quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Pré-aula da Revista Juvenis - Lição 5 - Quem é Jesus Cristo?

Juvenis – Lição 05: Quem é Jesus Cristo?

Revista: Juvenis 15 e 17 anos

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
– Cumprimentem os alunos.
– Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
– Perguntem como passaram a semana.
– Escutem atentamente o que eles falam.
– Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
– Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 – Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 – Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
– Apresentem o título da lição: Quem é Jesus Cristo?
– Em seguida, utilizem a dinâmica “Quem é Jesus?”
– Depois, trabalhem os pontos levantados na lição, buscando a participação dos alunos.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Quem é Jesus?

Objetivo: Introduzir o estudo sobre Jesus.

Material:
Palavra JESUS digitada
½ folha de papel ofício para cada aluno
Pincel atômico
05 Envelopes
Expressões digitadas: Personagem mais importante da História, Grande Filósofo, Comunista, Revolucionário Político, Idealista Religioso, Homem polêmico.
Digitar esta pergunta: “Quem dizem os homens ser o Filho do homem?”
Digitar estas respostas: Uns João Batista, Outros Elias, Outros Jeremias, Um dos profetas
Digitar esta pergunta: “E vós, quem dizem que eu sou?”
Digitar esta resposta: Uns João Batista, Outros Elias, Outros Jeremias, Um dos profetas
Digitar esta pergunta: “E vós, quem dizem que eu sou?”
Digitar esta resposta: “Tu és o Cristo, o Filho  de Deus vivo”(Mt 16.16)
Digitar: a.C(antes de Cristo)  e d.C(depois de Cristo).

Procedimento:
Antes da aula:
Enumerar os envelopes de 01 a 05
Colocar no envelope 01 as expressões: Personagem mais importante da História, Grande filósofo, Comunista, Revolucionário Político, Idealista Religioso, Homem polêmico.
Colocar no envelope 02 a pergunta: “Quem dizem os homens ser o Filho do homem?” (Esta pergunta deve estar escrita num balão de diálogo, daquele tipo de história em quadrinho).
Colocar esta resposta no envelope 03: Uns João Batista, Outros Elias, Outros Jeremias, Um dos profetas.
Colocar a pergunta a seguir no envelope 04: “E vós, quem dizem que eu sou?”
Colocar esta resposta no envelope 05: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”(Mt 16.16)
Durante aula:
– Organizem os alunos em círculo.
– Coloquem no centro do círculo a palavra JESUS.
– Perguntem para os alunos: Para vocês quem é Jesus?
Entreguem para cada aluno meia folha de papel ofício e peçam para que eles escrevam as respostas.
– Coloquem estas respostas ao redor da palavra JESUS.
– Entreguem para um aluno o envelope 01 e peçam para que abra e leia o conteúdo e coloquem ao redor da palavra JESUS.
Personagem mais importante da história, Um grande filósofo, Um comunista, Um revolucionário político, Idealista religioso, Homem polêmico
– Falem: Estas palavras ou expressões representam aquilo que muitas pessoas sabem ou entendem sobre Jesus.
 – Entreguem o envelope 02 para um aluno e peçam para que ele abra e leia.
“Quem dizem os homens ser o Filho do homem?”(Mt 16.13b)
Esta pergunta deve estar escrita num balão de diálogo, daquele tipo de história em quadrinho.
Coloquem esta pergunta bem perto do nome JESUS, para indicar que foi realizada por Jesus.
– Falem: Esta pergunta Jesus dirigiu aos seus discípulos.
– Agora, entreguem o envelope 03 outro aluno e peçam para que leia a resposta dos discípulos(Mt 16.14)
Uns João Batista, Outros Elias, Outros Jeremias, Um dos profetas
Coloquem estas palavras ao redor do nome JESUS.
– Agora, entreguem o envelope 04 para outro aluno e peçam para que abra.
Ele vai ler: “E vós, quem dizem que eu sou?”(Mt 16.15)
– Agora, entreguem o último envelope(05) para outro aluno e peçam para que leia.
“Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”(Mt 16.16)
Falem que esta resposta foi de Simão Pedro, um dos discípulos de Jesus.
– Falem: Estamos vendo aqui várias opiniões sobre quem é Jesus.
– Depois, façam uma breve reflexão sobre as respostas que estão ao redor do nome JESUS.
– Depois, perguntem: Por que o nome JESUS está no centro destas palavras?
Aguardem as respostas.
Espera-se que os alunos falem que a influência de Jesus sobre as pessoas é muito grande e importante e tão significativa que a História está dividida assim: a.C(antes de Cristo)  e d.C(depois de Cristo).
– Coloquem abaixo do nome JESUS: a.C(antes de Cristo)  e d.C(depois de Cristo).
– Agora, falem: Vamos aprofundar o nosso conhecimento sobre Jesus através da lição de hoje.

Por Sulamita Macedo.
Fonte:http://ebdinterativa.com.br/juvenis-licao-05-quem-e-jesus-cristo-dinamica-2/

Pré-aula Adolescentes | Lição 4 - O amigo leal

Adolescentes Lição 4 - O Amigo Leal

Revista: Adolescentes 13 e 14 anos 

1º Trimestre de 2018
ESBOÇO DA LIÇÃO 1 – MARTA E MARIA
2 – JESUS AMAVA SEUS AMIGOS
3 – O MILAGRE DA RESSURREIÇÃO
4 – TIRAI A PEDRA!
OBJETIVOS
Conscientizá-los 
de que os amigos são mais importantes do que as coisas materiais;
Destacar 
que Deus age em nossas vidas na hora certa;
Informar 
que Deus quer nos tornar testemunhas da manifestação do seu poder.

AVIVAMENTO: A RESTAURAÇÃO DO VERDADEIRO SENTIDO DA VIDA

O salmista orou: “Não tornarás a vivificar-nos, para que o teu povo se alegre em ti?” (Sl.85.6). Ele reconhecia que o povo de Deus era espiritualmente impotente; o fogo da devoção estava baixo; a alegria se fora: “Vivifica-nos”, clamou, mas o que queria dizer? Que é avivamento?

Muitos hoje pensam que o avivamento é uma série de encontros com o fim de acender o interesse pela Igreja. Outros acham que é uma forma de emocionalismo religioso. Mas duvido que tais ideias acerca do termo tenham passado pela cabeça do salmista.

Avivamento significa acordar e viver. No Antigo Testamento, a palavra para avivamento vem de outra que significa “viver”, que originalmente carregava o sentido de respiração, visto que a respiração é a expressão de vida em todos os seres animados. Daí poder-se dizer dos ossos secos: “Eu porei respiração dentro de vocês e os farei viver de novo” (Ez 37.5 [BLH]; cf. 37.6,14; Jó 33.4; 1 Rs 17.22). Avivamento, ou vida, era “respirar na respiração de Deus”. Como vimos aqui, a ideia enfatizada é que a fonte dessa vida está em Deus.

A palavra correspondente no Novo Testamento significa “ressuscitar” (Ap 22.5; Rm 14.9; cf. 7.9). O termo, conforme usado por Jesus, denota a mudança na vida de um filho pródigo penitente que retorna à casa do pai, no sentido de que o filho que estava “morto” e agora “reviveu” (Lc 15.24,32). Outras palavras comparam o avivamento ao reacender de uma chama que se apagava aos poucos (2 Tm 1.6) ou a uma planta que lança novos brotos e “floresce novamente” (Fp 4.10).

A ideia básica de avivamento é sempre o retorno de algo à sua verdadeira natureza e propósito. De acordo com a história da redenção, o avivamento pode ser visto como “uma obra diferente e soberana de Deus, em que Ele visita seu povo, restaurando, reanimando e liberando-o para a plenitude de sua bênção”. Por seu poder, “grandes energias, até então adormecidas, são despertadas, e novas forças – que há muito vêm sendo preparadas no interior – ganham vida”. No despertar do avivamento, vem a vida – vida em sua plenitude, vida transbordante de amor e poder divino.

É claro que nem todos os detalhes sobre essa nova vida podem ser plenos. Sendo uma ação sobrenatural do Espírito, há sempre um quê de mistério. Mas uma coisa é certa – no avivamento, homens e mulheres revivem para a vida de Deus.

Transformação pessoal

O avivamento torna-se evidente pela mudança operada no coração pelo Espírito Santo. A extensão de sua ação pode variar, e há diferenças na forma como se expressa, mas o avivamento é manifesto “onde quer que você veja [a vida espiritual] levantando-se de um estado de considerável depressão para uma situação de vigor e força maior”.

A transformação mais imediata é a renovação da experiência cristã individual. Quando alguém corresponde inteiramente à divina graça, há uma maravilhosa certeza do perdão dos pecados; o coração é limpo, a alma é livre. A fé não vacila ante as promessas de Deus. A oração palpita com o aroma do céu. O amor enche o coração com canções, e o louvor é espontâneo. Ainda há sofrimentos e tentações, mas no centro de tudo está o rosto resplandecente de Deus, brilhando no interior do ser. Cristo é real, a sua paz preenche a alma, sua vitória derrota o mundo.

Do ponto de vista do cristianismo do Novo Testamento, não há nada de incomum na experiência do avivamento. É assim que as pessoas deveriam sempre viver. Nas palavras de Roy Hession: “É simplesmente você e eu andando pela Estrada em completa identidade com o Senhor Jesus e uns com os outros, com cálices continuamente purificados, deles transbordando a vida e o amor de Deus”.

Ou, como Charles G. Finney explica, avivamento simplesmente “consiste em obedecer a Deus”, o que significa que é obrigação mais elementar do homem.

O avivamento, no sentido pessoal, deveria ser uma realidade constante. A ideia de que o avivamento é “algo que ocorre em épocas e períodos especiais” é consequencia da natureza volúvel do homem, não da vontade de Deus. Infelizmente, a maioria de nós experimenta aqueles momentos de apatia espiritual que tornam o avivamento necessário. Mas se vivêssemos continuamente na plenitude do Espírito de Cristo, como Deus deseja, o avivamento seria um estado permanente.
 
Nova vitalidade para a igreja

Mas o avivamento implica mais que bênçãos pessoais. Quando pessoas se despertam para a realidade de Cristo e essa experiência é multiplicada em outras vidas, a igreja sente uma nova unidade de fé e propósito – uma genuína comunhão no Espírito.  Quando os crentes são aproximados da Cabeça do corpo, eles são “aproximados uns dos outros em amor santo”. Isso não implica em acordo fechado em qualquer situação, mas, de forma bem marcante, o avivamento cria um ambiente em que discípulos de verdade, sinceros, caminham juntos, enquanto as diferenças menores são resolvidas no compromisso maior de uma missão comum.

Ao encher nossos corações, o amor de Cristo nos faz preocupar com as pessoas a quem Deus ama e por quem Ele deu seu filho. Dessa compaixão, nasce a força que compele à evangelização. O mandamento de fazer discípulos de todas as nações não pode ser desprezado. No mesmo espírito, nossa preocupação social se volta para os oprimidos e aflitos. A obrigação torna-se uma alegria. O amor transborda naturalmente quando o coração está cheio.
É inevitável que a sociedade sinta o impacto de uma renovação entre os cristãos. Quando o Evangelho progride em palavras e ações, o mundo percebe que aquelas pessoas estiveram com Jesus. Os pecadores são tocados e passam a buscar o salvador. Restituições são feitas. Lares destruídos são restaurados. Os padrões morais do povo melhoram. A integridade começa a ganhar espaço no governo. À medida que o Espírito do avivamento prevalece, a misericórdia, a justiça e a honestidade vão enchendo a terra.

Texto extraído da obra “A Chegada do Avivamento Mundial” de Robert Coleman, editado pela CPAD.

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: O Amigo Leal.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.  Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para finalizar, utilizem a dinâmica “O Melhor Amigo”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: O Melhor Amigo
Objetivo:
Refletir sobre as verdadeiras e falsas amizades.
Enfatizar que Jesus é o melhor amigo.
Material:
Uma venda para cada dupla.
Procedimento:
- Dividam os alunos em duplas.
- Forneçam para cada dupla uma venda, que pode ser um lenço, um pedaço de tecido etc.
- Deem as seguintes informações:
01 pessoa da dupla utilizará a venda
O outro colega dará orientações de como ele andar pela sala, por exemplo: Siga em frente! Dobre à direita! Dobre à esquerda! Dê 03 passos para frente! Dê 02 passos para trás! etc.
Depois, eles trocarão de lugar.
- Para começar a atividade façam uma mudança na organização das cadeiras e nos outros objetos da sala para dificultar a atividade.
- Quando o aluno estiver com a venda nos olhos, o outro colega deverá movimentá-lo, rodando-o, para que ele mude de posição e dessa forma ele não saberá para onde ir, tendo que obedecer ao colega.
- Dadas as informações, os alunos deverão começar atividade.
- Depois, organizem os alunos em círculos e peçam para que as duplas falem sobre a atividade, vejam algumas indagações que podem ser feitas:
Como você se sentiu sendo guiado pelo amigo?
O amigo transmitiu confiança?
O aluno que usava a venda executou os comandos que o outro falava?
Aguardem os relatos.
- Em seguida, reflitam sobre as respostas dos alunos, enfatizando a importância da segurança, confiança que deve haver entre bons amigos, mas que às vezes há amigos que podem conduzir por caminhos inadequados.
- Depois, pequem uma venda e falem:
A venda numa amizade pode representar a confiança que temos nos amigos, mas é necessário cuidado e ficar atento com as boas e más influências.
A venda também pode representar alguns tipos de amizade na qual ficamos cegos para as más influências.
- Falem ainda: Jesus é o melhor amigo, nEle vocês podem confiar!
- Para concluir, leiam: “Quem anda com os sábios será sábio, mas quem anda com os tolos acabará mal” Pv 13.20(NTLH).
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.

fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/
http://www.escoladominical.com.br

Pré-Adolescentes Lição 04 - Recebendo a Salvação

Pré-adolescentes Lição 4 - Recebendo a Salvação

Revista: Pré-adolescentes 11 e 12 anos

1º Trimestre de 2018

A lição de hoje encontra-se em: Efésios 2.8; Romanos 6.23.

Caro(a) professor(a),

Na lição desta semana seus alunos aprenderão que a Salvação é um presente que precisa ser recebido. Isso significa que a pessoa deve manifestar fé e interesse por ser salvo. Tratar deste assunto é de extrema importância, pois refere-se ao destino da pessoa por toda a eternidade. Por isso, todo aquele que ensina a respeito da Salvação precisa compreender como ela ocorre para que não sejam cometidos alguns equívocos.

Primeiramente é importante salientar que a Salvação não vem das obras (cf. Ef 2.8,9). Isso significa que não há nada que o ser humano possa fazer para recebê-la. Como já vimos em outras ocasiões, a Salvação é um presente de Deus, Ele mesmo decidiu conceder-nos a Salvação unicamente pelo fato de nos amar. Em consequência disso, Deus enviou o seu Filho Amado para cumprir a pena de morte em nosso lugar e assim renovar a nossa comunhão com Ele. As obras não são a causa da Salvação, e sim a consequência de sermos salvos em Cristo, isto é, somos salvos não pelas obras, mas para a prática de boas obras (cf. 2.10).

Em segundo lugar é preciso enfatizar que a Salvação é pela graça. Significa dizer que não merecíamos a Salvação, visto que a constante inclinação do ser humano pelo pecado o levou à morte e separação de Deus. Estávamos mortos em nossos pecados, mas Deus, por sua maravilhosa graça, mediante a fé, nos ressuscitou em Cristo Jesus (cf. Ef 2.5,6). Dizemos “mediante a fé”, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e recompensa aos que o buscam (cf. Hb 11.6). Esse é o segredo de agradarmos a Deus.

E, por último, é necessário que aquele que crer no filho de Deus o confesse perante os homens. “Com o coração se crê para justiça, e com a boca se faz confissão para a Salvação” (Rm 10.10). Confessar a Cristo como Salvador e Senhor é a mais sincera demonstração de um coração que verdadeiramente teve um encontro com Cristo. Essa declaração não parte apenas dos lábios de quem apenas diz, mas do estilo de vida de quem vive e pratica os ensinamentos daquele que transformou sua vida. A Bíblia de Estudo Pentecostal (1995, pp. 1718-19) complementa esta verdade:

Quando os crentes no Novo Testamento chamavam Jesus de ‘Senhor’, não se tratava de mera profissão de fé, ou uma simples repetição, mas de uma atitude sincera e interna do coração (cf. 1 Pe 3.15), pela qual colocavam Cristo como único e supremo Senhor sobre a totalidade das suas vidas (Lc 6.46-49; Jo 15.14). Jesus precisa ser aceito como Senhor dos assuntos espirituais, no lar e na igreja, bem como em todas as áreas da vida, inclusive a intelectual, a financeira, a educacional, a recreativa, vocacional, etc. (12.1,2; 1 Co 10.31).



Sujeitar nossas vidas ao senhorio de Cristo é viver de modo que tudo quanto fizermos tenha o propósito de agradar-lhe. Não são poucas as vezes que chamamos a Cristo de Senhor, quando na verdade não estamos expressando a mesma confiança com o nosso estilo de vida. Isso nos lembra as palavras pronunciadas pelo profeta Isaías quando disse: “Esse povo ora a mim com a boca e me louva com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A religião que eles praticam não passa de doutrinas e ensinamentos humanos que eles só sabem repetir de cor” (Is 29.13). Deus fala expressamente por intermédio do profeta que o coração do povo estava distante do Senhor. Do mesmo modo, quando acostumamos conhecer a Deus apenas de forma literária, torna-se muito difícil conhecê-lo realmente. O Senhor se revela para aqueles que o temem e obedecem a sua Palavra. Quem assim o busca, desfrutará da Salvação eterna que somente Ele pode conceder.

Aproveite a ocasião e converse com seus alunos a respeito do que significa receber a Salvação. Ensine que receber a Salvação é declarar a fé em Jesus Cristo, o único meio pelo qual podemos ser salvos. Mostre que estar salvo é viver um estilo de vida resultado da comunhão com Deus. Quem, de fato, está próximo de Deus se relaciona bem com Ele e com o próximo. Quem tem um relacionamento verdadeiro com Deus não se contenta somente em conhecer os ensinamentos de Cristo, mas sente a alegria em colocá-los em prática, mesmo que isso signifique abrir mão dos próprios anseios e vontades. 

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: Recebendo a Salvação.
- Em seguida, utilizem a dinâmica “A Ponte”.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.  Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: A Ponte
Objetivo: Exemplificar e estudar sobre salvação, através de Jesus, aquele que nos religou a Deus.
Material:
01 giz branco
01 pano úmido
01 telefone com fio
Nome digitado: DEUS

Procedimento:
- Utilizando um giz, desenhem no piso um círculo grande.
- Peçam para que todos os alunos entrem neste círculo.
- Entreguem para um dos alunos o nome DEUS e para outro aluno um telefone com fio.
- Pequem o telefone, tirando do gancho e falem: A comunicação de Deus com o homem e vice-versa acontecia de forma perfeita. Mas, o homem pecou, desobedecendo a Deus e esta comunicação foi cortada.
Nesse momento, retirem o fio do telefone e peçam para que todos os alunos saiam do círculo, demonstrando afastamento de Deus. Somente o aluno que tem o nome “Deus” permanecerá no círculo.
- Façam outro círculo com giz, separado do círculo anterior.
- Peçam para que todos os alunos entrem neste novo círculo.
- Falem: O homem ficou distanciado de Deus, mas o amor divino pela humanidade era tão grande, que providenciou uma ponte de ligação entre Ele e os homens, enviando Jesus como Salvador e Mediador dos homens.
- Nesse momento, façam dois traços, simulando uma ponte, unindo os dois círculos, e coloquem o nome JESUS.
- Falem: Desta forma, a comunicação foi restabelecida.
- Em seguida, coloquem o fio do telefone, antes retirado.
- Agora, trabalhem o conteúdo da lição.
Observação: É interessante limpar o piso, para isto utilizem o pano úmido.

Por Sulamita Macedo.

fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/
http://www.escoladominical.com.br

Pré-aula LIÇÃO:04 O AMIGO IMPULSIVO