terça-feira, 11 de julho de 2017

Subsídios Adultos Lição 3: A Santíssima Trindade: um só Deus em três Pessoas


LIÇÕES BÍBLICAS CPAD ADULTOS

3º Trimestre de 2017

Título: A razão da nossa fé — Assim cremos, assim vivemos
Comentarista: Esequias Soares

Lição 3: A Santíssima Trindade: um só Deus em três Pessoas
Data: 16 de Julho de 2017


TEXTO ÁUREO

“Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19).

VERDADE PRÁTICA

Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo iguais em substância, glória, poder e majestade.

LEITURA DIÁRIA

Segunda — Gn 1.1
O nome hebraico Elohim, “Deus”, é plural, e isso vislumbra a Trindade

Terça — Gn 1.26
A doutrina da Trindade está implícita no Antigo Testamento desde o princípio

Quarta — Fp 2.11
A Bíblia ensina que o Pai é Deus

Quinta — Jo 1.1
As Escrituras afirmam que o Filho é Deus

Sexta — At 5.3,4
A Palavra de Deus mostra a deidade do Espírito Santo

Sábado — Dt 6.4
O nome “Deus” ou “SENHOR” se aplica ao Deus Trino e Uno

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 Coríntios 12.4-6; 2 Coríntios 13.13.

1 Coríntios 12
4 — Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.
5 — E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.
6 — E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.

2 Coríntios 13
13 — A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com vós todos. Amém!

HINOS SUGERIDOS

 10, 185 e 307 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL

Saber que cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I. Explicar as construções bíblicas trinitárias;
II. Mostrar que Deus é trino e único;
III. Conhecer algumas crenças inadequadas a respeito da Trindade;
IV. Apresentar algumas respostas às objeções acerca da Trindade.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Na lição de hoje estudaremos a respeito de uma das mais importantes e cruciais doutrinas do pensamento cristão, a Trindade. Não cremos na existência de três deuses, mas em um só que subsistente em três pessoas distintas, eternas e que criaram todas as coisas. É importante que você procure, no decorrer da lição, enfatizar que embora não conste na Bíblia a palavra Trindade, vamos encontrar tanto no Antigo Testamento quanto no Novo, evidências desta relevante doutrina. Veremos na lição como o conceito de Trindade foi formulado. Segundo Stanley Horton, “historicamente, a Igreja formulou a doutrina da Trindade em razão do grande debate a respeito do relacionamento entre Jesus de Nazaré e o Pai”.
Que o Deus Trino e Uno abençoe sua aula e seus alunos de modo que eles possam compreender e confessar ao mundo a fé em um só Deus, existente em si mesmo como Pai, Filho e Espírito Santo.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

A doutrina da Trindade é a verdade mais crucial do pensamento cristão, mas como conciliar o monoteísmo revelado no Antigo Testamento com a divindade de cada pessoa da Trindade? Esse é o enfoque da presente lição.

PONTO CENTRAL

Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas.


I. CONSTRUÇÕES BÍBLICAS TRINITÁRIAS

1. A unidade na Trindade (1Co 12.4-6). Uma leitura superficial dessa passagem pode levar alguém a argumentar que o texto não diz que cada uma dessas pessoas é Deus, como costumam fazer determinados grupos tidos como cristãos. O apóstolo Paulo se refere à Trindade usando outra linguagem. Ele afirma a unidade de Deus, uma só essência e substância, em diversidade de manifestações de cada Pessoa distinta. E declara que o Espírito é o mesmo, o Senhor é o mesmo e o Deus Pai é o mesmo. É a unidade na diversidade.
2. A bênção apostólica (2Co 13.13). Há aqui certo paralelismo com a bênção sacerdotal (Nm 6.24-26). Essa saudação final não é comum nas epístolas paulinas. Não parece haver aqui intenção de explicar a doutrina da Trindade. Trata-se do pronunciamento habitual do ministro de culto ao despedir os fiéis no fim das reuniões nas primeiras décadas da história da Igreja. Se isso puder ser confirmado, significa que os cristãos já estavam conscientes dessa realidade divina desde muito cedo na vida da Igreja. A fonte da graça do Senhor Jesus é o amor de Deus no Espírito Santo. É uma saudação trinitária.
3. O Deus trino e uno revelado (Ef 4.4-6). Temos aqui a diversidade de operações e funções na unidade de Deus. É Deus quem nos chama por meio do Espírito Santo. Jesus é o nosso Senhor, a fonte de nossa fé e esperança. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são iguais em poder, glória e majestade, que subsistem desde a eternidade em uma só substância indivisível, mas manifestos na história salvífica em formas pessoais e funções distintas (1Pe 1.2).


SÍNTESE DO TÓPICO (I)

Na Bíblia encontramos algumas construções trinitárias.



SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“O conceito do Deus Trino e Uno acha-se somente na tradição judaico-cristã. Esse conceito não surgiu mediante a especulação dos sábios deste mundo, mas através da revelação outorgada passo a passo na Palavra de Deus. Em todos os escritos dos apóstolos, a Trindade é implícita e tomada como certa (Ef 1.1-14; 1Pe 1.2). Fica claro que o Pai, o Filho e o Espírito Santo, existem eternamente como três Pessoas distintas, mas as Escrituras também revelam a unidade dos três membros da Deidade.
As Pessoas da Trindade têm vontades separadas, porém nunca conflitantes (Lc 22.42; 1Co 12.11). O Pai fala ao Filho, empregando o pronome da segunda pessoa do singular: ‘Tu és meu Filho amado; em ti me tenho comprazido’ (Hb 9.14). Declara que veio ‘não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou’ (Jo 6.38)” (HORTON, Stanley. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. 1ª Edição. RJ: CPAD, 1996, pp.162-3).


II. O DEUS TRINO E UNO

1. Uma questão crucial. A Bíblia mostra com clareza meridiana a divindade do Filho: “e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). Trata-se de uma divindade plena e absoluta: “porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2.9). As Escrituras afirmam também que o Espírito Santo é Deus: “Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?” (1Co 3.16); e é também Senhor: “Ora, o SENHOR é o Espírito” (2Co 3.17 — ARA). Como conciliar essa verdade com o monoteísmo ratificado pelo próprio Senhor Jesus? (Mc 12.29,30). Tal não se trata de triteísmo, isto é, “três deuses”, pois existe um só Deus e Deus é um só (1Co 8.6; Gl 3.20). A única explicação é a Trindade.
2. A Trindade. A Trindade está presente na Bíblia desde o Antigo Testamento (Gn 1.26; 3.22; Is 6.8). O Senhor Jesus apresenta o Pai e o Espírito Santo num tipo de relacionamento “eu, tu ele” (Jo 16.7-16). Antes de sua ascensão ao céu, Jesus mandou que os discípulos batizassem “em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28.19). Essa é a passagem bíblica mais contundente em favor da Trindade. Temos aqui um conceito trinitário muito claro e vívido. Trata-se de um resumo da realidade divina ensinada durante seu ministério acerca de si mesmo e do Pai (Mt 11.27) e do Espírito Santo (Mt 12.28). A Igreja, desde a antiguidade, resume essas passagens bíblicas na fé em um só Deus que subsiste eternamente em três pessoas distintas.


SÍNTESE DO TÓPICO (II)

Cremos em um Deus trino e uno.


SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Trindade
[Do grego trias; do latim trinitatem, grupo de três pessoas] Doutrina segundo a qual a Divindade, embora uma em sua essência, subsiste nas Pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo. As Três Pessoas são iguais nas substâncias e nos atributos absolutos, metafísicos e morais.
Apesar de o termo não se encontrar nas Sagradas Escrituras, as evidências que atestam a doutrina são, tanto no Antigo, como no Novo Testamento, incontestáveis.
A palavra Trindade foi usada pela primeira vez, em sua forma grega, por Teófilo; e , em sua forma latina, por Tertuliano.
O Credo Atanasiano assim se expressa acerca da doutrina da Santíssima Trindade: ‘Adoramos um Deus em trindade, e a trindade em unidade, sem confundir as pessoas, sem separar a substância’” (ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. 8ª Edição. RJ: CPAD, 1999, p.279).

CONHEÇA MAIS

Trindade
“[Do gr. trias, três; do lat. trinitatem, grupo de três pessoas] Doutrina bíblica segundo a qual a divindade, embora uma em sua essência, subsiste nas Pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Para conhecer mais, leia Dicionário Teológico, CPAD, p.349.

III. AS CRENÇAS INADEQUADAS

1. Os monarquianistas dinâmicos. Trata-se de um movimento que surgiu após a metade do segundo século em torno do monoteísmo cristão. Tertuliano, um dos líderes cristãos daquela geração, polemizou com eles, chamando-os de monarquianistas (do grego, monarchia, “governo exercido por um único soberano”). Eles ensinavam que Jesus recebeu a dynamis, “poder”, em grego, por ocasião do seu batismo no rio Jordão; outros afirmavam que Jesus se tornou divino por ocasião de sua ressurreição. Todas as ideias do movimento negavam a deidade absoluta de Jesus e contrariavam a crença desde a Era Apostólica, que considerava Jesus “o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1Jo 5.20). Eles são os ancestrais do arianismo.
2. Os monarquianistas modalistas. Esses são assim identificados porque ensinavam que Deus aparece de modos diferentes. Para eles, Deus aparece com a máscara de Pai na obra criadora, com a máscara de Filho no seu nascimento e na ascensão, e a partir daí aparece com a máscara de Espírito Santo. Pai, Filho e Espírito Santo não são três pessoas, mas três faces, semblantes ou máscaras. É a doutrina unicista que nega a Trindade. Trata-se de um erro teológico crasso, pois a Bíblia é clara na distinção dessas pessoas (Mt 3.16,17; Jo 8.17,18; 2Jo 3). O bispo Sabélio foi o principal expoente dessa doutrina, por isso ela é conhecida como sabelianismo. Seus herdeiros espirituais ainda estão por aí. O resumo teológico deles é o seguinte: Deus é Jesus; no entanto, a Bíblia ensina que Jesus é Deus.
3. O arianismo. É o nome da doutrina formulada por Ário e do movimento que ele fundou em Alexandria, Egito, no ano 318. Sua doutrina contrariava a crença ortodoxa seguida pelas igrejas desde o período apostólico. Ário ensinava que o Senhor Jesus não era da mesma substância do Pai; era criatura, criado do nada, uma classe divina de natureza inferior, nem divina nem humana, uma terceira classe entre a deidade e a humanidade. A palavra de ordem de seus seguidores era: “Houve tempo em que o Verbo não existia”. Mas o ensino bíblico sustentado pelas igrejas desde o princípio afirma que o Filho é eterno (Is 9.6), pois transcende a criação: “E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele” (Cl 1.17).


SÍNTESE DO TÓPICO (III)

Os monarquianistas dinâmicos, os modalistas e o arianismo propagam crenças inadequadas a respeito da Trindade.


SUBSÍDIO TEOLÓGICO

Arianismo
Heresia fermentada por um presbítero do 4º século chamado Ário. Negando a divindade de Cristo, ensinava ele ser Jesus o mais elevado dos seres criados. Todavia, não era Deus. Por este motivo, seria impropriedade referir-se a Cristo como se fora um ente divino.
Para fundamentar seus devaneios doutrinários, buscava desautorizar o Evangelho de João por ser o propósito desta Escritura, justamente, mostrar que Jesus Cristo era, de fato, o Filho de Deus. Os ensinos de Ário foram condenados no Concílio de Niceia em 325” (ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. 8ª Edição. RJ: CPAD, 1999, p.52).


IV. RESPOSTA ÀS OBJEÇÕES ACERCA DA TRINDADE

1. Esclarecimento. Os unicistas modernos pregam que a doutrina da Trindade é uma invenção do Concílio de Niceia, por ordem de um imperador romano pagão. Mas esses movimentos estão equivocados, pois mais de cem anos antes Tertuliano já havia formulado a doutrina da Trindade. Além disso, o tema do referido Concílio, o Filho, reafirma a deidade de Jesus e a sua consubstancialidade com o Pai. O Credo não traz informação alguma sobre o Espírito Santo. O documento aprovado em Niceia tornou-se ponto de partida, ao invés de ponto de chegada. A controvérsia prosseguiu por duas razões principais: a volta do arianismo e a indefinição sobre o Espírito Santo.
2. A definição de Tertuliano. Ele foi o neologista da Igreja que criou o termo “Trindade”, na seguinte declaração: “Todos são um, por unidade de substância, embora ainda esteja oculto o mistério da dispensação que distribui a unidade numa Trindade, colocando em sua ordem os três, Pai, Filho e Espírito Santo; três contudo, não em essência, mas em grau; não em substância, mas em forma; não em poder, mas em aparência; pois eles são de uma só substância e de uma só essência e de um poder só, já que é de um só Deus que esses graus e formas e aspectos são reconhecidos com o nome de Pai, Filho e Espírito Santo” (Contra Práxeas, II). Um só Deus, portanto, a essência, a substância e o poder são um só; mas a diferença está no grau, na forma e na aparência que chamamos de “pessoas” (Mt 28.19).
3. Formulação definitiva da Trindade. Isso só aconteceu no Concílio de Constantinopla em 381, com base nos trabalhos de Atanásio que combateram os arianistas e também os grupos contrários à doutrina do Espírito Santo, como os pneumatomacianos e os tropicianos; e com base nas obras dos chamados pais capadócios: Basílio de Cesareia, Gregório de Nissa e Gregório de Nazianzo. O Credo Niceno-Constantinopolitano reafirma o Credo de Niceia e define a divindade do Espírito Santo, estabelecendo de uma vez por todas a doutrina da Santíssima Trindade.

SÍNTESE DO TÓPICO (IV)

Na Bíblia Sagrada encontramos as respostas às objeções acerca da Trindade.


SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“Concílio de Niceia e de Constantinopla
Primeiro concílio ecumênico da história. Convocado pelo imperador Constantino, em 325, teve como objetivo solucionar os problemas que dividiam a cristandade. Problemas esses causados pelo arianismo. Buscando reafirmar a unidade da Igreja, os participantes do concílio redigiram uma confissão teológica, confirmando a ortodoxia doutrinária do Cristianismo.
Em 381, reuniram-se em Constantinopla 150 bispos, a pedido do imperador Teodócio I, com o objetivo de confirmar a unidade da igreja no Oriente. Terminado os trabalhos, aquele segmento da cristandade livrava-se de mais de meio século de domínio ariano” (ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. 8ª Edição. RJ: CPAD, 1999, pp.88,89).


CONCLUSÃO

Diante do exposto, está claro que a doutrina da Trindade é bíblica e está presente desde o Gênesis até o Apocalipse.

PARA REFLETIR

A respeito da Santíssima Trindade: Um só Deus em três pessoas, responda:

Qual a passagem bíblica mais contundente em favor da Trindade?
Mateus 28.19.

O que significa ser “unicista”?
Significa crer na doutrina unicista que nega a doutrina da Trindade.

O que é arianismo?
É a doutrina formulada por Ário e o movimento que ele fundou em Alexandria, Egito. Ário ensinava que o Senhor Jesus não era da mesma substância do Pai.

Quem criou o termo Trindade no mundo Ocidental?
Tertuliano.

Quando e onde a formulação trinitária se definiu?
A formulação trinitária só aconteceu no Concílio de Constantinopla em 381.

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

A Santíssim Trindade: Um só Deus em três Pessoas

Os maiores equívocos em relação à doutrina da Trindade se dão quando se relativiza a natureza da relação trinitária, pois “as distinções entre os membros da Deidade não se referem à sua essência ou substância, mas ao relacionamento. Noutras palavras: a ordem de existência na Trindade, no tocante ao ser essencial de Deus, está espelhada na Trindade salvífica. ‘São, portanto, três, não na posição, mas no grau; não na substância, mas na forma; não no poder, mas na sua manifestação’” (Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. CPAD, p.177). Dessa forma a Santíssima Trindade se manifesta em perfeita comunhão ao longo de todo o plano de salvação provido por Deus.

Uma natureza amorosa
Deus é amor! Devemos destacar que o Pai provou o seu amor pelo mundo quando enviou o seu Filho em nosso lugar (Jo 3.16). O Filho provou o seu amor por nós quando, espontaneamente, obedeceu ao Pai e doou-se para a humanidade, morrendo em nosso lugar para nos redimir, regenerar, justificar e salvar (Rm 8.1-11). O Espírito Santo prova o seu amor por nós quando convenceu-nos do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.7-11). A Santíssima Trindade opera amorosamente em nossa vida.

Uma natureza servidora
Concomitantemente a pessoa do Espírito Santo, é necessário destacar tam bém que a natureza do ministério de Jesus Cristo é servidora: “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor” (Lc 4.18,19). O Deus Trino trabalha de maneira servidora em favor das pessoas. Não podemos jamais esquecer esse aspecto de serviço pelo qual aprendemos com a operação das pessoas da trindade em nossa vida.

Uma natureza de comunhão
Logo, a Santíssima Trindade é por natureza comunitária porque as pessoas trinitárias não vivem separadamente, pois são inseparáveis, indivisíveis. O Pai, o Filho e o Espírito Santo vivem em profunda comunhão. Por isso, somos encorajados a vivermos uma comunhão verdadeira com os nossos irmãos, a ajudar o outro, a chorar com o outro, a cantar com o outro, orar com e pelo outro. Portanto, como parte dessa comunidade de santos, a Igreja de Deus, somos chamados a expressar essa comunhão trinitária e multiforme no mundo.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Discipulando 3º Ciclo Lição 03: Vivendo sem acusação nem condenação

Revista: Discipulado Novos Convertidos

Professores e professoras observem alguns pontos importantes e valiosos para o bom crescimento e desenvolvimento de seu aluno e de sua sala:
1– Procure manter os dados pessoais de seus aluno(a)s sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc)
2– Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
- Cumprimente-os, abrace-os.
- Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os.
- Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial.
- Observe se existe algum visitante e/ ou aluno novato e faça-lhes uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
3– Aconselhamos que antes da aula procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após a aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha.
4– Ao final da aula procure ver com o secretário de sua sala o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele(a), por meio de uma visita, um telefone ou rede sociais.
5– É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude como a que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.
- Ao preparar a aula, você precisa lembrar que seu alvo é ensinar a palavra de Deus a fim de transformar a vida dos alunos. Para isso, tenha sempre em mente o que eles precisam saber, sentir e agir.
- Este é um momento de grande importância, quando você deverá atrair a atenção e o interesse da classe para o que será ensinado.
6 - Não esqueça que ministrar uma aula não significa apenas transmitir um amontoado de informações teológicas ou conhecimentos puramente pessoais sem a interação com a classe. É importante que os alunos sejam incentivados a participar no processo de aprendizagem.
- Apresentem o título da lição: Vivendo sem acusação nem condenação.
– Agora, trabalhe o conteúdo da lição. – Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “O Peso da culpa e a liberdade pelo perdão divino”.



Dinâmica: O Peso da culpa e a liberdade pelo perdão divino

Objetivo:
Evidenciar as consequências do pecado e a liberdade divina através do Seu perdão.
Material Didático:
01 objeto pesado ou uma fruta grande (Ex: melancia, jaca).
Atividade Didática:
- Falem sobre o pecado e suas consequências, do fardo que o homem carrega quando peca.
- Escolham um aluno e solicitem que fique em pé na frente da turma.
- Entreguem o objeto ou a fruta para este aluno e continuem falando sobre o pecado e suas consequências.
- Depois de um certo tempo, perguntem para o aluno: Está incomodado? Está pesado?

 Certamente o aluno responderá que está incomodado com o peso que está segurando.

- Fale que a culpa é sem dúvida um peso insuportável para o culpado, no entanto é importante entendermos, que todo ser humano está sujeito a pecar, e um dos resultados do pecado é a culpa. Podemos ser agradecidos por sentimentos de culpa porque eles nos levam ao arrependimento. No momento em que uma pessoa se vira contra o pecado em direção a Jesus Cristo, seu pecado é perdoado através da confissão. Não existe confissão verdadeira sem arrependimento verdadeiro. Arrependimento é o reconhecimento da culpa, é despojar-me do peso da culpa e crer na obra propiciatória de Cristo. O senso de culpa que nos leva a Deus nos revela, assim, o seu amor e o seu perdão. A confissão, fruto de sincero arrependimento, traz-nos o perdão de Deus; este, por sua vez, vence a culpa e nos traz a paz!  “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”. (Rm. 5.1).


Professor, antes de dar esta aula pesquise com muito afinco todos os pontos abordados em seu Plano de Aula, pois não adianta falar só de achismo, ou porque conheceu este Blog e acha suficiente para dar aula. Entenda que eu não conheço a realidade social, psicológica, física e espiritual de seus alunos, por isso, tente chegar no âmago das dúvidas de seus alunos, não os faça de meros espectadores de um "show" de conhecimento, pois isso não será suficiente, o conteúdo precisa de aplicabilidade para a situação de vida de seus alunos e isso é o mais importante. Deguste à vontade o conhecimento, mas não ache que irá inculcá-lo de uma hora pra outra nos seus alunos, por isso procure ser criativo na exposição do assunto.

Desejamos que esta aula seja portadora de grandes frutos para vida de seus alunos!

Ideia original Sulamita Macedo.

Adaptado por Roberto José

fonte:http://www.ensinadorcristao.com.br

Adultos Lição 03: A Santíssima Trindade: um só Deus em três pessoas

Revista Adultos

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6  – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: A Santíssima Trindade: um só Deus em três pessoas.
- Apresentem o que defende a declaração de fé da Assembleia de Deus:
“Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por .um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29; Gn 1.1; 2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);
- Depois, utilizem a dinâmica “3 em 1”, para exemplificar de forma simples o conceito de Trindade.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.
Quando vocês estiverem trabalhando sobre as crenças inadequadas sobre a Trindade(Item III), dividam a turma em 03 grupos.
O grupo 01: Monarquismo dinâmico
O grupo 02: Monarquismo modalistas ou unicistas.
O grupo 03: Arianismo.
Cada grupo lerá o tópico referente ao tema e depois apresentará para a turma, de forma objetiva.
Ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Observação: Quer conhecer como utilizar o método de  Divisão em Grupos na Escola Dominical? Leiam o texto Método de Divisão em Grupos nas aulas da EBD (postado abaixo).

Atenção! Professores da classe dos novos convertidos:
Vocês encontram sugestões para a revista Discipulando do 1o. ao 4o. ciclo, no marcador "Discipulando", deste blog.
Para a revista 1 e 2 do Discipulado, vocês encontram no marcador "Subsídio Pedagógico Discipulado 1" e "Subsídio Pedagógico Discipulado 2", do currículo antigo. Façam bom proveito!

Dinâmica: 3 em 1
Objetivo: Exemplificar de forma simples o conceito de Trindade.
Material:
01 caneta
01 copo grande transparente
01 colher de leite em pó
Café(líquido)
01 colher de açúcar
Procedimento:
- Falem: Para exemplificar e melhorar o entendimento sobre Trindade, vejam este exemplo:
Apresentem a caneta e retirem a tampa e a carga.
Falem: Aqui há 03 componentes que compõem a caneta. Separadamente, eles não formam a caneta.
Agora, coloquem a carga e depois a tampa. Observem que agora a caneta está formada por completo. Assim, também é a Trindade, 03 pessoas, mas um único Deus.
- Para exemplificar a função de cada pessoa da Trindade, vejam este exemplo:
Apresentem um copo grande e transparente com café(líquido), uma colher de leite em pó e de açúcar.
Perguntem: O Sabor destes 03 alimentos são iguais?
Certamente que vão dizer que não são iguais.
Enfatizem que cada um tem um sabor diferente do outro.
Falem, dessa forma é Trindade, cada pessoa tem sua função, mas formam um só Deus.
Agora, juntem o leite, o açúcar e o café.
- Falem: A Trindade é assim, desta forma final: São 03 em 01, isto é, 03 pessoas que cumprem funções diferentes, mas que são um.
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.

Texto Pedagógico

Método de Divisão em Grupos nas aulas da EBD

            O Método de Divisão em grupos, como o próprio nome sugere, consiste na divisão da totalidade dos alunos em pequenos grupos, com objetivos definidos para estudo de um tema ou uma atividade, sob a orientação de um professor ou um líder, com apresentação de resultados.
            Este método possibilita a participação, a comunicação, estimula a troca de ideias, pessoas tímidas se sentem mais encorajadas para falar e propicia a capacidade de liderança.
            Alguns cuidados na utilização deste método precisam ser observados, como: o assunto principal pode ser desviado, daí a necessidade de uma liderança firme e habilidosa; há ainda, a possibilidade de uma pessoa dominar a discussão, deixando de lado os demais componentes sem participação; quando não há conhecimento do tema, as contribuições dos grupos podem ser limitadas, dessa forma é interessante uma boa orientação do professor para este tipo de trabalho.  
      
Os desafios para a utilização deste método, nas aulas da Escola Dominical, aparecem devido a estrutura da EBD, na qual a maioria das aulas acontecem dentro do templo e a organização das classes é feita por agrupamento em bancos de madeira, pesados e difíceis de serem arrastados. Mesmo assim, há formas de fazê-lo, veja quais as possibilidades:
- Dividir a turma por proximidade, isto é, os grupos são formados por alunos que estão próximos, sem mexer nos bancos etc.
- Solicitar o uso de uma sala ou outro espaço que porventura a igreja disponibilize para aulas da EBD; então, é interessante um agendamento prévio com o superintendente, para que seja reservado este ambiente, como também realizar a permuta de local, caso alguma turma utilize costumeiramente aquele espaço.
            Durante o trabalho em grupo é interessante, que o professor passe em cada grupo, tirando dúvidas e observando o direcionamento da atividade. Dividir os alunos em grupos não significa momento de descanso para o professor, a atenção deve ser redobrada, tanto no momento da atividade em si, como na apresentação.
No momento da apresentação, permaneça diante da turma, ao lado dos alunos de cada grupo. Dessa forma, você estará dando suporte emocional aos que estão nervosos e sendo assim eles se sentirão mais seguros. Observe o que está sendo dito, acrescente outras informações e corrija se necessário.
Geralmente, quando o professor pede que formem grupos, a tendência natural é que os alunos se agrupem com aqueles que mais conversam e têm mais interação. Mas, a divisão dos alunos pode ser feita de forma criativa, dependendo do que você deseja alcançar; se você procura também promover socialização, veja algumas dicas:
- Distribua recortes de cartolina de cores diferentes de acordo com o número de grupos que você deseja formar; observe a quantidade de alunos, veja a quantidade de grupos que podem ser formados e o número de elementos do grupo, separe a quantidade de cores; distribua aleatoriamente e solicite que os alunos se grupem pela cor.
            - Há ainda uma variação, usando cores diferentes: colocar o pedaço de cartolina colorida nas costas dos alunos, com fita adesiva, sem que eles vejam a cor. Depois, peça para que se agrupem de acordo com a cor que está nas costas. A princípio, eles vão estranhar, pois não estão vendo sua cor, mas observem as saídas que eles encontrarão, sempre tem alguém que toma a iniciativa e pergunta qual a cor que ele tem nas costas e também coopera com o colega falando a cor dele. Então, o agrupamento acontecerá através do ato colaborativo entre eles.
            - Outra maneira de dividir os alunos em grupos é feita com a utilização de números, que podem ser distribuídos para os alunos para que formem grupos que tenham a mesma numeração ou, ainda, colocar o número nas costas, tendo o mesmo procedimento já descrito no parágrafo anterior.
            - Utilizar quebra-cabeças para dividir os alunos em grupos também é possível; para isto, escolha figuras, cole numa cartolina e no verso trace linhas para formar o quebra-cabeça e recorte; a quantidade de peças do quebra-cabeça dependerá da quantidade de componentes que você deseja para cada grupo. Antes de formar os grupos, misture as peças de todos os quebra-cabeças e oriente os alunos para que procurem outros colegas que tenham peças referentes a uma mesma figura e monte o quebra-cabeça.
Após a organização dos grupos, perguntem aos alunos o que acharam da forma para a divisão deles em grupos, reflita sobre a importância da integração entre eles e comece a atividade proposta. É interessante ter controle sobre o tempo da atividade, então estipule o tempo que durará a tarefa e no processo fiquem lembrando aos alunos sobre o tempo já decorrido ou o que ainda dispõem.
Para o resultado da atividade grupal, o tempo também deve ser bem controlado. Há diferentes formas de apresentação, podendo ser escolhida apenas uma pessoa do grupo para isto, ou todos do grupo apresentam uma parte, com uso apenas da voz ou com algum material disponibilizado(cartolina, pincel atômico etc) ou se deixar a critério deles, formas criativas vão aparecer, como esquete, música, poema, mímica etc.
Agregar o método de Divisão em grupos à aula expositiva é uma forma de dinamizar o ensino e proporcionar a participação dos discentes no processo de aprendizagem. Utilizá-lo na EBD é possível, observe e coloque em prática as orientações aqui expostas.

Por Sulamita Macedo.

fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br

Jovens Lição 03: Ativismo, fazendo tudo ao mesmo tempo

Revista: Jovens

Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: Ativismo, fazendo tudo ao mesmo tempo.
 - Para introduzir o estudo do tema, utilizem a dinâmica “O Tempo e eu!”
- Agora, trabalhem o conteúdo da lição.
Ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: O Tempo e eu!
Objetivos:
Refletir sobre a mordomia do tempo.
Enfatizar a importância da organização do tempo destinado aos estudos, a leitura e estudo da Bíblia, a oração e comunhão com Deus.
Material:
01 desenho grande de um relógio para cada aluno
01 borracha e lápis grafite para cada aluno
Procedimento:
- Perguntem: Como vocês estão organizando o tempo?
- Entreguem para cada aluno uma figura de um relógio para que escreva entre os intervalos das horas as atividades que executa por dia.
- Perguntem:
Quais as ações que demandam mais tempo?
Quanto tempo está destinado para os estudos?
Quanto tempo para o serviço do Reino de Deus? E para a oração? E para os cultos?
Qual foi tempo destinado para a leitura e estudo da Palavra de Deus?
Qual o tempo destinado para estudar?
E para trabalhar?
- Falem: Quais as ações são prioritárias?
Aguardem as respostas.
Temos muitas ocupações, mas precisamos reservar um tempo de qualidade para os estudos e também para buscar ao Senhor. O que precisamos modificar no nosso relógio?
- Entreguem a borracha e o lápis grafite e solicitem para que reorganizem o tempo destinado aos estudos, leitura bíblica, oração, aos cultos e para o serviço no Reino.
- Para finalizar, leiam:
 “Tudo tem seu tempo determinado e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. Pv 3.1
“Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios”. Sl 90.12

Por Sulamita Macedo.

fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br