terça-feira, 15 de agosto de 2017

Subsídios Adultos Lição 08: A Igreja de Cristo


TEXTO ÁUREO

“Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mt 18.20).

VERDADE PRÁTICA

Cremos na Igreja, que é o corpo de Cristo, una, santa e universal assembleia dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares.

LEITURA DIÁRIA

Segunda — Mt 16.18
Jesus Cristo é o fundador da Igreja
  
Terça — Hb 12.23
A Igreja é a comunidade dos remidos
  
Quarta — Ef 1.22,23
O Senhor Jesus Cristo é a cabeça do Corpo da Igreja
  
Quinta — 1Tm 3.15
A Igreja é a Casa de Deus

Sexta — Ef 5.25-28
O relacionamento do casal é comparado ao de Cristo com a sua Igreja
  
Sábado — Ap 22.17
A Igreja no convite do pecador para Cristo

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 Coríntios 12.12-20,25-27.

12 — Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também.
13 — Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.
14 — Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos.
15 — Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; não será por isso do corpo?
16 — E, se a orelha disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; não será por isso do corpo?
17 — Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde estaria o olfato?
18 — Mas, agora, Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis.
19 — E, se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo?
20 — Agora, pois, há muitos membros, mas um corpo.
25 — para que não haja divisão no corpo, mas, antes, tenham os membros igual cuidado uns dos outros.
26 — De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele.
27 — Ora, vós sois o corpo de Cristo e seus membros em particular.

HINOS SUGERIDOS

268, 302 e 477 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL

Mostrar a Igreja como corpo de Cristo e os elementos que a identificam.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.


I. Apresentar o significado da palavra “igreja” e os seus desdobramentos;
II. Explicar os elementos que identificam a Igreja;
III. Conscientizar os crentes de que eles são membros do corpo de Cristo.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Caro professor, é de suma importância para o aluno ter uma compreensão bíblica e teológica a respeito da natureza da Igreja de Cristo. Hoje, há algumas ideias equivocadas quanto algumas instituições que se chamam “igrejas”. Muitos confundem a Igreja de Cristo com tais instituições. Um dos objetivos da lição desta semana é exatamente esclarecer essa questão. O que é a Igreja de Cristo? Qual a diferença entre a sua natureza visível e a sua natureza invisível? Qual o papel do membro dentro do Corpo de Cristo?
São algumas questões que devem nortear a aula desta semana. O nosso desejo é que a sua classe compreenda melhor o maravilhoso privilégio de pertencer ao Corpo de Cristo, a Igreja do Senhor.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO

A descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes marcou o início da jornada da Igreja, e vemos o seu final glorioso no epílogo da história humana, em Apocalipse. Todos nós fazemos parte dessa história. O presente estudo pretende descrever a Igreja como corpo de Cristo, o que isso significa e quais são os elementos que identificam uma igreja.

PONTO CENTRAL

A Igreja é o Corpo de Cristo.


I. A COMUNIDADE DOS FIÉIS

1. Etimologia. O termo grego para “igreja” é ekklesía, literalmente, “chamado para fora”, do verbo grego ekkaleo, “chamar, convocar”, que não aparece no Novo Testamento grego e só ocorre duas vezes na Septuaginta: “e chamaram Ló” (Gn 19.5) e “chamarás pacificamente” (Dt 20.10, LXX). O substantivo ekklesía aparece 115 vezes no Novo Testamento, das quais em apenas cinco não é traduzido por “igreja”: em Atos 19.32, 39 e 41, a ideia é de “ajuntamento” ou “assembleia”, como aparece na ARA; e nas outras duas ocorrências o termo se refere à congregação de Israel (At 7.38; Hb 2.12).
2. A assembleia dos cidadãos. A Septuaginta emprega o mesmo termo ekklesía para traduzir o hebraico qahal, “assembleia, multidão humana reunida”, em referência à congregação de Israel (Dt 23.2; 31.30; 2Cr 6.3), e para verter mais quatro palavras menos frequentes no Antigo Testamento. Esse era o mesmo vocábulo para a assembleia dos cidadãos em Atenas. Mas o termo aparece no Novo Testamento com um significado glorioso: “Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos Santos e da família de Deus” (Ef 2.19) e “universal assembleia e igreja dos primogênitos” (Hb 12.23). Essas palavras expressam um tom de uma celebração jubilosa, de uma reunião festiva com todos os remidos como cidadãos da comunidade celestial (Ap 5.11-13).
3. O significado da expressão “Santa Igreja Católica”. Essas palavras aparecem nos principais credos da antiguidade cristã. O termo katholikós, “universal, geral”, significa literalmente “de acordo com o todo”, pois é substantivo composto por katá e de holos. A preposição grega katá significa “de cima para baixo, contra, ao longo de, conforme, de acordo, segundo”, e a palavra holos quer dizer “todo, inteiro, completo”. Foi Inácio, bispo de Antioquia (70-110), que empregou o termo para designar a igreja com o sentido de “geral, universal”. Mas o significado exato do termo se perdeu com o tempo.
SÍNTESE DO TÓPICO (I)

A palavra “igreja” remonta à comunidade dos fiéis reunida em nome do Senhor Jesus.

SUBSÍDIO DIDÁTICO I

O primeiro tópico é um pouco técnico. Mas é importante conhecer o sentido etimológico do termo “igreja”. O comentarista mostra que ekklesia é uma palavra grega que significa um grupo de pessoas “chamado para fora” e a interliga com o termo hebraico qahal, “assembleia, multidão humana reunida”, no contexto do Antigo Testamento.

CONHEÇA MAIS
Igreja
“Origem da Palavra
No Novo Testamento, a palavra ‘igreja’ é uma tradução da palavra grega ekklesia, que nunca se refere a um lugar de adoração, mas tem em vista uma reunião de pessoas. Na maioria esmagadora dos casos, ekklesia indica uma associação local de crentes”. Para conhecer mais, leia Dicionário Bíblico Wycliffe, CPAD, p.949.

II. ELEMENTOS QUE IDENTIFICAM UMA IGREJA

1. Afinal, o que é Igreja? É toda congregação ou assembleia que se reúne em torno do nome de Jesus Cristo como Senhor e Salvador, professando sua fé nEle publicamente e de forma diversificada, aberta a todas as pessoas, a qual inclui o batismo e a Ceia do Senhor (nas reuniões específicas). Trata-se da igreja no sentido completo da palavra. Como Jesus mesmo prometeu, Ele está presente na igreja por meio do Espírito Santo até a consumação dos séculos (Mt 18.20; 28.20).
2. As ordenanças. São duas as ordenanças da Igreja dadas por ordem específica do Senhor Jesus. A primeira é o batismo em águas: “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19). A segunda é a Ceia do Senhor: “fazei isso em memória de mim” (Lc 22.19). O batismo em águas é o rito que simboliza a nossa união com Cristo e é a nossa confissão pública de fé em Jesus (Rm 6.4). Como se nasce apenas uma vez, da mesma forma o batismo acontece uma só vez (Ef 4.5). Já a Ceia do Senhor é o rito da comunhão e significa a continuação da vida espiritual (1Co 10.16). O crente em Jesus precisa estar em comunhão com a Igreja para participar da Ceia do Senhor. Isso por si mostra a impossibilidade de alguém querer ser crente sem se tornar membro da Igreja.
3. A adoração. Os crentes em Jesus se reúnem para a adoração pública e coletiva. Os dois principais verbos gregos para “adorar”, no Novo Testamento, são proskyneo, que significa “adorar, render homenagem”, no sentido de prostrar-se (Ap 19.10), e latreuo, que significa “servir” a Deus (Ap 22.3). À luz da Bíblia, podemos definir adoração como serviço sagrado, culto ou reverência a Deus por suas obras (Sl 92.1-5) e por aquilo que Deus é (Sl 100.1-4). Não há diferença entre “servir” e “adorar” nem entre “prostrar-se” e “adorar”. Os principais elementos de um culto são: oração, louvor, leitura bíblica, pregação ou testemunho, oferta e manifestação dos dons do Espírito Santo (1Co 14.26).
4. A família de Deus. Não devemos confundir igreja com templo; a casa de Deus é outra coisa. Há passagens no Novo Testamento em que o termo “casa” parece se referir à igreja: “para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo” (1Tm 3.15); “vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo” (1Pe 2.5); “já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus” (1Pe 4.17). O termo “casa” também é utilizado na Bíblia metaforicamente para designar “família” (Js 24.15; At 16.31). A Igreja é citada como a família de Deus (Ef 2.19) e o templo espiritual de Deus (1Co 3.16; Ef 2.22). É por isso que chamamos de irmãos aqueles que se convertem ao Senhor Jesus.

SÍNTESE DO TÓPICO (II)

As ordenanças (batismo e ceia), a adoração e a reunião de pessoas são elementos que identificam a Igreja.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO II

“Precisamos nos identificar primeiro com o Senhor Jesus Cristo, parecer com Ele no amor, no trato com as pessoas, nas estratégias de trabalho, no aproveitamento das oportunidades, no uso de autoridade para libertar os oprimidos e na compaixão pelas pessoas. Enfim, identificar-se com Cristo é ser parecido com Ele no projeto de transformar o mundo [...]. Precisamos também de identificação entre nós mesmos, ou seja, precisamos entender e praticar o que é ser Igreja. Não me refiro a uma comunidade com estatuto e CGC, endereço e liderança, que faz o que quer, como quer e quando quer. Uma comunidade burocrática e fria, cheia de deveres e direitos, sem vida nem poder. Igreja não é um lugar onde uma multidão ali chega triste e sai vazia, nem tampouco um meio através do qual se possa ganhar dinheiro, explorando-se a boa fé alheia. Igreja não é uma facção dividida por um grupo de radicais e outro de liberais, onde só há confronto e não há vida. Igreja não é lugar de promessas mirabolantes, mas um lugar de vida onde Jesus se manifesta, onde há sinceridade, onde acontecem maravilhas, onde o amor tem liberdade de atuar, onde há comunhão e onde há poder” (FERREIRA, Israel Alves. Igreja Lugar de Soluções: Como recuperar os enfermos espirituais. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2001, pp.12-13).

III. O CORPO DE CRISTO

1. O corpo e seus membros. A Igreja é o corpo místico de Cristo (Ef 1.22,23). O apóstolo Paulo chama a atenção para um detalhe importante: “o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo” (1Co 12.12). Mas ele não relaciona o tema unidade e diversidade do corpo e seus membros com a Igreja, o que era de se esperar, mas diz o seguinte: “assim é Cristo também”. Longe de confundir Cristo com a Igreja, pois Jesus é transcendente (Cl 1.16,17), o que Paulo nos ensina é que pertencemos a Cristo e por Ele somos membros do seu corpo (1Co 12.27).
2. A morada de Deus. Quando Saulo de Tarso se encontrou com Jesus no caminho de Damasco, ele ouviu a voz que dizia: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” (At 9.4). Saulo perseguia os discípulos de Jesus, mas o Senhor se identificou com eles. Ao apóstolo foi revelado que a Igreja é o corpo espiritual de Cristo, sendo o Senhor mesmo a cabeça (Ef 1.22,23; Cl 1.18), e seus membros são o templo de Deus, a habitação do Espírito Santo (1Co 3.16); em outras palavras, a morada de Deus no Espírito (Ef 2.22). O tabernáculo e o Templo de Jerusalém representavam a presença de Deus (Êx 40.34; 2Cr 7.2,16). O salmista diz: “SENHOR, eu tenho amado a habitação da tua casa e o lugar onde permanece a tua glória” (Sl 26.8). Não existe mais o Templo de Jerusalém, mas Deus habita no cristão individual (Jo 14.23; 1Co 6.19).
3. Os membros do corpo. A tradução “por um só Espírito” (1Co 12.13), como aparece na Almeida Século 21, e expressões correlatas na NTLH, e na NVI (que tem esta nota: “Ou com; ou ainda por”), não significa o mesmo que “em um só Espírito”. As duas versões são gramaticalmente legítimas (Lc 2.27; 1Co 12.3; Ef 3.5). Ser batizado “por um só Espírito” quer dizer que é o Espírito quem batiza; isso indica a iniciação dos crentes no corpo de Cristo e não se refere ao batismo do dia de Pentecostes. Essa posição é defendida também por Stanley M. Horton. Não há distinção de pessoas, raça ou status social na Igreja. O apóstolo explica: “formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito” (1Co 12.13b). A ilustração do corpo humano com a Igreja nos versículos seguintes, além de mostrar a unidade na diversidade, ensina também que precisamos uns dos outros (1Co 12.21) e que, igualmente, diferimos entre si (1Co 12.18) e que precisamos cuidar uns dos outros (1Co 12.25). Isso é Igreja.

SÍNTESE DO TÓPICO (III)

A Igreja é o corpo de Cristo na terra, a morada do Deus Altíssimo.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO III

“A fim de enfatizar e visualizar a relação viva dos crentes com o Cristo, a Bíblia o apresenta como o ‘cabeça’ da Igreja, e a Igreja como seu ‘corpo’ (1Co 12.27; Ef 1.22,23; Cl 1.18). Há várias razões para esta analogia. A igreja é a manifestação física — visível — de Cristo no mundo, a fazer seu trabalho, tal como chamar os pecadores ao arrependimento, proclamando a verdade de Deus às nações e preparando-se para as eras vindouras. A Igreja também é um corpo, composta de um arranjo complexo de diversas partes, cada qual discreta, cada qual recebendo do Cabeça, cada qual com seus próprios dons e ministérios, contudo, todos necessários à obra de Deus por vir (Rm 12.4-8; 1Co 6.15; 10.16,17; 12.12-27; Ef 4.15,16). (MENZIES, William W.; HORTON, Stanley M. Doutrinas Bíblicas: Os Fundamentos da Nossa Fé. 1ª Edição. RJ: CPAD, 1995, pp.134-35).

CONCLUSÃO

Diante do exposto, concluímos que Deus estabeleceu a sua morada, primeiramente no tabernáculo e depois no Templo,ambos consagrados a Ele, e que da mesma forma o Espírito Santo também estabeleceu a sua habitação no corpo do cristão individual. Entre gentios e judeus, o Senhor Jesus formou um novo povo (1Co 10.32), de modo que o gentio deixa de ser gentio quando se converte ao evangelho de Jesus Cristo (1Co 12.2; Ef 2.11). A missão principal da igreja é adorar a Deus e propagar o evangelho a todas as nações da terra (Mt 28.19,20).

PARA REFLETIR

A respeito da Igreja de Cristo, responda:

O que significa literalmente a palavra grega ekklesía, “igreja”?
O termo grego para “igreja” é ekklesía, literalmente, “chamado para fora”, do verbo grego ekkaleo “chamar, convocar”.

Qual o tom da “universal assembleia e igreja dos primogênitos”?
Essas palavras expressam um tom de uma celebração jubilosa, de uma reunião festiva com todos os remidos como cidadãos da comunidade celestial (Ap 5.11-13).

Quais as ordenanças da Igreja?
As ordenanças da Igreja são duas, a primeira é o batismo em águas e a segunda é a Ceia do Senhor.

O que significa “casa de Deus” em relação à Igreja?
Há passagens no Novo Testamento em que o termo “casa” parece se referir à igreja. O termo “casa” também é utilizado na Bíblia metaforicamente para designar “família” (Js 24.15; At 16.31). A Igreja é citada como a família de Deus (Ef 2.19) e o templo espiritual de Deus (1Co 3.16; Ef 2.22). É por isso que chamamos de irmãos aqueles que se convertem ao Senhor Jesus.

O que significa “batizado pelo Espírito” (1Co 12.13)?
Ser batizado “por um só Espírito” quer dizer que é o Espírito quem batiza; isso indica a iniciação dos crentes no corpo de Cristo e não se refere ao batismo do dia de Pentecostes.

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

A Igreja de Cristo

O que é a Igreja?
A expressão Igreja vem do grego ekklesia cujo significado é “assembleia pública”. A expressão ekklesia tinha a ver com a reunião pública dos cidadãos gregos para decidirem questões da sociedade local.
Os escritores do Novo Testamento viram nessa expressão uma maneira viável de se referir ao grupo de pessoas que se decidiram por Jesus e Sua Palavra, de modo que a palavra ekklesia, aportuguesada para Igreja, passou a designar todas as pessoas, de várias partes do mundo, que depositaram a sua confiança em Jesus. Esse é o entendimento quando lemos os textos bíblicos que se referem a Igreja como Corpo de Cristo manifestado no mundo (Mt 16.18; At 20.28; Ef 5.32). Por isso vale a pena tomarmos contato com o teólogo e missiólogo, George peters, quando ele escreve: “[...] Igreja ideal. [...] Aquela instituição de pessoas que foi chamada a Deus através do Evangelho de Jesus Cristo, conduzida a uma amizade eterna com Jesus Cristo pela fé, e foi batizada no corpo de Jesus Cristo pelo Espírito Santo. Ela é o templo de Deus habitado pelo Espírito Santo [...]” (Teologia Bíblica de Missões. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2000, p.247).

Três ilustrações que caracterizam a Igreja em o Novo Testamento

Há três expressões que aparecem ao longo do Novo Testamento que caracterizam a Igreja:
O corpo de Cristo: Com essa expressão o autor sacro refere-se ao fato de que se Cristo é o cabeça da Igreja, nós, seus servos, somos o corpo que obedece solenemente a cabeça: “Regozijo-me, agora, no que padeço por vós e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja” (Cl 1.24).
O templo de Deus: Essa expressão mostra que um templo, ou santuário, é o lugar em que Deus é cultuado e habita em toda a parte. Assim como o Senhor morou no tabernáculo no deserto, Deus agora vive, por seu Espírito, na Igreja (Ef 2.21,22; 1Co 3.16,17).
A noiva de Cristo: a expressão é usada como uma ilustração para contar a união e a comunhão de Deus com o seu povo (Ef 5.25-27; Ap 22.17). Com Deus tratava a nação de Israel como sua esposa, o apóstolo Paulo apresenta o noivo, Jesus Cristo, em pleno cuidado com a sua noiva, a Igreja.
Essas expressões são imagens ou figuras de linguagem, recursos linguísticos adotados pelos santos escritores, a fim de nos ajudar na aquisição da revelação de Deus para o ser humano por intermédio de Sua Palavra. Por isso, o seu uso não deve ser forçado ou exagerado.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Discipulando 3º Ciclo Lição 08: Relacionando-se com a família

Revista: Discipulando de novos convertidos

Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: Relacionando-se com a família.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto.
- Para concluir, utilizem o texto e a dinâmica “Casa e lar”.




Texto Casa e Lar Para Dinâmica

Casa é uma construção de cimento e tijolos.
Lar é uma construção de valores e princípios.

Casa é o nosso abrigo das chuvas, do calor, do frio.
Lar é o abrigo do medo, da dor e da solidão.

Casa é o lugar onde as pessoas entram para dormir, usar o banheiro, comer. Onde temos pressa para sair e retardamos a hora de voltar.
O lar é o lugar onde os membros da família anseiam por estar nele, onde refazem suas energias, alimentam-se de afeto e encontram o conforto do acolhimento. É onde temos pressa de chegar e retardamos a hora de sair.

Numa casa criamos e alimentamos problemas.
O lar é o centro de resolução de problemas.

Numa casa moram pessoas que mal se cumprimentam e se suportam.
Num lar vivem companheiros que, mesmo na divergência, se apoiam e nas lutas se solidarizam.

Casa é local de discussões, conflitos, discórdia.
No lar as discussões, os conflitos, existindo, servirão para esclarecer e engrandecer.

Numa casa desdenha-se dos nossos valores.
No lar sonhamos juntos.

Numa casa há azedume e destrato.
Num lar sempre há lugar para a alegria.

Numa casa nascem muitas lágrimas.
Num lar plantam-se sorrisos.

A casa é um nó que oprime, sufoca.
O lar é um ninho que aconchega.

Se você ainda mora em uma casa, nós o convidamos a transformá-la, com urgência, em um lar e que Deus seja sempre o seu convidado especial.

Dinâmica: Casa e lar

Objetivo:
Refletir sobre a diferença entre casa e lar
Material didático:
Texto casa e lar, tirinhas de papel, desenho de uma casa numa cartolina.
Atividade didática:
1. Leitura do texto, por um pai voluntário ou pelo professor, se for preciso.
2. Discussão sobre o tema, deixando que os pais falem o que entenderam do texto e como é a própria casa.
3. Ler a frase: “para um lar realmente aconchegante, é preciso...”
4. Deixar que os pais escrevam em tirinhas de papel o que acreditam que precisam mudar em suas casas.
5. Colar as tirinhas em uma casa previamente desenhada numa cartolina e colada em local visível, para que todos possam ler.

Reflexão:
Nosso papel na construção do nosso lar é de suma importância. Não importa onde você está colocado(a). Não importa qual a sua função, se prepara uma refeição ou administra uma empresa. Não importa se é solteiro(a) ou casado(a). Deus te fez e te chama a cada dia para fazer a diferença. Seja no alicerce ou no telhado, cada um tem a responsabilidade de fazer bem a sua parte. Devemos fazer a diferença na construção do nosso lar, não escolhendo o melhor lugar, mas sim onde somos necessários. Não podemos esquecer que somente com organização e união alcançaremos nossos objetivos. Quando nos unimos, a construção termina em menor tempo e com menos desgaste para todos. Juntos, passo a passo, faremos parte na evangelização dos filhos, dos vizinhos, dos amigos, alcançando novas almas para a vida eterna no nosso lar.


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Por Roberto José

fonte:http://www.ensinadorcristao.com.br/2016/08/dinamica-da-licao-08-relacionando-se.html

Adultos Lição 08: A Igreja de Cristo

Revista: Adulto

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6  – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: A Igreja de Cristo.
- Apresentem o que defende a declaração de fé da Assembleia de Deus:
“Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus (1 Co 12.27; Jo 4.23; 1 Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17)”.
- Depois, utilizem a dinâmica O Boneco”.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.
Ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para concluir, leiam e reflitam o texto “Sermão Silencioso”
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Atenção! Professores da classe dos novos convertidos:
Vocês encontram sugestões para a revista Discipulando do 1o. ao 4o. ciclo, no marcador "Discipulando", deste blog.
Para a revista 1 e 2 do Discipulado, vocês encontram no marcador "Subsídio Pedagógico Discipulado 1" e "Subsídio Pedagógico Discipulado 2", do currículo antigo. Façam bom proveito!

Dinâmica: O Boneco
Objetivo: Refletir sobre o trabalho em equipe e a importância da unidade e comunhão no Corpo de Cristo.
Material:
Para o grupo 01: 01 folha de papel ofício e coleção de lápis colorido.
Para o grupo 02: 04 tesouras, 02 tubos de cola, 11 lápis coloridos e 11 folhas de papel ofício, estando escrito nelas as seguintes indicações para desenhar, conforme descrição abaixo:
Folha 01: Cabeça
Folha 02: Pescoço
Folha 03: Tronco (humano)
Folha 04: Braço direito
Folha 05: Braço esquerdo
Folha 06: Mão direita
Folha 07: Mão esquerda
Folha 08: Perna direita
Folha 09: Perna esquerda
Folha 10: Pé direito
Folha 11: Pé esquerdo
Procedimento:
1- Dividam a turma em dois grupos e forneçam as seguintes orientações:
Para o grupo 01:
- Desenhar um boneco, utilizando uma folha de papel ofício e uma coleção de lápis colorido, mas trabalhando em equipe. Para isso, esta atividade deverá ser executada sem que as pessoas do grupo 02 vejam o que está sendo desenvolvido.
Para o grupo 02(com 11 pessoas):
- Cada componente desenhará uma parte do boneco, individualmente, sem que os colegas vejam, para isso é recomendado que os membros deste grupo estejam separados.
- Montar o boneco, recortando as partes desenhadas e colando-as.
2 – Peçam ao grupo 01 e 02 para apresentar os dois bonecos.
3 – Solicitem para que observem o resultado de cada grupo.
O grupo 01 tem um boneco com partes proporcionais e uniformes. O grupo 02, embora apresentem um boneco com as características semelhantes ao boneco 01, tem um resultado disforme, desorganizado e desproporcional.
Perguntem: Por que são diferentes?
O Grupo 01 tem um resultado melhor porque trabalharam em equipe, houve unidade para o desenvolvimento do trabalho.
O Grupo 02 tem um mau resultado porque não trabalharam com união, não trabalharam de forma coletiva.
Quais conclusões podemos extrair dessa dinâmica para nossa vida cristã? Falem da importância da unidade e a comunhão que deve haver no Corpo de Cristo.
4 – Para concluir, leiam: I co 12. 12 e 27; Sl 133.01; Fp 2. 1 a 5.
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.

 Texto de Reflexão
Sermão Silencioso
Que importância tem a nossa comunhão com a Igreja local? Deixe-me responder a esta pergunta com uma história.
Um pastor estava preocupado com a ausência de um homem que normalmente vinha aos cultos. Depois de algumas semanas, ele decidiu visitá-lo. Quando o pastor chegou à casa deste homem, ele o encontrou sozinho, sentado diante de uma lareira. O pastor puxou uma cadeira e se sentou ao lado do homem. Mas depois de sua saudação inicial, ele não disse mais nada.
Os ficaram sentados em silêncio por alguns minutos, enquanto o pastor olhava para as chamas na lareira. Então pegou as pinças e tomou cuidadosamente uma brasa acesa das chamas e a colocou de lado. Sentou-se de volta na sua cadeira, ainda em silêncio. O seu anfitrião observou em reflexão silenciosa como a brasa começou a tremular e se pagou. Pouco depois, estava fria e sem vida.

O pastor olhou no seu relógio e disse que tinha que ir embora, mas antes disso pegou a brasa fria e a colocou de volta no fogo. Imediatamente, ela começou a luzir novamente com a luz e o calor do carvão aceso ao seu redor.
Quando o pastor se levantou para sair, o homem também se levantou e lhe deu um aperto de mão. Então, com um sorriso no seu rosto, ele disse: “Obrigado pelo sermão, pastor. Eu vejo o senhor na Igreja, no domingo”.

Autoria do texto: David Roper

Jovens Lição 08: Depressão, um mal do nosso tempo

Revista: Jovens 

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: Depressão, um mal do nosso tempo.
- Depois façam a distinção entre Espírito, Alma e Corpo.
- Coloquem no quadro as palavras ESTRESSE, ANSIEDADE, DEPRESSÃO, FOBIAS e SÍNDROME DO PÂNICO.
- E, em seguida, afirmem que estas palavras referem-se a doenças da alma. Forneçam informações sobre cada uma delas. Nesse momento, é importante a participação dos alunos, com depoimentos de situações sobre o tema em estudo.
- Depois, apliquem a dinâmica “Terra de conflito”.
- Agora, trabalhem o conteúdo da lição.
Ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Terra de Conflito
Objetivo: Introduzir o estudo sobre ansiedade.
Material:
01 coração feito de cartolina para cada aluno
01 caixa de palitos de fósforos
01 bandeja

Procedimento:
- Entreguem 01 coração feito de cartolina para cada aluno.
- Falem: Quando falamos em coração, nos remetemos a fonte de ideias, das emoções, dos sentimentos etc.
- Perguntem:
Como está seu coração?
Seu coração é uma terra que está em conflito?
- Depois, falem:
Observem as seguintes orientações:
Se o seu coração:
Estiver tranquilo, não faça nada com ele.
Estiver sofrendo pressão, amasse-o.
Estiver dividido, sem saber o que fazer, divida ele ao meio, mas deixe uma parte ainda sem rasgar.
Se estiver inquieto, como algo que queima e incomoda, acenda um fósforo e queime uma parte do coração.
- Em seguida, recolham os corações e reflitam sobre as situações que os alunos estão vivenciando, representadas pelos corações, como terra de paz ou de conflito.
- Para concluir, leiam:
“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida”(Provérbios 4:23).
“Lançai sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós”(1 Pedro 5:7).
“Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará”(Salmos 37:5).

Por Sulamita Macedo.

fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br