quarta-feira, 7 de março de 2018

Discipulado 1º Ciclo 2018 Lição 10: A Ressurreição de Jesus

Revista: Discipulado 1º Ciclo 2018


Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

Observação importante:
Caso vocês ensinem em uma classe composta por mulheres ou mista, não se esqueçam de homenagear as mulheres pelo seu dia – 08 de março. Para isto, organizem o tempo de aula, separando um momento final para este fim.
Vejam, na categoria “Dinâmicas para Eventos Femininos”, sugestões de homenagem. Há 07 dinâmicas, escolham uma para homenagear suas alunas!

6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Apresentem o título da lição: A Ressurreição de Jesus.
- Para introduzir o estudo do tema, utilizem a dinâmica “O Grande Vencedor”.
- Depois, trabalhem os pontos levantados na lição sempre de forma participativa e contextualizada.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Atenção!
Para saber como utilizar filmes nas aulas da EBD de forma proveitosa e com foco na aprendizagem, leiam o texto Pedagógico “Como utilizar filmes nas aulas da EBD” (postado abaixo).

Dinâmica: O Grande Vencedor
Objetivo: Estudar e refletir sobre os últimos momentos de Jesus na terra, enfatizando a ressurreição.
Material:
01 filme sobre Jesus
01 DVD
01 TV
02 cartolinas
02 pincéis atômicos
Procedimento:
1 - Uma semana antes da aula:
- Escolha um filme sobre Jesus.
- Assista ao filme, observando as partes que se referem ao tema da lição.
2 – No dia da aula:
- Cheguem cedo a EBD e organizem o local da aula, montem os equipamentos  e observem se estão funcionando.
- Aguardem os alunos.
3 - Durante a aula:
- Depois que vocês falarem que o tema da aula será sobre o sofrimento, a morte e a ressurreição de Jesus, vencendo a morte, falem que nesta aula, vocês vão assistir parte de um filme sobre Jesus.
- Falem que durante a exibição de parte do filme, é necessário silêncio e atenção para que haja entendimento dos acontecimentos.
- Depois da exibição, dividam a turma em dois grupos.
- Entreguem 01 cartolina, 01 pincel atômico para cada grupo.
- Orientem para que cada grupo desenhe 01 cena que mais chamaram a atenção deles. Depois, eles mostram os desenhos, falando uma frase que represente o que estão apresentando. Estipulem no máximo 05 minutos para esta atividade.
- Não se esqueçam de enfatizar que o sofrimento de Jesus foi para salvar cada um deles e que sua ressurreição dá sentido a vida cristã, pois se Cristo não tivesse ressuscitado vã seria nossa fé, conforme lemos em 1 Co 15:14:
“E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé”.
- Em seguida, trabalhem os pontos levantados na lição.
Por Sulamita Macedo.

Texto Pedagógico
Como utilizar filmes nas aulas da EBD
Luz, Câmera e Ação!
            O uso das tecnologias em sala de aula, como suporte pedagógico, vem sendo inserido há algum tempo no meio educacional, pois é considerado um elemento coadjuvante do processo de ensino e aprendizagem. O filme é uma dessas tecnologias, que agregam valor ao que está sendo estudado, pois atrai a atenção, desperta o interesse, aumenta a retenção, vários sentidos estão sendo utilizados, como a audição e visão.
            Para sua utilização de forma satisfatória é importante observar alguns pontos relevantes:
            Local apropriado: O ideal é uma sala ou outro ambiente fechado para exibição do filme, para que haja maior concentração dos alunos e não ocorram interferências de som. Observe se há problemas com a luminosidade, pois a claridade excessiva pode dificultar a visão do filme de forma satisfatória.
Equipamento disponível: É importante o agendamento prévio do equipamento, em caso de uso coletivo. Se for utilizar TV, observe se o tamanho da tela é adequado para que todos vejam. Fique atento também para a altura do som, confirmem se todos estão escutando.
Pessoa habilitada para montar os equipamentos: É recomendável que alguém que saiba como organizar esta parte esteja disponível para tal fim, para que não haja maiores imprevistos na instalação e/ou colocar equipamento para funcionar.
Tempo de instalação dos equipamentos: Os equipamentos devem ser instalados e testados antes do horário da aula, para que não ocorra perda do tempo da aula ou execução do plano B.
Plano B: Tenha sempre um plano B quando for utilizar um equipamento eletrônico, pois pode ocorrer falta de energia, o equipamento pode dar problema ou até mesmo esquecimento do filme em casa etc. No plano B, você deve pensar como continuar a aula sem a exibição do filme. Dessa forma, você não improvisará, nem ficará sem saber o que fazer.
Escolher filmes adequados: A escolha adequada do filme é um dos fatores importantes para que ocorra uma aula deste tipo com sucesso, para tanto,  observe:  relação com o tema a ser estudado, filme compatível com a idade da turma, linguagem utilizada. Se o filme apresentar algumas ideias contrárias a Palavra de Deus, aproveite para analisar com os alunos como refutar tal ideia a luz da Bíblia.
Fazer uma explicação prévia do filme antes da exibição e do que deseja que os alunos realizem: Uma breve explicação sobre o filme situa o aluno no contexto da aula e do enredo. É interessante pedir aos alunos para anotar alguns pontos, durante a exibição, para discussão posterior, e dessa forma  os alunos ficam mais concentrados no filme.
Filmes longos são inadequados: Para o uso nas aulas da EBD, tendo em vista ter apenas 1 hora de duração em média, é bom escolher filmes de curta duração ou em caso de filmes longos, escolher algumas partes mais interessantes para exibi-las, que sejam mais significativos para ilustrar o tema.
Assistir ao filme antes de exibi-lo para os alunos: O professor precisa ter uma visão geral sobre o filme, mesmo que tenha sido recomendado por outro colega, observando a inadequação de imagens, linguagem e coerência com o tema, para determinados tipos de classes.
Utilizar o filme com objetivo pedagógico: O filme não deve ser usado para preencher o tempo ou porque professor não se preparou para a aula. Pelo contrário, a utilização do filme requer cuidado no planejamento, pois é necessário que haja discussão e reflexão sobre o que foi exibido com relação ao tema da aula.
            Há várias possibilidades para utilizar filmes nas aulas da Escola Bíblica Dominical:
- Exibir o filme para iniciar um estudo, um debate ou ilustrar um tema.
- Pode ser usado de uma só vez, caso a minutagem do filme seja adequada ao tempo de aula. Em caso de filmes longos, escolher algumas partes mais interessantes para exibi-las.
- Exibir o filme por partes, com paradas para discussão, promovendo a participação do aluno.
- Repetir a exibição de trechos do filme para enfatizar pontos mais relevantes.
Como a exibição de um filme requer o uso da visão e da audição, há uma recomendação a ser observada quanto à presença de alunos com necessidades especiais, no caso dos deficientes auditivos(surdos) e dos deficientes visuais(cegos), para que eles sejam incluídos no processo da aula.
- Com alunos surdos na sala, o ideal é escolher filmes legendados, se ele for alfabetizado na segunda língua(Português). Se for alfabetizado em Libras(primeira língua), é interessante a presença de um intérprete. Mesmo que o surdo seja oralizado, fazer uso da leitura labial no filme é quase impossível, pois os atores não falam de frente para o ouvinte e de forma pausada.
- Com a presença de alunos cegos ou de baixa visão, fazer um resumo oral ou em Braille do que vai ser exibido, detalhando imagens mais importantes de forma que ele entenda.
A utilização do filme nas aulas da Escola Bíblica Dominical pode ser considerada como uma ferramenta coadjuvante para o processo de ensino e aprendizagem. É uma das formas de transformar uma aula puramente unilateral, onde somente o professor fala e os alunos escutam, em um momento interativo, prazeroso e reflexivo.
Por Sulamita Macedo.

fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/search?q=Discipulando+a+Ressurrei%C3%A7%C3%A3o+de+Jesus&x=0&y=0

terça-feira, 6 de março de 2018

LIÇÃO 10 - DÁDIVA, PRIVILÉGIOS E RESPONSABILIDADES NA NOVA ALIANÇA

Lição de N° 10 Dádiva,privilégios e responsabilidades na nova Aliança CPAD

Lição 10 - 01º Trimestre de 2018 | ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL | EBD IEADPE

LIÇÃO 10 - DÁDIVA, PRIVILÉGIOS e RESPONSABILIDADES NA NOVA ALIANÇA - EBD - CPAD - ADULTOS

LIÇÃO 10 - DÁDIVA, PRIVILÉGIOS E RESPONSABILIDADES NA NOVA ALIANÇA - CPAD

Pré-aula Lição 10: Dádiva, privilégios e responsabilidade da nova aliança

Lição 10 - Lições Bíblicas Adultos - 1º Trim/2018 – CPAD

Adultos Lição 10: Dádiva, Privilégios e Responsabilidades na Nova Aliança

Revista: Adultos

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 - Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: Dádiva, Privilégios e Responsabilidades na Nova Aliança.
- Depois, trabalhem o conteúdo da lição.
Coloquem no quadro ou cartolina as palavras(01 por vez):  Dádiva, Privilégios e Responsabilidades, para informar qual a dádiva, quais os privilégios e as responsabilidades.
Dessa forma, a exposição do conteúdo ficará mais didática e compreensível. 
Ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para concluir aula, utilizem a dinâmica “Tapando a brecha”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Atenção!
Professores da classe dos novos convertidos:
Vocês encontram sugestões para a revista Discipulando do 1o. ao 4o. ciclo, no marcador "Discipulando", deste blog.
Para a revista 1 e 2 do Discipulado, vocês encontram no marcador "Subsídio Pedagógico Discipulado 1" e "Subsídio Pedagógico Discipulado 2", do currículo antigo. Façam bom proveito!

Dinâmica: Tapando a Brecha
Objetivo: Refletir sobre a vigilância.
Material:
Recursos humanos – os alunos.
Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo, deixando apenas 01 aluno de fora.
- Orientem para que o círculo esteja bem fechado, isto é, os alunos devem ficar bem próximos, para que não haja espaço para o inimigo penetrar no círculo.
- Orientem o aluno que está fora do círculo que ele será o “inimigo” e seu objetivo será o de penetrar no círculo, mas não precisa derrubar nem machucar ninguém.
- Depois, falem para os demais alunos quem é o “inimigo” e que ele vai procurar entrar no círculo, mas que eles devem resistir a estas investidas, mas tenham cuidado para não machucar o colega.
- Então, peçam para que comecem a atividade.
- Observem as tentativas do “inimigo” e a resistência dos alunos do círculo.
- Vocês podem fazer outras tentativas, trocando o “inimigo” por outro aluno que está no círculo.
- Pode haver dois resultados:
O inimigo não conseguir entrar no círculo
O inimigo conseguir entrar no círculo
Mas, qualquer que seja o resultado, falem que esta demonstração nos alerta quanto a importância de estarmos vigilantes aos ataques do inimigo.
Autoria da Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.

Texto Pedagógico

Escolhendo os professores para a Escola Bíblica Dominical

Geralmente, os professores da Escola Bíblica Dominical(EBD) são escolhidos por se destacarem na igreja quanto ao exemplo na conduta cristã e no conhecimento bíblico.
Estes dois critérios citados acima são muito importantes, mas outros itens precisam ser analisados para a escolha de professores para a EBD. O conjunto de todos eles, ao serem observados pela superintendência ou diretoria, revela cuidado e atenção para uma boa escolha dos docentes para exercitar o ensino da Palavra de Deus na maior escola bíblica do mundo.
Os critérios que devem ser observados são necessários para os que serão escolhidos e também para aqueles que já estão na atividade docente na educação cristã, a saber:
- Ter convicção de sua salvação: O professor deve ter certeza de sua salvação através de Jesus, apresentando evidências de uma nova criatura, com uma vida cristã ativa e frutífera, conforme João 15.5: “Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto”.
- Ser crente fiel: A fidelidade a Deus e a Sua palavra deve ser de extremo cuidado no cotidiano do professor e também quando está ensinando. O cuidado com a interpretação bíblica deve ser um fator a ser considerado, pois ensinar o conteúdo sem desvios é algo que deve ser buscado com afinco, para não emitir erros doutrinários.
- Ter chamado para o ensino: O professor deve ser chamado para o ensino. Ensinar não é uma tarefa fácil de realizar, mas quando há o chamado, mesmo diante das dificuldades que podem levá-lo a desanimar, ele vai prosseguir. “E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo”(Efésios 4:11,12).
- Ser dedicado: Um dos fatores importantíssimos para a atividade docente na EBD é a dedicação quanto ao estudo das lições e ao atendimento aos alunos nas suas dúvidas e perguntas, como também no relacionamento interpessoal.  A Palavra de Deus nos adverte: “...se é ensinar, haja dedicação ao ensino”(Romanos 12:7).
- Gostar de aprender: O professor deve estar em constante busca de informação para melhorar seu aprendizado. Ele deve ser estudioso da Palavra de Deus, da lição bíblica, buscando fontes diferentes para aprimorar o conhecimento que vai trabalhar com os alunos na classe. Dessa forma, vai se sentir confiante para ensinar e ter capacidade de argumentação diante de alguma pergunta.
- Estar preparado: A preparação do professor abrange vários aspectos, a saber: a nível espiritual, teológico, pedagógico e secular. Ter uma vida de oração e comunhão, conhecimento bíblico, informações de como planejar uma aula, com metodologia diversificada e ter conhecimento secular são itens que não podem faltar na vida daquele professor que deseja alcançar a excelência no ensino. A Bíblia orienta: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”(II Timóteo 2:15).
- Ser Sociável: O professor da EBD deve ser comunicativo, pois como poderá ensinar se ele ficar fechado em si mesmo, sem conversar com seus alunos e interagir com os demais colegas? O professor deve ter habilidade para escutar o aluno nos seus questionamentos, tirando suas dúvidas e nunca desprezar o que o aluno fala. A sociabilidade é um fator que deve ser observado, pois há professores que não se comunicam com seus alunos, consideram que estão a frente de uma sala apenas para ensinar sem ter qualquer vínculo com eles.
- Ter criatividade: O professor da EBD precisa ser criativo para poder ensinar de forma que os alunos aprendam mesmo diante da estrutura na qual as Escolas Dominicais se realizam. Daí, a importância da iniciativa por parte do professor para buscar alternativas que possibilitem melhoria do processo de ensino e aprendizagem, utilizando métodos e recursos didáticos variados para que haja melhor retenção do que está ensinado.
O professor não nasce pronto, isto é, ele se faz, se refaz, se inventa e reinventa no caminho que está trilhando. Ao ser chamado para o ensino na EBD, ele precisa ser orientado como pode proceder diante da classe, da escolha da metodologia que vai utilizar nas aulas e da importância do domínio dos conteúdos.
Afirmo isto para que os critérios adotados para a convocação do novo professor não tenham apenas o foco na qualidade espiritual, mas que ele seja formado no aspecto pedagógico e no aspecto integrador, mostrando-lhe a importância deles no exercício da atividade docente. Para que assim ocorra, a igreja deve investir na capacitação dos mestres, oportunizando momentos de orientação para que haja melhor condução do ensino na Escola Bíblica Dominical.
Por Sulamita Macedo.

fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

segunda-feira, 5 de março de 2018

Pré-aula Jovens | Lição 10 - Cristo crucificado: Está consumado

Jovens Lição 10 - O Cristo crucificado: está consumado

Subsídios: Jovens

TEXTO DO DIA
“E Jesus, clamando outra vez com grande voz,entregou o espírito.”(Mt 27.50)

SÍNTESE 
Depois de muito sofrimento e dor, a morte de Cristo, na cruz, proporciona a justificação de todo aquele que nele crê.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA – Mt 27.32
Simão foi constrangido a levar a cruz de Jesus
TERÇA – Mt 27.37
A acusação de Jesus Cristo

QUARTA – Mt 26.39-43
Todos escarnecem de Jesus

QUINTA – Dt 21.22,23
Para os judeus a morte de cruz era uma maldição
SEXTA – Sl 22.1,2
O clamor de Jesus na cruz

SÁBADO – Mt 27.51
Com a morte de Jesus, o véu do Templo se rasgou de alto a baixo

Objetivos
EXPLICAR como se deu a crucificação de Jesus;
CONSCIENTIZAR  de que Cristo morreu por nós;
MOSTRAR o que ocorreu no sepultamento de Jesus.

Interação
Professor(a), dê preferência as aulas mais participativas, pois contribuem para uma maior atuação dos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. Encare seus alunos como detentores do saber e conhecimento, não como meros receptores. Metodologias participativas valorizam as experiências dos participantes, envolvendo-os na discussão, identificação e busca de soluções para as problemáticas apresentadas em cada lição. Os alunos se sentem incluídos nas aulas, emitindo com mais facilidade suas opiniões. Utilize metodologias que incentivam a participação de todos, contribuindo para o desenvolvimento das potencialidades de todos os jovens.
Orientação Pedagógica
Para a aula de hoje sugerimos que seja elaborado um concurso bíblico. Prepare uma série de perguntas a respeito das lições e organize, no mínimo, dois grupos. Use a criatividade para definir qual grupo vai começar a responder as perguntas. Defina uma pontuação para os acertos. Se o grupo responder a pergunta ganha um ponto; se não responder, não ganha ponto e dá oportunidade para o outro grupo responder (passa). Se o outro grupo responder ganha um ponto. Se não, a pergunta volta para o primeiro grupo (repassa). Se desta vez o grupo responder, ganha dois pontos. Se não, você responde a pergunta para os grupos. Repetir até terminar as perguntas.
Texto bíblico
Mateus 27.32-37,45-51


32 - E, quando saíam, encontraram um homem cireneu, chamado Simão, a quem constrangeram a levar a sua cruz.
33 - E, chegando ao lugar chamado Gólgota, que significa Lugar da Caveira,
34 - deram-lhe a beber vinho misturado com fel; mas ele, provando-o, não quis beber.
35 - E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sortes, para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Repartiram entre si as minhas vestes, e sobre a minha túnica lançaram sortes.
36 - E, assentados, o guardavam ali.
37 - E, por cima da sua cabeça, puseram escrita a sua acusação: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS.
45 - E, desde a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra, até à hora nona.
46 - E, perto da hora nona, exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lemá sabactâni, isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
47 - E alguns dos que ali estavam, ouvindo isso, diziam: Este chama por Elias.
48 - E logo um deles, correndo, tomou uma esponja, e embebeu-a em vinagre, e, pondo-a numa cana, dava-lhe de beber.
49 - Os outros, porém, diziam: Deixa, vejamos se Elias vem livrá-lo.
50 -E Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o espírito.
51- E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
O capítulo 27 do Evangelho de Mateus descreve o suicídio de Judas, o julgamento de Jesus, a sua crucificação e sepultura.  Mateus retrata com precisão os momentos que antecedem a crucificação, inclusive os horários dos acontecimentos. Tudo aconteceu conforme as Escrituras Sagradas e com a permissão de Deus.

Ao longo de sua viagem para Jerusalém, Jesus por três vezes anunciou a sua crucificação e morte (Mt 16.21; 17.22,23; 20.18). Então, o momento chega como Ele havia predito. Depois de um julgamento forjado e repleto de falsos testemunhos das autoridades religiosas e políticas, Jesus é condenado e conduzido à morte de cruz. Este é o tema que estudaremos na lição de hoje.

ACONTECIMENTOS TEXTOS BÍBLICOS DO AT

  1. A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Is 62.11; Zc 9.9
  2. A purificação do Templo. Is 56.7
  3. Indicação de que haveria um traidor. Sl 41.9
  4. Na última ceia a alusão ao sangue da aliança. Êx 24.8
  5. A prisão de Jesus e a fuga dos discípulos. Zc 13.7
  6. Condenação à morte pelo Sinédrio. Sl 31.11-13
  7. Traição de Judas. Zc 11.12
  8. Flagelos de Jesus. Is 50.6

I – CRUCIFICAÇÃO DE JESUS

1. A vida e o sofrimento de Jesus foi previsto nas Escrituras Sagradas. O relato da vida e da obra de Jesus seguiu um plano previamente estabelecido pelo Senhor e que foi relatado já no Antigo Testamento. Observe o quadro acima:

Como podemos observar, a paixão e a ressurreição de Cristo são os fundamentos do cristianismo. Por isso, podemos encontrar referências a respeito deste assunto tanto no Antigo como no Novo Testamento.

2. Os flagelos e escárnios no caminho do Gólgota. O caminho para a cruz foi um caminho de dor e tristeza, onde Jesus teve que enfrentar a zombaria e o escárnio. O sarcasmo a respeito da realeza de Jesus começou com os principais líderes religiosos (Mt 26.67; 27.39-44), continuou com os soldados e oficiais romanos, após a condenação à morte por Pilatos (Mt 27.27-31). A caminhada até o monte da crucificação foi marcada por atos de violência e opressão. Diante da fragilidade física de Jesus, devido aos maus tratos, Simão, o Cirineu, é obrigado a ajudar Jesus a carregar a cruz.

Ao chegarem ao lugar da crucificação é oferecido a Jesus vinho misturado com fel; tal mistura tinha um efeito entorpecente, mas, Jesus ao prová-lo, não quis beber. Mateus é o único evangelista que registra que antes de recusar, Jesus o prova.

3. A acusação de Jesus: “Rei dos Judeus”. Como os demais crucificados, Jesus ficou pendurado até que, lentamente, as dores e a exaustão física os levassem a morte. Se a perda de sangue e as consequências da flagelação não o matassem, a asfixia o faria. A vítima, geralmente, ficava fraca demais e não conseguia levantar o corpo para respirar.

Mateus registra que os soldados repartiram as vestes de Jesus entre eles lançando a sorte (Mt 27.35), uma referência ao Salmo 22.18. Em cima de sua cabeça, na cruz, puseram uma tabuleta com a acusação contra Ele: “ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS”. Mais uma vez, Jesus é escarnecido e desprezado. Mas, no Dia do Senhor, todas as pessoas, de todas as nações, terão que se dobrar diante dEle para serem julgadas (Mt 25.31-34). Afinal, Ele é o Rei dos reis.

Pense
Simão Cirineu ajudou Jesus a carregar a cruz. Isso deve ter aliviado um pouco sua dor e cansaço. Jovem, o que você tem feito para aliviar a dor de quem está enfrentando algum tipo de sofrimento?

Ponto Importante
A partir da crucificação, as relações dos acontecimentos com o Antigo Testamento se intensificam, pois a paixão e a ressurreição são fundamentos da fé cristã.

A morte de cruz era desprezada pelos judeus e pelos romanos.

II – MORTE DE JESUS

1. Morte de cruz. A morte de cruz era desprezada pelos judeus e pelos romanos. Os judeus a rejeitavam por questões religiosas e os romanos por questões políticas. Para os judeus a morte de cruz era uma maldição (Dt 21.22,23). Por isso, os judeus não esperavam um Messias sofredor e muito menos um condenado à morte na cruz. Paulo afirma, quando escreve aos Gálatas, que Cristo nos resgatou da maldição da Lei, fazendo-se maldição por nós, morrendo na cruz (Gl 3.13). Ele faz uma referência a Deuteronômio 21.23.

Os romanos reservavam a morte de cruz somente para os inimigos políticos, pessoas consideradas rebeldes e subversivas que se recusavam a obedecer as ordens impostas pelas autoridades romanas. Essa morte era tão desprezível que um cidadão romano não poderia ser executado dessa forma.

2. A morte de Cristo foi necessária para a justificação da humanidade. O primeiro clamor de Jesus na cruz demonstrou um grande desespero, e o texto utilizado por Mateus foi uma referência ao Salmo 22.1, onde o justo, ao enfrentar uma oposição obstinada de seus oponentes, não encontra uma solução aparente e se vê abandonado por Deus. Por isso, clama: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que te alongas das palavras do meu bramido e não me auxilias?” Jesus, neste momento, sente a separação de Deus, pois os pecados da humanidade estavam sobre si. Ao ouvir as palavras de Jesus, o povo pensou que Ele estava pedindo socorro a Elias (Mt 27.47). Por isso, mais uma vez zombam dEle. Então, o Salvador deu o seu último brado, ao entregar o espírito ao Pai. As palavras utilizadas por Jesus são uma referência ao Salmo 31.5: “Nas tuas mãos encomendo o meu espírito; tu me remiste, SENHOR, Deus da verdade.”

3. A morte de Jesus rasgou o véu do Templo em dois. Mateus não somente fala a respeito do véu que foi rasgado, mas também menciona o fato de ter havido um terremoto (Mt 27.51). O véu era símbolo da inacessibilidade do ser humano à presença de Deus. Ele tornava o sumo sacerdote o único intermediário entre Deus e o homem. Com a morte de Jesus o véu se rasgou, nos dando livre acesso ao Todo-Poderoso.

Jesus demonstrou que, por meio de sua própria vida e obra, cumpriu toda a Lei e os profetas. A obra de Cristo satisfez a justiça de Deus e conquistou o direito da justiça perfeita que é atribuída a todo o que crê e aceita o sacrifício vicário de Cristo.

Pense
O véu rasgado deu acesso direto a todos diante de Deus. Jovem, você já pensou no privilégio adquirido por meio da morte de Cristo?

Ponto Importante
O sacrifício vicário de Cristo foi perfeito e cumpriu a Lei. Por isso, não é mais necessário oferecer sacrifícios a Deus.

III – O SEPULTAMENTO DE JESUS

1. José de Arimateia. Ele é apresentado pelos Evangelhos sinóticos como um homem rico, membro do Sinédrio, justo, bom e discípulo secreto de Jesus. Mateus informa que ele rompeu a barreira do anonimato ao pedir o corpo de Jesus a Pilatos. Os discursos de Jesus também alcançaram as pessoas da elite de Israel. João menciona que Nicodemos também foi com José de Arimateia sepultar Jesus.

Enquanto os discípulos mais próximos abandonaram Jesus após sua prisão, surge um discípulo secreto que se expõe e coloca em risco sua posição e a própria vida. Se o corpo não fosse requisitado, como costume, seria sepultado com os criminosos ou deixado para ser consumido por bestas selvagens e pássaros. Assim, dois discípulos secretos acabam por participar de um momento importante do término da missão terrena de Jesus, e para dar cumprimento às Escrituras como veremos a seguir.

2. Jesus é sepultado em túmulo emprestado. José de Arimateia envolveu o corpo de Jesus em um lençol de linho. Ele e Nicodemos fizeram uma cuidadosa e completa unção do corpo, conforme o costume judaico, e depois o colocaram em um sepulcro novo, uma tumba talhada na rocha. João acrescenta que o sepulcro nunca havia sido usado e ficava em um jardim, próximo ao Gólgota, lugar estratégico devido ao pouco tempo para sepultamento (Jo 19.41). O que José de Arimateia não sabia é que o túmulo novo no domingo pela manhã já estaria vazio. José pode não ter tido coragem durante o ministério de Jesus, mas agora ele se expõe e entra para a história como o homem que emprestou a própria tumba talhada na rocha para sepultar Jesus, o Filho de Deus.

3. A guarda do sepulcro. Duas mulheres permanecem ali sentadas, Maria Madalena e a outra Maria. Elas dão continuidade ao testemunho da morte e sepultamento de Jesus (Mt 27.55,56).  Os chefes dos sacerdotes também ficaram preocupados com o túmulo de Jesus. Os discípulos se esqueceram da promessa que Jesus havia feito de que ressuscitaria ao terceiro dia, mas estes não se esqueceram. Os chefes dos sacerdotes vão até Pilatos e pedem para que o túmulo seja guardado para evitar que os discípulos roubassem o corpo e testificassem uma suposta ressurreição. Pilatos atende ao pedido deles e envia um destacamento para selar o túmulo e guardá-lo. Indiretamente, eles acabaram por colaborar com a comprovação da ressurreição de Jesus.

Pense
Após a morte de Jesus, José de Arimateia decidiu se expor e sepultar o corpo de Jesus. Jovem, você teria coragem de expor sua vida por amor a Cristo?

Ponto Importante
Dois discípulos “secretos” sepultaram o corpo de Jesus e duas mulheres “guardaram” o corpo.

SUBSÍDIO 1
“A morte de Cristo foi voluntária
Jesus não foi forçado à cruz. Nada fez contra a sua vontade. Submeteu-se à aflição espontaneamente. Humilhou-se até à morte, e morte de cruz. Deixou-se crucificar. Que graça espantosa por parte daquele que tudo podia fazer para evitar tamanho suplício. Ele tinha o poder de entregar a sua vida e tornar a tomá-la – e de fato fez isso. Sim, eterno Salvador não foi forçado ao Calvário, mas atraído para ele, por amor a Deus e à humanidade perdida.

Sua morte foi vicária e sem dúvida, o profeta Isaías tinha em mente o cordeiro pascal, oferecido em lugar dos israelitas pecadores. Sobre a cabeça do cordeiro sem mancha realizava-se uma transferência dupla. Primeiro, assegurava-se o perdão divino mediante o santo cordeiro, oferecido e morto. Segundo, o animal, sendo assado, servia de alimentação para o povo eleito. O sacrifício de Cristo foi duplo: morreu para nos salvar, e ressuscitou para nossa justificação. Cristo também é o Pão da vida, o nosso ‘alimento diário’.

Sua morte foi cruel. Ele foi levado ao matadouro, esta palavra sugere brutalidade. Não é de admirar que a natureza envolvesse a cruz em um manto de trevas, cobrindo, assim, a maldade dos seres humanos” (SILVA, Severino Pedro da. Teologia Sistemática Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 156).

SUBSÍDIO 2
“José de Arimateia, conseguiu permissão de Pilatos para tirar o corpo da cruz. E, com Nicodemos, levando quase cem arráteis dum composto de mirra, aloés, envolveram o corpo do Senhor em lençóis com as especiarias, como era costume dos judeus. Havia no horto daquele lugar um sepulcro em que ainda ninguém havia sido posto. Ali puseram Jesus (Jo 19.38-42). Sepultar os mortos era considerado um ato de piedade. Também era comum que se sepultassem os mortos no mesmo dia de seu falecimento. O corpo de um homem executado não tinha permissão para ficar pendurado na cruz a noite inteira (Dt 21.23), pois isso, para a mente judaica, poluiria a Terra. Às seis horas, começaria o sábado da semana da Páscoa, durante a qual estava proibida qualquer execução” (SILVA, Severino Pedro da. Teologia Sistemática Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p. 156).

CONCLUSÃO

Nesta lição aprendemos que Mateus demonstra que o sofrimento, o escárnio e a crucificação de Jesus aconteceram segundo o que estava previsto nas Escrituras Sagradas. A morte de cruz, desprezada pelos judeus e romanos, passou a ser motivo de vitória e vida eterna para todos aqueles que creem, mediante a justificação alcançada por Cristo.

HORA DA REVISÃO

1. Mateus relaciona os soldados lançando sorte para ficar com a veste de Jesus com qual dos Salmos?
Mateus registra que os soldados repartiram as vestes de Jesus entre eles lançando a sorte (Mt 27.35), uma referência ao Salmo 22.18.2.     Qual o comentário de Paulo a respeito da morte de cruz por

2.Jesus e a qual texto do Antigo Testamento ele faz referência?
Paulo afirma, quando escreve aos Gálatas, que Cristo nos resgatou da maldição da Lei, fazendo-se maldição por nós, morrendo na cruz (Gl 3.13). Ele faz uma referência a Deuteronômio 21.23.

3.Quem sepultou Jesus junto com José de Arimateia?
Nicodemos também foi com José de Arimateia sepultar Jesus.

4.O que aconteceria se o corpo de Jesus não fosse requisitado por José de Arimateia?
Se o corpo de Jesus não fosse requisitado, como costume, seria sepultado com os criminosos ou deixado para ser consumido por bestas selvagens e pássaros.

5.O que a morte e a ressurreição de Jesus Cristo significam para você?
Resposta pessoal.

Trabalhem o conteúdo da lição.utilizem a dinâmica“O Sofrimento de Cristo”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: O Sofrimento de Cristo
Objetivo: Iniciar o estudo sobre o sofrimento de Jesus.
Material:
01 corrente confeccionada de papel ou EVA
01 Chicote ou um cinto ou um cinturão
01 alfinete ou agulha
01 folha de papel madeira ou cartolina
Procedimento:
- Perguntem:
.  Alguém aqui passou por uma situação em que ficou trancado sem poder sair de algum lugar? Como você se sentiu?
Para este aluno que vai relatar este caso, entreguem uma corrente, para representar a situação vivenciada.
. Alguém já sofreu uma agressão física de algum colega numa discussão ou briga? Como você se sentiu como apanhou?
Para este aluno que vai relatar este caso, entreguem um cinto, para representar a situação vivenciada.
. Alguém já se furou com algo perfurante, como prego, alfinete etc?
Para este aluno que vai relatar este caso, entreguem uma agulha, para representar a situação vivenciada.
- Falem: Todas estas situações causaram sofrimento, tristeza etc. Mas, hoje vamos estudar sobre uma pessoa que sofreu muito e nem se compara com o que vocês relataram.
- Falem: Vocês já sabem que antes da crucificação de Jesus, aconteceram várias situações que provocaram muito sofrimento para Ele.
- Apresentem uma folha de madeira ou cartolina com um desenho de uma cruz em tamanho grande.
- Falem que a cruz vai representar o sofrimento de Jesus.
- Peçam para que os alunos citem estes fatos que eles lembram que causaram sofrimento de Jesus antes de sua morte na cruz. As respostas devem ser escritas ao redor da cruz.
Preso
Acusado com falsas testemunhas
Chicoteado
Torturado
Cuspiram no rosto dele
Coroa de espinhos na cabeça
Morte na cruz
- Perguntem: Por que Jesus passou por este sofrimento além da morte de cruz?
Enfatizem que a morte de Jesus foi para nos salvar e nos dá vida abundante.
- Leiam: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando”(Jo 15.13 e 14).
- Agora, trabalhem os pontos levantados na lição.