo parecido com isto... (mostre uma fralda de pano ou cueiro). Depois de contar a história, ensine aos alunos o versículo de hoje e, em seguida, ajude-os a fazer as atividades da revista. Finalize com a confecção da manjedoura de tubo, que eles levarão para casa como recordação desta aula” (Daniele Pereira). 
Subsídio professor“O governo romano forçou José a fazer uma longa viagem para pagar seus impostos. Sua noiva teve de acompanhá-lo, embora seu bebê pudesse nascer a qualquer momento. Ao chegarem a Belém, não puderam encontrar uma estalagem para ficar, tiveram de abrigar-se em um estábulo. Deus controla toda a História. Devido ao decreto do imperador Augusto, toda a situação encaminhou-se para que Jesus nascesse justamente na cidade profetizada para o nascimento dEle (Mq 5.2), embora José e Maria não vivessem lá. Tiras de pano eram usadas para manter um bebê aquecido e dar-lhe uma sensação de segurança. Acreditava-se que estes panos protegiam os órgãos internos. O costume de enrolar crianças deste modo ainda é praticado em muitos países do Oriente Médio. A menção da manjedoura é a base para a crença comum de que Jesus nasceu em um estábulo, covas com cochos de alimentação (manjedouras) esculpidas em paredes de pedra. Apesar da imagem nos cartões de Natal ser a de um lugar belo, o ambiente era escuro e sujo. Este não era o local que os judeus esperavam para o nascimento do seu Rei e Messias. Pensavam que o prometido Salvador nasceria em um palácio. O fato de Jesus ter nascido de uma virgem é um milagre que muitas pessoas consideram difícil de acreditar. Mas três fatos ajudam a fundamentar nossa fé. (1) Lucas era médico, sabia perfeitamente como os bebês são gerados. Assim como nós, ele deve ter tido a mesma dificuldade de crer em um nascimento virginal, contudo, relatou-o como fato. (2) Como um cuidadoso investigador, Lucas baseou o seu Evangelho em depoimentos de testemunhas oculares. A tradição sustenta que ele conversou com Maria sobre o que registrou nos dois primeiros capítulos. A história de Maria não é uma invenção. (3) Cristãos e judeus, que adoram a Deus como o Criador do universo, não devem ter dúvida de que Deus tem o poder para gerar uma criança no útero de uma virgem.” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, pp. 1342, 1344, 1345)  
Oficina de ideias
“Para que os alunos levem uma lembrança da aula de hoje, confeccione com eles uma manjedoura com um bebê. Os alunos vão precisar da sua ajuda durante todo processo. Faça a manjedoura usando tubos de papelão do papel higiênico ou papel toalha (nesse caso, divida o tubo em duas ou três partes), cortados no sentido do comprimento. Entregue duas partes para cada aluno e ajude-os a colar as metades com as curvas viradas para fora. Distribua pedaços de papel laminado para que as crianças cortem em tirinhas e colem na metade superior como se fosse o feno. Disponibilize massa de modelar para que os alunos façam um bebezinho e coloquem na manjedoura. Para finalizar, deixe-os escolher retalhos de tecido para cobrir o bebê de massinha” (Daniele Pereira).

Até logo
Depois de repetir o versículo e o cântico do dia, encerre a aula com uma oração. Prepare as crianças para a saída. Quando os pais ou responsáveis forem buscar as crianças, recomende que, em casa, leiam a história bíblica de hoje para o(a) filho(a). Sugira que utilizem uma bíblia infantil. O texto bíblico da lição se encontra em Lucas 2.4-17. 
Título da lição:




Para Guardar no coração:

Lembrancinhas:

Revista do aluno:



Ótima aula!!!
Deus abençoe a sua aula e os seus alunos!
Telma Bueno
Editora Responsável pela Revista Maternal da CPAD

fontes: http://pequeninos-de-jesus.blogspot.com.br
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Berçário Lição 2 - Filhos, presentes do Papai do Céu

Revista: Berçário 0-2 anos

OBJETIVO DA LIÇÃO: Mostrar ao bebê que ele é amado e desejado, como um presente do Papai do Céu aos pais.
É HORA DO VERSÍCULO: “Eu pedi esta criança a Deus, o SENHOR, e Ele me deu o que pedi” (1 Samuel 1.27).
Nesta lição, as crianças estudarão sobre Samuel, um bebê que foi muito pedido e desejado por seus pais. Sua mamãe, Ana, orou muito ao Papai do Céu pedindo um filho, e Deus deu o pequeno Samuel para ela. Ela cuidou muito bem do seu bebê até ele ir morar no Templo com o sacerdote Eli.

Após realizar todas as atividades propostas no manual do professor e caso haja tempo, imprima a folha abaixo e distribua para as crianças colorirem com giz de cera a imagem da mamãe alimentando o seu bebê. Diga que o Papai do Céu deu o bebê como um lindo presente para a mamãe e o papai e cuidar e amar.
licao2.bercario.1t18

Deus abençoe a sua aula e os seus alunos!
Verônica Araujo
Editora da Revista Berçário

fonte:http://www.escoladominical.com.br